IWA World Water Congress 2026: 8 tendências-chave

O IWA World Water Congress 2026 começou em Glasgow, na Escócia, com uma mensagem difícil de ignorar: operar bem já não será suficiente para as empresas de saneamento. A utility do futuro terá de ser simultaneamente mais resiliente, digital, eficiente, adaptável, circular e capaz de tomar decisões melhores diante de riscos climáticos, financeiros, regulatórios e tecnológicos.

Realizado de 4 a 8 de outubro de 2026, o congresso da International Water Association reúne uma programação com mais de 100 sessões técnicas e mais de 60 workshops, distribuídos em seis grandes eixos. A expectativa divulgada pela organização antes do encontro era receber cerca de 10 mil participantes de diferentes países. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Mas o número de palestras não é a parte mais importante.

Para quem trabalha no saneamento brasileiro, o principal valor do IWA World Water Congress 2026 está em observar quais problemas passaram a ocupar simultaneamente pesquisadores, operadores, reguladores, fabricantes e dirigentes de utilities do mundo inteiro.

E a programação permite identificar pelo menos oito movimentos relevantes.

O congresso que começou a discutir a utility do futuro

Os seis grandes temas oficiais do programa são Water Utility Management; Wastewater and Resource Recovery; Drinking Water and Potable Reuse; City-scale Planning & Operations; Communities, Communication & Partnership; e Water Resources & Sustainable Development.

Dentro deles aparecem assuntos que provavelmente estarão cada vez mais presentes nos planos estratégicos das empresas de saneamento: inteligência artificial, internet das coisas, PFAS, reúso potável, recuperação de recursos, neutralidade de carbono, vigilância de esgoto, resistência antimicrobiana, soluções baseadas na natureza, sistemas descentralizados, monitoramento de qualidade e planejamento de resiliência. (IWA World Water Congress & Exhibition)

A primeira conclusão para o profissional brasileiro é importante: a inovação deixou de estar limitada à automação de uma estação ou à instalação de um novo equipamento.

Ela começa a envolver o sistema inteiro.

Produção, distribuição, cliente, drenagem, esgoto, dados, clima, ativos, energia, regulação e pessoas começam a ser analisados como partes da mesma operação.

1. Inteligência artificial começa a sair do PowerPoint

A inteligência artificial aparece explicitamente entre os temas técnicos do IWA World Water Congress 2026, mas um dos exemplos mais interessantes está fora das tradicionais apresentações sobre algoritmos.

Nos dias 6 e 7 de outubro, o Operations Challenge colocará equipes diante de uma simulação de sala de controle. Utilizando uma plataforma baseada em IA, os participantes terão uma hora para proteger as redes de água e esgoto de Glasgow diante de um evento simulado de inundação de rio. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Isso sinaliza uma mudança relevante.

A próxima fase da IA no saneamento não será apenas produzir relatórios ou responder perguntas. O desafio será apoiar decisões operacionais em ambientes complexos e em tempo quase real.

Esse movimento já possui exemplos concretos.

A britânica United Utilities informou em 2025 que passou a ampliar o uso de inteligência artificial para investigar extravasamentos do sistema de esgotamento. A companhia utiliza dados em tempo real, informações de chuva, modelagem hidráulica e histórico operacional para identificar causas e orientar intervenções. (United Utilities)

A aplicação brasileira pode ir muito além do tratamento de esgoto.

Centros de controle operacional poderiam combinar pressão, vazão, níveis de reservatórios, ocorrências de falta d’água, ordens de serviço, chuvas, rompimentos, consumo e histórico de manutenção para recomendar ações antes que determinado problema se transforme em crise.

Mas existe uma condição: IA depende de dados confiáveis.

Uma empresa com macromedição deficiente, cadastro desatualizado e baixa integração entre sistemas pode comprar a melhor plataforma do mercado e continuar tomando decisões ruins.

2. Perdas de água deixam de ser indicador isolado

Outro ponto diretamente conectado à realidade brasileira é a gestão das perdas.

