A Sabesp está percorrendo propriedades rurais de 29 municípios das regiões de Itapetininga, Avaré e Itapeva para descobrir algo que parece básico, mas que ainda representa um dos maiores desafios do saneamento brasileiro: onde estão os imóveis, de onde vem a água utilizada pelas famílias e para onde vai o esgoto produzido por elas.
A ação integra o Programa Brotar, que pretende mapear cerca de 820 mil domicílios rurais nos 371 municípios vinculados à URAE-1 atendidos pela companhia. Em junho de 2026, o Governo de São Paulo informou que mais de 545 mil domicílios e estruturas rurais já haviam sido mapeados por cerca de 550 recenseadores. A atual etapa no Sudoeste Paulista ocorre entre agosto e dezembro de 2026. (Prefeitura Municipal de Capão Bonito)
Mas o impacto vai muito além da produção de um cadastro.
O levantamento pode ajudar a responder uma questão estratégica para qualquer companhia que pretenda avançar no saneamento rural: quando a rede convencional deixa de ser a melhor solução e qual tecnologia deve substituí-la?
Essa decisão influencia investimentos, operação, manutenção, tarifas, meio ambiente, indicadores regulatórios e até a capacidade de cumprir metas de universalização.
O que está acontecendo no Sudoeste Paulista
Nos 29 municípios incluídos nessa etapa, recenseadores visitam propriedades rurais identificados e utilizam tablets para registrar informações georreferenciadas.
O levantamento procura conhecer as formas atuais de abastecimento de água, a destinação dos efluentes sanitários, características socioambientais das propriedades e necessidades das famílias.
Entre os municípios abrangidos estão Capão Bonito, Avaré, Itapeva, Itararé, Buri, Guapiara, Ribeirão Branco, Paranapanema, Piraju, Itaí e outras localidades das três regiões.
A coordenada geográfica de cada imóvel permite transformar respostas de questionário em informação territorial. Em vez de conhecer apenas quantos domicílios precisam de atendimento, torna-se possível saber onde estão, qual a distância entre eles, quais soluções já utilizam e como estão distribuídos no território. (Prefeitura Municipal de Capão Bonito)
Essa diferença é decisiva no campo.
Em uma área urbana densa, algumas centenas de novas ligações podem ser atendidas com poucos quilômetros de rede. Em áreas rurais dispersas, a mesma quantidade de famílias pode estar distribuída por dezenas ou centenas de quilômetros.
Portanto, copiar o modelo urbano pode produzir obras caras, longas e difíceis de operar.
O saneamento rural brasileiro exige outra lógica
Os números nacionais ajudam a entender o problema.
Dados do IBGE referentes a 2022 mostram que apenas 32% dos domicílios rurais brasileiros tinham a rede geral como principal forma de abastecimento de água. Outros 29,7% utilizavam principalmente poços profundos ou artesianos, enquanto poços rasos, nascentes e outras alternativas tinham participação relevante. (IBGE)
No esgotamento sanitário, a diferença entre campo e cidade é ainda maior.
Entre os domicílios rurais, apenas 4,4% utilizavam rede geral ou pluvial diretamente e outros 5% possuíam fossa séptica ligada à rede. Cerca de 40,2% utilizavam fossa séptica não ligada à rede e 50,5% estavam classificados em outras formas de esgotamento, incluindo fossas rudimentares, valas e lançamentos em corpos d’água. (Agência de Notícias IBGE)
Esses números ajudam a desmontar uma percepção comum: universalização do saneamento rural não pode ser confundida automaticamente com universalização de redes convencionais.
A própria política federal de saneamento rural reconhece essa diferença. O Programa Nacional de Saneamento Rural, formulado pela Funasa em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais, estrutura sua abordagem em três eixos inseparáveis: tecnologia, gestão dos serviços e educação e participação social.
