Resultados da Iguá: prejuízo esconde avanço operacional

Os resultados da Iguá no segundo trimestre de 2026 apresentam um daqueles casos em que olhar apenas para o lucro líquido pode levar a uma interpretação incompleta do desempenho de uma companhia de saneamento. A Iguá Saneamento registrou prejuízo líquido de R$ 198,9 milhões, 11,7% superior ao prejuízo de R$ 178,1 milhões registrado no mesmo período de 2025. Entretanto, paralelamente, a receita cresceu, o EBITDA avançou quase 38%, a margem operacional aumentou, o volume faturado subiu e as perdas no faturamento recuaram. (UOL Economia⁠)

Portanto, existe uma aparente contradição: como uma empresa pode melhorar operacionalmente e, ao mesmo tempo, registrar quase R$ 200 milhões de prejuízo?

A resposta está principalmente na estrutura financeira necessária para sustentar grandes concessões de saneamento. O resultado financeiro líquido da Iguá ficou negativo em R$ 514,6 milhões no trimestre, frente a R$ 404,3 milhões negativos no 2T25. Somente os juros sobre empréstimos, financiamentos e debêntures alcançaram R$ 532,9 milhões, crescimento de 35%. Ou seja, a atividade operacional evoluiu, porém o custo financeiro da expansão continuou pesando fortemente sobre o resultado final. (Mziq API⁠)

Essa dinâmica transforma os resultados da Iguá em um importante estudo de caso para profissionais do saneamento. Mais do que analisar lucro ou prejuízo, é necessário entender receita, EBITDA, perdas, volume faturado, base de clientes, CAPEX, dívida, custo de financiamento e estágio de maturação de cada concessão.

Principais números dos resultados da Iguá no 2T26

Os principais indicadores mostram uma companhia em expansão operacional:

  • Prejuízo líquido: R$ 198,9 milhões
  • Receita líquida ajustada: R$ 815,4 milhões
  • Crescimento da receita ajustada: 28,4%
  • EBITDA ajustado: R$ 343,5 milhões
  • Crescimento do EBITDA ajustado: 37,9%
  • Margem EBITDA ajustada: 42,1%
  • Investimentos: R$ 253,1 milhões
  • Crescimento dos investimentos: 42%
  • Volume faturado: 106,5 milhões de m³
  • Crescimento do volume faturado: 18%
  • Economias de água e esgoto: aproximadamente 2,4 milhões
  • Índice de Perdas no Faturamento: 44,8%
  • Dívida líquida: R$ 12,16 bilhões
  • Alavancagem consolidada: 8,83 vezes. (IguaAttachment.png)

Portanto, os resultados da Iguá mostram que o prejuízo não foi provocado por deterioração generalizada da operação. Pelo contrário, vários dos principais indicadores operacionais apresentaram melhora.

Receita cresce 28,4% e mostra avanço da operação

A receita líquida ajustada alcançou R$ 815,4 milhões, contra R$ 635,3 milhões no segundo trimestre de 2025. O crescimento foi de 28,4%. No acumulado dos seis primeiros meses de 2026, a receita líquida ajustada chegou a R$ 1,639 bilhão, avanço de 37,3%. (Mziq API⁠)

Além disso, a receita operacional líquida contábil alcançou R$ 1,060 bilhão no trimestre, crescimento de 23%. Dentro dessa composição, a receita de água aumentou 28%, chegando a R$ 534 milhões, enquanto a receita de esgoto cresceu 19,7%, para aproximadamente R$ 326,7 milhões. A receita de serviços avançou ainda mais: 47,9%, atingindo R$ 105,1 milhões. (Mziq API⁠)

A diferença entre receita operacional líquida e receita líquida ajustada é importante para quem analisa empresas de saneamento. Contratos de concessão possuem particularidades contábeis relacionadas aos investimentos realizados na infraestrutura. A própria Iguá exclui determinados efeitos associados à contabilização da construção das concessões para tentar apresentar uma visão mais próxima da atividade operacional recorrente. (Mziq API⁠)

É justamente por isso que a análise dos resultados da Iguá precisa ir além da demonstração contábil tradicional.

EBITDA de R$ 343,5 milhões indica melhora da operação

O EBITDA ajustado alcançou R$ 343,5 milhões, alta de 37,9% em relação ao segundo trimestre de 2025. Ao mesmo tempo, a margem EBITDA ajustada passou de 39,2% para 42,1%. (Revista TAE⁠)

Em termos simples, isso significa que a companhia conseguiu ampliar a geração operacional antes de considerar juros, impostos, depreciação e amortização.

Esse ponto é fundamental para compreender os resultados da Iguá.

Uma concessão pode apresentar crescimento operacional e EBITDA elevado, mas ainda gerar prejuízo líquido porque, depois do EBITDA, entram despesas financeiras relevantes, depreciação, amortização e demais efeitos contábeis.