A exposição do congresso destaca soluções de smart metering, gerenciamento de pressão, controle ativo de vazamentos, renovação de tubulações e infraestrutura inteligente de redes. (IWA World Water Congress & Exhibition)

A tendência coincide com uma mudança regulatória importante no Brasil.

A Norma de Referência ANA nº 15/2025 determinou uma abordagem estruturada para redução e controle das perdas de água. O diagnóstico deve utilizar balanço hídrico padronizado e acompanhar indicadores como perdas reais e aparentes por ligação, intermitência, macromedição e hidrometração.

Além disso, a norma prevê a elaboração de planos formais de gestão, redução e controle de perdas pelos prestadores. (Serviços e Informações do Brasil)

Isso muda a discussão.

Perdas não devem ser tratadas exclusivamente como trabalho de caça-vazamentos.

Uma política eficiente envolve pelo menos macromedição confiável, micromedição, setorização, gerenciamento de pressão, pesquisa ativa de vazamentos, qualidade cadastral, combate às irregularidades, renovação de ativos e análise econômica das intervenções.

O interessante no IWA World Water Congress 2026 é justamente essa convergência entre tecnologia, gestão de ativos e capacidade operacional.

3. A infraestrutura precisará ser mais adaptável

Durante décadas, a lógica predominante no saneamento foi construir estruturas dimensionadas para funcionar durante várias décadas.

Esse modelo continua necessário, mas está sendo questionado em algumas situações.

Entre os debates associados ao congresso aparece uma provocação: diante de mudanças climáticas, crescimento urbano, alterações regulatórias e incertezas de demanda, será que toda infraestrutura precisa necessariamente nascer permanente?

Uma das discussões apresentadas em Glasgow trata da combinação entre ativos permanentes e soluções móveis ou modulares, capazes de incorporar bombeamento, armazenamento, tratamento, telemetria e controle inteligente. A ideia não é abandonar obras permanentes, mas introduzir flexibilidade onde a demanda ou o risco ainda são incertos. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Para utilities brasileiras, o raciocínio pode ser particularmente útil em ampliações emergenciais de capacidade, períodos de estiagem, contingências, obras temporárias, grandes eventos, crescimento urbano acelerado ou situações nas quais construir imediatamente uma instalação definitiva produziria risco de capital ocioso.

É uma mudança conceitual interessante:

resiliência pode significar não apenas construir algo mais resistente, mas construir um sistema capaz de mudar.

4. Resiliência climática passa a orientar investimentos

A segunda grande mensagem de Glasgow está relacionada ao clima.

Nesta segunda-feira, 5 de outubro, o congresso realiza um fórum dedicado à resiliência climática e às soluções baseadas na natureza. Entre os temas estão planejamento sistêmico, financiamento, recuperação de bacias, ambientes urbanos e rurais e participação de diferentes atores. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Não se trata apenas de uma agenda ambiental.

Mudanças no regime de chuvas alteram disponibilidade hídrica, consumo, drenagem, pressão sobre mananciais, frequência de rompimentos, segurança de barragens e reservatórios, qualidade da água bruta e capacidade do sistema de esgotamento.

A própria Scottish Water, uma das referências locais do congresso, estima que, sem medidas de adaptação, a Escócia poderá enfrentar em períodos prolongados de baixa precipitação um déficit diário de 240 milhões de litros de água até 2050. A companhia também informa consumo médio de aproximadamente 178 litros por pessoa por dia no país. (Scottish Water)

A lição para o Brasil é direta.

Planejamento de água não pode continuar baseado apenas nas séries históricas.

Cenários de seca, chuvas extremas, crescimento populacional e alteração de demanda precisam entrar na análise de ativos e expansão dos sistemas.

5. Reúso deixa de ser solução alternativa

O IWA World Water Congress 2026 dedica um de seus seis grandes eixos justamente a água potável e reúso potável.

O assunto tende a ganhar peso conforme disponibilidade hídrica, crescimento industrial e mudanças climáticas pressionam os mananciais tradicionais.