A lógica é escolher soluções compatíveis com as características de cada território, e não simplesmente transportar para o campo a infraestrutura desenvolvida para cidades densamente ocupadas. (Serviços e Informações do Brasil)
O censo também virou uma questão regulatória
Esse é um dos aspectos mais importantes para profissionais de empresas de saneamento.
A Lei nº 11.445/2007, após as alterações introduzidas pela Lei nº 14.026/2020, estabeleceu metas nacionais de atendimento de 99% da população com água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033. (Presidência da República)
A Norma de Referência nº 8/2024 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico reforçou o monitoramento dessas metas e prevê avaliação específica das áreas rurais nos instrumentos de planejamento. A regulação também reconhece que métodos alternativos e descentralizados podem integrar o atendimento em áreas rurais, remotas ou de difícil atendimento convencional, conforme as regras aplicáveis. (Serviços e Informações do Brasil)
No caso da Sabesp, o novo Contrato de Concessão nº 01/2024 estabeleceu universalização até 31 de dezembro de 2029 na área atendível, antecipando em quatro anos a referência federal de 2033.
E existe uma diferença importante em relação ao passado: o contrato passou a contemplar expressamente usuários e territórios rurais dentro da área atendível, observadas as restrições legais e regulatórias. (Governo do Estado de São Paulo)
Portanto, conhecer o território deixou de ser apenas uma ferramenta de engenharia.
Cadastro virou instrumento regulatório.
O que acontece se o cadastro rural não for realizado
Os anexos técnicos do contrato da Sabesp tornam esse vínculo ainda mais claro.
A companhia deve realizar levantamentos, atualizar informações e informar a situação da prestação nas áreas rurais. Os documentos contratuais também preveem consequências relacionadas ao Fator U, mecanismo associado ao cumprimento das metas de universalização e utilizado no cálculo do reajuste tarifário. (SABESP)
Isso cria uma cadeia de gestão que merece atenção:
cadastro → planejamento → investimento → ligação/solução → atendimento → indicador → regulação → receita.
O dado cadastral, portanto, deixa de ser uma informação acessória.
Ele passa a integrar o próprio modelo econômico da concessão.
O painel de universalização da Sabesp reforça a dimensão do desafio. Na atualização de agosto de 2026, os indicadores agregados de áreas informais + rurais mostravam realização equivalente a 85,21% da meta apresentada para novas economias residenciais de água e 66,07% no indicador correspondente de esgoto. A companhia ressalva que os resultados ainda estão sujeitos à validação da ARSESP e do verificador independente. (Sabesp RI)
A diferença entre água e esgoto não surpreende tecnicamente. O esgotamento de localidades dispersas costuma exigir análises adicionais sobre topografia, destino final, infiltração, disponibilidade de área, corpo receptor, licenciamento, operação e disposição do lodo.
Nem toda propriedade deverá receber rede de esgoto
Esse talvez seja o ponto técnico mais relevante do Programa Brotar.
O Governo de São Paulo já informou que, quando a extensão das redes convencionais não for tecnicamente adequada, poderão ser avaliadas alternativas como fossas sépticas, biodigestores ou pequenas unidades de tratamento, de acordo com a situação encontrada. (Biblioteca Jurídica)
Na prática, o banco de dados georreferenciado pode permitir que cada comunidade seja enquadrada em uma espécie de árvore de decisão.
Um aglomerado rural relativamente denso e próximo de infraestrutura existente pode justificar extensão de rede.
Outra comunidade pode demandar sistema coletivo independente, com captação, tratamento, reservação e distribuição próprios.
Uma terceira situação, formada por propriedades muito afastadas umas das outras, pode exigir soluções individuais para água e esgoto, acompanhadas por algum modelo de monitoramento, manutenção e controle de qualidade.
É justamente aqui que o saneamento rural deixa de ser apenas projeto de engenharia e passa a exigir integração entre engenharia, operação, meio ambiente, regulação, área comercial, tecnologia e relacionamento com comunidades.
O maior risco é construir a solução e esquecer a operação
Historicamente, um problema recorrente em sistemas rurais é concentrar atenção na construção da infraestrutura e subestimar o que acontecerá depois.