No caso da Iguá, a distância entre a operação e o resultado final fica evidente: o EBITDA avançou, mas o resultado financeiro ficou negativo em R$ 514,6 milhões. Consequentemente, grande parte da geração operacional foi absorvida pelo custo da estrutura de financiamento utilizada para sustentar concessões intensivas em capital. (Mziq API⁠)

O verdadeiro peso está nos juros

O número mais importante para entender o prejuízo talvez não seja o próprio prejuízo.

É o resultado financeiro negativo de R$ 514,6 milhões.

No 2T25, esse valor havia sido negativo em R$ 404,3 milhões. Portanto, houve deterioração de 27,3%. Mais especificamente, os juros sobre empréstimos, financiamentos e debêntures passaram de R$ 394,9 milhões para R$ 532,9 milhões, aumento de 35%. (Mziq API⁠)

A administração relaciona parte desse movimento aos juros incorridos durante períodos de carência das debêntures ligadas às operações da Iguá Rio e Iguá Sergipe. Além disso, Sergipe e Iguaçu ainda atravessam fases de estruturação e maturação após o início de suas operações em 2025. (Mziq API⁠)

Em grandes projetos de infraestrutura, existe normalmente um intervalo entre investimento e maturação financeira. Primeiro são mobilizadas equipes, implantados sistemas, executadas obras, instalados medidores, estruturados processos comerciais e captados recursos. Posteriormente, a expansão da base faturada, a redução de perdas e os ganhos de eficiência aumentam progressivamente a geração de caixa.

Os resultados da Iguá mostram exatamente essa fase de transição.

A dívida líquida de R$ 12,16 bilhões merece atenção

A dívida bruta consolidada alcançou R$ 13,917 bilhões, enquanto caixa, aplicações financeiras e depósitos vinculados somavam aproximadamente R$ 1,757 bilhão. Dessa forma, a dívida líquida ficou em R$ 12,160 bilhões, 7,6% superior aos R$ 11,304 bilhões registrados no 2T25. (Mziq API⁠)

Entretanto, existe outro dado importante: a alavancagem, calculada pela relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado dos últimos 12 meses, caiu de 11,82 vezes para 8,83 vezes.

Portanto, embora a dívida tenha aumentado, o EBITDA cresceu em ritmo ainda maior, reduzindo a relação entre dívida e geração operacional. O EBITDA ajustado dos últimos 12 meses passou de aproximadamente R$ 956 milhões para R$ 1,377 bilhão, avanço de 46,1%. (Mziq API⁠)

Ainda assim, uma alavancagem de 8,83 vezes permanece elevada e exige disciplina financeira, crescimento do EBITDA e maturação das concessões.

Há também uma informação reveladora: excluindo Rio de Janeiro e Sergipe, a alavancagem seria de apenas 1,62 vez. Isso demonstra como os grandes projetos mais recentes concentram uma parcela relevante do endividamento do grupo. (Mziq API⁠)

Rio de Janeiro mostra como a maturação pode mudar a margem

A Iguá Rio oferece uma referência interessante dentro dos próprios resultados da Iguá.

No segundo trimestre, a operação registrou receita líquida ajustada de R$ 380,2 milhões, crescimento de 17,5%, enquanto o EBITDA ajustado alcançou R$ 207,1 milhões, avanço de 24,3%. A margem EBITDA atingiu expressivos 54,5%. (Revista TAE⁠)

Apenas por comparação matemática, a Iguá Rio respondeu por aproximadamente 60% do EBITDA ajustado consolidado do trimestre, embora essa participação seja apenas uma leitura proporcional dos números publicados e não uma segmentação contábil adicional divulgada pela companhia. (Revista TAE⁠)

Ao mesmo tempo, o Índice de Perdas no Faturamento da operação caiu para 49,5%, enquanto a base atingiu 722 mil economias de água e esgoto.

O caso ajuda a demonstrar por que a maturação das concessões é tão relevante: conforme ações comerciais, regularizações, investimentos e melhorias operacionais avançam, a infraestrutura instalada começa a gerar maior volume faturado e melhores margens.

Sergipe ainda está subindo a curva de maturação

Em Sergipe, o estágio é diferente.

A operação plena começou em maio de 2025. No 2T26, a receita líquida ajustada chegou a R$ 234,7 milhões, crescimento de 72,7%. O EBITDA ajustado aumentou 150,4%, alcançando R$ 60,1 milhões, enquanto a margem passou para 25,6%. (Revista TAE⁠)

O volume faturado avançou 56,2%, chegando a 36,7 milhões de m³, e a operação superou 1 milhão de economias de água e esgoto.