O benchmarking mais conhecido continua sendo Singapura.

A PUB, agência nacional de água do país, trabalha com uma estratégia integrada de fontes conhecida como Four National Taps. Um dos componentes é a NEWater, água de reúso de elevada qualidade produzida por processos que incluem membranas e osmose reversa, seguida de desinfecção ultravioleta.

Grande parte da NEWater é utilizada por indústrias, enquanto uma parcela também pode ser incorporada aos reservatórios e posteriormente passar novamente pelo tratamento convencional. (Publicações do Governo de Singapura)

A demanda de água de Singapura atualmente está próxima de 440 milhões de galões por dia e pode quase dobrar até 2065. A estratégia oficial prevê que NEWater e dessalinização respondam pela maior parte da demanda futura. (Publicações do Governo de Singapura)

Não significa que o modelo de Singapura possa simplesmente ser copiado pelo Brasil.

Geografia, disponibilidade hídrica, energia, tarifas e estrutura institucional são diferentes.

A lição replicável é outra: água de reúso deve entrar no planejamento de oferta antes da crise hídrica, e não depois dela.

Grandes consumidores industriais podem ter papel fundamental nesse mercado.

6. O esgoto começa a ser tratado como fonte de valor

Outro eixo central do congresso é Wastewater and Resource Recovery.

Na quarta-feira, 7 de outubro, o Bioresource Forum discutirá recuperação de energia, nutrientes e materiais a partir dos sólidos provenientes do tratamento de esgoto, além de modelos de sistemas concebidos desde o início para circularidade. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Essa agenda altera a pergunta tradicional.

Em vez de simplesmente perguntar quanto custa tratar e dispor o lodo, passa-se a perguntar:

o que existe dentro desse fluxo que pode gerar valor?

Biogás, energia, nutrientes, água recuperada e outros materiais começam a fazer parte da economia das ETEs.

Naturalmente, nem todo projeto será economicamente viável. Escala, logística, qualidade do material recuperado, legislação e existência de mercado consumidor precisam ser avaliadas.

Porém, considerar o esgoto exclusivamente como passivo já representa uma visão incompleta da infraestrutura moderna.

7. Saúde pública volta para dentro da estratégia das utilities

PFAS, resistência antimicrobiana, vigilância epidemiológica pelo esgoto e sistemas de alerta precoce aparecem entre os assuntos do programa técnico.

Na quarta-feira, o One Health Forum pretende discutir a relação entre água, saúde, alimentos, território e meio ambiente. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Esse movimento merece atenção.

A companhia de saneamento do futuro não administrará somente vazão, pressão e carga orgânica.

A capacidade de detectar alterações na qualidade da água e do esgoto poderá se tornar parte cada vez mais importante dos sistemas de inteligência operacional.

Isso exige laboratórios, sensores, bancos de dados, rastreabilidade e profissionais capazes de interpretar informações que antes permaneciam restritas a áreas muito especializadas.

8. Regulação e gestão passam a determinar a velocidade da inovação

Talvez uma das discussões mais importantes do IWA World Water Congress 2026 não envolva equipamento algum.

O International Water Regulators Forum está sendo estruturado em torno de temas como regulação adaptativa, mudanças climáticas, inovação e novos desafios enfrentados pelas entidades reguladoras. (IWA World Water Congress & Exhibition)

No Brasil, essa discussão encontra um setor passando por intensa transformação normativa.

A ANA já publicou normas de referência relacionadas a indicadores operacionais, condições gerais da prestação, estrutura tarifária, perdas e, em agosto de 2026, contabilidade regulatória. (Serviços e Informações do Brasil)

A tecnologia, portanto, não poderá avançar desconectada da regulação.

Smart meters, inteligência artificial, reúso, recuperação de recursos e novos modelos de infraestrutura precisarão responder a perguntas econômicas fundamentais:

Quem paga?

Como o investimento entra na base regulatória?

Que benefício será entregue ao usuário?

Como medir o resultado?

Qual risco fica com o prestador?