Quem troca uma bomba?
Quem compra o hipoclorito?
Quem monitora a qualidade da água?
Quem executa a limpeza de uma unidade de tratamento?
Quem controla ligações e consumo?
Quem realiza leitura, faturamento e cobrança?
Quem atende o usuário quando o sistema falha?
Quem verifica periodicamente uma solução individual de esgotamento?
Essas perguntas são tão importantes quanto o dimensionamento hidráulico.
A própria estrutura conceitual do Programa Nacional de Saneamento Rural brasileiro destaca que infraestrutura, gestão dos serviços e participação da comunidade precisam caminhar juntas para garantir sustentabilidade. (Serviços e Informações do Brasil)
Ceará mostra que operação rural exige modelo próprio
Uma das principais referências brasileiras está no Ceará.
O Sistema Integrado de Saneamento Rural, o Sisar, funciona por meio de gestão compartilhada entre estruturas regionais e associações comunitárias, com apoio técnico da Cagece.
Segundo dados divulgados pela companhia, o modelo atendia, em agosto de 2025, 174 municípios, 1.496 localidades, 307.641 famílias e aproximadamente 1,14 milhão de pessoas. (Portal Cagece)
A Cagece mantém uma Gerência de Saneamento Rural e presta suporte técnico aos Sisars. O modelo envolve manutenção, capacitação, apoio administrativo e atividades comerciais, enquanto comunidades participam diretamente da gestão local. (Portal Cagece)
Não significa que São Paulo deva copiar o Ceará.
As condições territoriais, institucionais, climáticas e contratuais são diferentes.
Mas existe uma lição diretamente aplicável: sistemas rurais precisam de estrutura permanente de operação depois que a obra termina.
Para uma companhia que está mapeando centenas de milhares de propriedades, essa definição pode ser tão importante quanto escolher entre rede, fossa séptica, biodigestor ou pequena estação de tratamento.
O Chile oferece outro modelo interessante
A experiência internacional também mostra que o saneamento rural costuma exigir estruturas institucionais específicas.
No Chile, a Lei nº 20.998 criou um marco próprio para os Serviços Sanitários Rurais. O modelo reconhece comitês e cooperativas como operadores dos sistemas e atribui ao Ministério de Obras Públicas responsabilidades relacionadas à infraestrutura, apoio, capacitação e supervisão. (Servicios Sanitarios Rurales)
O sistema chileno informa atualmente 2.475 Serviços Sanitários Rurais e aproximadamente 2,39 milhões de beneficiários. (Servicios Sanitarios Rurales)
Outro detalhe é especialmente relevante para o Brasil: a legislação chilena admite expressamente soluções descentralizadas de saneamento quando a conexão à rede não apresenta viabilidade técnica. (Servicios Sanitarios Rurales)
A comparação ajuda a mostrar que diferentes países chegaram a uma conclusão semelhante: dispersão populacional exige flexibilidade tecnológica e institucional.
Impacto operacional: será necessário administrar milhares de pequenos sistemas
Caso o Programa Brotar resulte na implantação de soluções coletivas descentralizadas e sistemas independentes, a Sabesp enfrentará um desafio diferente daquele de operar grandes sistemas urbanos.
Em vez de poucas instalações de grande porte, podem surgir inúmeras pequenas estruturas espalhadas por extensos territórios.
Isso altera a logística de manutenção preventiva, reposição de equipamentos, análise da qualidade da água, deslocamento das equipes, gerenciamento de estoque, telemetria e atendimento emergencial.
Nesse contexto, tecnologias de monitoramento remoto podem ganhar importância.
Pressão, nível de reservatório, vazão, funcionamento de bombas, cloro residual e outros parâmetros podem ser acompanhados remotamente em determinados sistemas, reduzindo deslocamentos desnecessários.
Mas tecnologia não elimina o trabalho de campo.
Ao contrário: quanto mais distribuída a infraestrutura, mais importante se torna contar com equipes capacitadas, rotas eficientes de manutenção e informações cadastrais confiáveis.
Impacto comercial: nasce uma nova base de clientes
O saneamento rural também representa um problema comercial que muitas companhias ainda precisarão aprender a administrar.
O censo pode se transformar no embrião do cadastro comercial desses futuros usuários.
Isso envolve identificação de imóveis, titularidade da ligação, medição, faturamento, tarifa aplicável, canais de atendimento, regras para ligação, manutenção de instalações, atualização cadastral e comunicação com comunidades que historicamente não mantiveram relação comercial com a concessionária.
A chegada do serviço também precisa ser explicada.
Uma família que durante décadas utilizou poço próprio pode perguntar por que deveria se conectar a um novo sistema. Outra pode possuir uma solução de esgotamento considerada adequada. Há ainda questões de capacidade de pagamento, confiança e percepção do valor do serviço.
Por isso, a universalização física precisa ser acompanhada pela construção de uma relação de serviço.
O que gestores devem observar
O caso paulista deixa uma agenda prática que pode ser adaptada por outras companhias:
- Mapear antes de projetar. Coordenadas, densidade populacional, fontes de água, esgotamento existente, topografia e acessibilidade precisam orientar a solução.
- Separar rede de universalização. A meta deve ser atendimento adequado e sustentável; rede convencional é uma das alternativas, não necessariamente a única.
- Definir quem opera antes de construir. Todo projeto precisa nascer com responsabilidades de manutenção, monitoramento e reposição claramente estabelecidas.
- Integrar cadastro técnico e comercial. O imóvel localizado pelo censo poderá se tornar cliente, ativo, ponto de manutenção e unidade de cálculo regulatório.
- Criar indicadores específicos para o rural. Cobertura, qualidade da água, continuidade, atendimento, custo por ligação e desempenho das soluções descentralizadas precisam ser acompanhados.
- Planejar o custo do ciclo de vida. A solução aparentemente mais barata na implantação pode se tornar cara quando são incluídos deslocamento, energia, produtos químicos, limpeza e manutenção durante décadas.
- Manter participação permanente das comunidades. Explicar a solução, responsabilidades, tarifas e benefícios reduz resistência e melhora a sustentabilidade da prestação.
O que pode dar errado
O primeiro risco é um cadastro incompleto.
Propriedades não visitadas, imóveis temporariamente vazios, estradas de difícil acesso ou baixa participação dos moradores podem gerar uma fotografia territorial distorcida.
Outro risco é utilizar apenas o custo inicial como critério para selecionar tecnologias.
Sistemas descentralizados precisam ser analisados considerando vida útil, manutenção, disponibilidade de peças, frequência de limpeza, consumo energético, necessidade de operador, qualidade do efluente e capacidade institucional de acompanhamento.
Existe ainda o risco de fragmentação das informações.
Se o banco georreferenciado do censo não conversar com sistemas de engenharia, cadastro comercial, gestão de ativos, atendimento ao cliente e planejamento de investimentos, parte importante do valor do levantamento poderá ser perdida.
A oportunidade pouco percebida: criar o cadastro rural digital
O Programa Brotar pode gerar algo mais valioso do que um diagnóstico pontual: uma base territorial permanente para a gestão do saneamento rural.
Cada ponto georreferenciado pode futuramente estar associado à solução instalada, características técnicas, histórico de manutenção, consumo, qualidade da água, ocorrências, investimento realizado e situação de atendimento.
Esse tipo de estrutura aproxima saneamento rural, GIS, gestão de ativos e inteligência operacional.
A partir daí, a companhia pode deixar de perguntar apenas “quantas propriedades foram atendidas?” e começar a responder perguntas mais sofisticadas:
Qual solução apresenta menor custo por família?
Onde existem sistemas com maior frequência de manutenção?
Quais comunidades apresentam maior risco de contaminação?
Onde uma extensão de rede passou a ser economicamente justificável devido ao crescimento da ocupação?