Existe incentivo regulatório para eficiência?

São questões tão relevantes quanto escolher sensores ou softwares.

O Brasil tem um desafio adicional: inovar enquanto universaliza

Existe uma diferença importante entre parte das utilities representadas em Glasgow e muitas companhias brasileiras.

O Brasil precisa modernizar sistemas enquanto ainda expande significativamente a cobertura.

A legislação brasileira mantém como referência de universalização, até 31 de dezembro de 2033, atendimento de 99% dos domicílios com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgotos, observadas as condições estabelecidas pela regulação. (Serviços e Informações do Brasil)

Ao mesmo tempo, há volumes relevantes de investimento sendo mobilizados. Segundo o Ministério das Cidades, somente as seleções do Novo PAC destinadas ao saneamento alcançaram R$ 22,1 bilhões em 2025, totalizando R$ 61 bilhões desde 2023. (Serviços e Informações do Brasil)

Isso cria uma oportunidade pouco percebida.

O país não precisa necessariamente universalizar utilizando apenas tecnologias e modelos operacionais concebidos décadas atrás.

Parte da infraestrutura que ainda será construída pode nascer digitalizada, setorizada, preparada para telemetria, medição inteligente, eficiência energética e gestão de ativos baseada em dados.

Um congresso que também coloca operadores no centro

Outro aspecto positivo do IWA World Water Congress 2026 é a valorização explícita das competências operacionais.

O Operations Challenge não premia apenas quem conhece conceitos teóricos. Coloca profissionais em uma situação simulada na qual conhecimento da rede, interpretação de dados, rapidez de decisão e coordenação entre pessoas são fundamentais. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Isso traz uma lição importante.

Transformação digital não elimina conhecimento operacional.

Ela aumenta seu valor.

Um algoritmo pode detectar anomalia de pressão. Mas alguém precisa compreender o comportamento hidráulico da rede.

Um sistema pode prever uma falha. Mas alguém precisa decidir quando intervir.

Um modelo pode recomendar determinada manobra. Mas profissionais experientes precisam avaliar consequências sobre abastecimento, segurança e clientes.

A utility do futuro será mais tecnológica, mas também exigirá profissionais mais preparados.

O que gestores e profissionais devem observar

A programação de Glasgow pode ser transformada em uma agenda prática para empresas brasileiras:

  1. Tratar dados como infraestrutura. Sem macromedição, cadastro, sensores e integração confiáveis, digitalização e IA produzem pouco valor.
  2. Integrar perdas, ativos e operação. Vazamento, pressão, submedição, fraude e renovação de redes precisam fazer parte da mesma estratégia econômica.
  3. Criar cenários climáticos. Planejamento de longo prazo deve considerar seca, chuva extrema, alteração dos mananciais e crescimento da demanda.
  4. Mapear oportunidades de reúso. Grandes clientes industriais podem ser os primeiros mercados economicamente viáveis.
  5. Avaliar recursos existentes no esgoto. Energia, nutrientes e água recuperada podem reduzir custos ou criar receitas.
  6. Experimentar IA em problemas específicos. Começar por casos com benefício mensurável, como vazamentos, previsão de demanda, anomalias, manutenção ou atendimento.
  7. Desenvolver competências operacionais. Tecnologia precisa ampliar — e não substituir — o conhecimento das equipes.
  8. Levar inovação para a regulação. O benefício econômico e operacional precisa ser demonstrável para sustentar novos investimentos.

Um detalhe da programação que merece atenção

As visitas técnicas também revelam a lógica do congresso.

Os participantes poderão conhecer o sistema de abastecimento de Glasgow e Loch Katrine, inovações na estação de tratamento de esgoto de Winchburgh, instalações de abastecimento de Edimburgo e o Glasgow Smart Canal, iniciativa que conecta infraestrutura urbana e adaptação climática. (IWA World Water Congress & Exhibition)

A mensagem é simbólica.

O futuro da água não será construído apenas dentro das ETAs e ETEs.