Quais soluções descentralizadas estão atingindo o desempenho esperado?
Essa evolução transforma cadastro em inteligência operacional.
Lições para profissionais de saneamento
O Censo Rural da Sabesp traz uma mensagem importante para engenheiros, técnicos, operadores, profissionais comerciais, reguladores, gestores e especialistas em tecnologia.
O saneamento rural começa muito antes da obra.
Começa conhecendo o território.
Depois é necessário transformar informação em projeto, projeto em solução adequada, solução em operação sustentável e operação em serviço permanente para a população.
O profissional que entende apenas a infraestrutura enxerga uma parte do problema.
Quem compreende também cadastro, regulação, operação, custos, tecnologia, meio ambiente e comportamento do usuário consegue enxergar o sistema inteiro.
E provavelmente será essa capacidade multidisciplinar uma das competências mais importantes na próxima etapa da universalização brasileira.
Conclusão: o campo pode mudar a lógica da universalização
O Programa Brotar mostra que a fronteira mais difícil da universalização poderá não estar nas grandes obras metropolitanas, mas nos milhares de pequenos pontos espalhados pelo território.
São propriedades distantes, comunidades pequenas e situações em que a relação tradicional entre quilômetros de rede e quantidade de clientes deixa de funcionar.
A resposta não será uma única tecnologia.
Em alguns locais, a solução será rede. Em outros, sistemas comunitários. Em outros, tecnologias descentralizadas.
O elemento comum será informação confiável.
Ao georreferenciar propriedades, identificar soluções existentes e relacionar essas informações às metas contratuais, a Sabesp transforma o saneamento rural em um problema mensurável, planejável e regulável.
Para outras companhias brasileiras, a principal lição não é simplesmente realizar um censo semelhante.
É perceber que universalizar áreas rurais exige construir uma cadeia completa:
conhecer → planejar → escolher → implantar → operar → monitorar → atualizar.
Sem isso, pode haver obra sem serviço sustentável.
Com isso, o saneamento rural deixa de ser tratado como uma extensão residual do sistema urbano e passa a ocupar o espaço que precisa ter dentro da estratégia de universalização.
Fontes e referências
Prefeitura Municipal de Capão Bonito
Sabesp inicia Censo Rural em 29 municípios do Sudoeste Paulista para expandir redes de água e esgoto
21 de setembro de 2026
Acessar publicação original
Governo do Estado de São Paulo / Agência SP
Censo Rural amplia acesso ao saneamento básico em áreas historicamente excluídas
13 de junho de 2026
Acessar publicação
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Atualização: agosto de 2026
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Sabesp — Relações com Investidores
Ambiente regulatório e Contrato de Concessão da URAE-1
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Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
ANA publica norma de referência sobre universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário
10 de maio de 2024
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Presidência da República
Lei nº 14.026/2020 — Atualização do Marco Legal do Saneamento
15 de julho de 2020
Acessar legislação
IBGE — Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Características gerais dos domicílios e dos moradores — PNAD Contínua 2022
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IBGE — Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
Dados sobre esgotamento sanitário urbano e rural — 2022
Acessar dados
Fundação Nacional de Saúde — Funasa
Programa Nacional de Saneamento Rural
Acessar programa
Companhia de Água e Esgoto do Ceará — Cagece
Saneamento Rural — Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar)
Dados atualizados em 2025
Acessar referência
Companhia de Água e Esgoto do Ceará — Cagece
Modelo cearense de saneamento rural sustentável alcança mais de 1,1 milhão de pessoas
14 de outubro de 2025
Acessar publicação
Ministerio de Obras Públicas do Chile
Ley nº 20.998 de Servicios Sanitarios Rurales
Acessar legislação e explicação oficial
Ministerio de Obras Públicas do Chile
Servicios Sanitarios Rurales — cobertura nacional
Acessar dados do programa chileno
Ministerio de Obras Públicas do Chile
Perguntas e respostas sobre soluções descentralizadas e serviços sanitários rurais
Acessar referência técnica