Ele envolverá cidades, bacias, clientes, indústrias, energia, clima, dados e planejamento territorial.

A utility resiliente será diferente da utility eficiente

Talvez essa seja a principal conclusão do IWA World Water Congress 2026.

Durante muito tempo, uma boa companhia de saneamento poderia ser definida principalmente pela capacidade de produzir água de qualidade, operar redes, tratar esgoto e controlar custos.

Essas competências continuam fundamentais.

Mas a utility que se prepara para as próximas décadas precisará de algo além.

O Utility Leaders Forum realizado em 5 de outubro foi estruturado justamente sobre a ideia de liderar em um ambiente de disrupção. Entre as pressões identificadas pela organização estão extremos climáticos, riscos cibernéticos e geopolíticos, envelhecimento dos ativos, cadeias de suprimentos, falta de mão de obra qualificada e ciclos elevados de investimento. (IWA World Water Congress & Exhibition)

Eficiência procura fazer melhor aquilo que já existe.

Resiliência exige capacidade de continuar funcionando quando as condições mudam.

As melhores empresas provavelmente precisarão das duas.

Conclusão: Glasgow aponta uma mudança de mentalidade

O IWA World Water Congress 2026 não apresenta uma única tecnologia capaz de transformar o saneamento.

E justamente aí está sua principal mensagem.

IA sem dados confiáveis não resolve a operação. Reúso sem mercado e planejamento econômico pode não ser sustentável. Sensores sem processo decisório geram apenas mais informação. Soluções baseadas na natureza sem governança dificilmente alcançam escala. Infraestrutura sem análise climática pode nascer inadequada para as próximas décadas.

A transformação está na integração dessas ferramentas.

Para o Brasil, isso é especialmente importante porque uma parcela relevante da infraestrutura necessária à universalização ainda será construída.

Existe, portanto, uma oportunidade histórica: não apenas construir mais saneamento, mas construir sistemas melhores do que aqueles que vieram antes.

O profissional que acompanha o IWA World Water Congress 2026 deveria observar menos qual equipamento chamou mais atenção na exposição e mais quais competências estão sendo construídas pelas utilities.

Dados. Resiliência. Gestão de ativos. Circularidade. Inteligência operacional. Regulação. Liderança. Conhecimento técnico.

Essa combinação provavelmente definirá quais empresas conseguirão transformar investimento em serviço efetivamente melhor para o cliente.

E, sobretudo, quais profissionais estarão preparados para liderá-las.

Fontes e referências

International Water Association — IWA World Water Congress & Exhibition
Programme Overview — Glasgow 2026
Acessar programação oficial

International Water Association — IWA World Water Congress & Exhibition
Página oficial do congresso e keynote speakers
Acessar página oficial

International Water Association
Forums and Summit — World Water Congress 2026
Acessar fóruns do congresso

International Water Association
Operations Challenge — 6 e 7 de outubro de 2026
Acessar Operations Challenge

International Water Association
2026 Utility Leaders Forum — Infrastructure futures: leading through disruption
Acessar Utility Leaders Forum

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Resolução ANA nº 275/2025 — Norma de Referência nº 15/2025 sobre redução e controle de perdas
Acessar Resolução ANA nº 275/2025

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Normas de Referência para o saneamento básico
Consultar normas da ANA

Ministério das Cidades
Marco Legal do Saneamento e metas de universalização
Acessar Marco Legal do Saneamento

Ministério das Cidades
Brasil tem ano de investimentos e avanços em saneamento básico — 14 jan. 2026
Acessar publicação

PUB — Singapore’s National Water Agency
Singapore’s Water Loop
Conhecer a estratégia hídrica de Singapura

PUB — Singapore’s National Water Agency
NEWater
Conhecer o sistema NEWater

Scottish Water
Our Sustainable Future Together — Long Term Strategy — maio de 2025
Acessar estratégia da Scottish Water

United Utilities
United Utilities rolls out new AI tool to tackle storm overflows — 16 jul. 2025
Acessar caso de inteligência artificial