Por outro lado, o CAPEX alcançou R$ 143,4 milhões somente no trimestre, crescimento de 437,5%. Portanto, trata-se claramente de um ativo ainda em forte ciclo de implantação. (Revista TAE⁠)

O contrato de Sergipe prevê cerca de R$ 6,3 bilhões em investimentos ao longo da concessão, além de importantes intervenções destinadas à segurança hídrica, expansão de redes e universalização dos serviços. Para 2026, foram projetados aproximadamente R$ 500 milhões em investimentos, incluindo sistemas de bombeamento, reservatórios, adutoras e expansão de redes. (Igua⁠)

Iguaçu também ajuda a explicar o momento da companhia

A Iguaçu Saneamento iniciou operação plena em junho de 2025 dentro de uma PPP com a Sanepar para serviços de esgotamento sanitário em 28 municípios do Paraná.

O contrato possui prazo de 24 anos, prevê aproximadamente R$ 685 milhões em investimentos e busca alcançar 90% de cobertura de esgoto até 2033. (Igua⁠)

O primeiro ano foi fortemente dedicado à estruturação da operação, elaboração de projetos e preparação das etapas seguintes. Foram implantados mais de quatro quilômetros de novas redes e executadas 657 novas ligações de esgoto, além da elaboração de planos técnicos para os municípios atendidos. (Igua⁠)

Portanto, assim como Sergipe, Iguaçu ainda representa uma operação em fase inicial quando comparada a concessões mais maduras.

Perdas caem e revelam um indicador operacional estratégico

Outro ponto importante dos resultados da Iguá foi a redução do Índice de Perdas no Faturamento.

O indicador passou de 47,1% para 44,8%, queda de 2,3 pontos percentuais. A companhia associa a evolução a investimentos em setorização de redes, modernização da infraestrutura, controle de perdas, fiscalização e combate a irregularidades. (Igua⁠)

Para profissionais do saneamento, esse indicador merece atenção especial.

Reduzir perdas não significa apenas produzir ou comprar menos água para entregar o mesmo volume ao consumidor. Existe também a dimensão comercial: cadastro atualizado, hidrômetros funcionando corretamente, combate a ligações clandestinas, fiscalização, leitura adequada, regularização de usuários e transformação de água distribuída em água efetivamente faturada.

A companhia informou que intensificou ações de fiscalização e combate a fraudes, o que contribuiu para religações e aumento das economias ativas. Também foram adotadas estratégias comerciais para reduzir churn e ampliar a base ativa de clientes. (Mziq API⁠)

Isso demonstra como engenharia, operação e gestão comercial precisam funcionar conjuntamente.

Volume faturado cresce muito mais que a base de clientes

Há outro dado especialmente relevante.

A quantidade de economias aumentou 3,8%, mas o volume faturado cresceu 18% no trimestre.

O volume de água faturado aumentou 20,8%, enquanto o de esgoto cresceu 13,8%. No primeiro semestre, o avanço do volume faturado foi ainda maior: 34%. (Mziq API⁠)

Essa diferença sugere que o crescimento não dependeu simplesmente da entrada de novos consumidores. Regularização comercial, expansão de cobertura, evolução das novas operações e recuperação de volumes antes não corretamente faturados também tiveram importância relevante, conforme explicações apresentadas pela companhia. (Mziq API⁠)

É uma das principais lições dos resultados da Iguá para gestores comerciais do saneamento: aumentar receita não depende somente de reajuste tarifário. Cadastro, medição, fiscalização, combate a irregularidades, ativação de esgoto, cobrança e gestão da base podem gerar efeitos significativos.

Investimentos aumentam 42%

O CAPEX alcançou R$ 253,1 milhões no segundo trimestre, contra R$ 178,2 milhões no mesmo período de 2025.

O investimento em redes de água passou de aproximadamente R$ 42,9 milhões para R$ 125,4 milhões, aumento de 192,4%. No primeiro semestre, os investimentos totais chegaram a R$ 437,9 milhões. (Mziq API⁠)

Os recursos estão sendo destinados a expansão de redes, modernização, segurança hídrica e eficiência operacional.

No Rio de Janeiro, por exemplo, existem investimentos no Complexo Lagunar, em sistemas de abastecimento, reservatórios e novas adutoras. Em Sergipe, os projetos incluem adutoras, macromedição, regularização de ligações e expansão da infraestrutura. Em Cuiabá, avança a construção da ETE Sul, cuja capacidade inicial projetada é de 60 litros por segundo e poderá chegar a 180 litros por segundo. (Mziq API⁠)

Consequentemente, grande parte da expansão financeira atual está associada à implantação de infraestrutura que poderá sustentar receitas futuras.

Aumento de capital reduz pressão sobre a estrutura financeira

Em maio de 2026, CPP Investments, AIMCo e BNDESPar realizaram um novo aumento de capital de R$ 700 milhões, sem alteração proporcional da estrutura societária.

Segundo a companhia, o objetivo foi reforçar a liquidez e apoiar investimentos em ativos estratégicos, modernização de infraestrutura, eficiência operacional e redução de perdas. (Igua⁠)

Além disso, a Iguá Sergipe realizou emissão de R$ 1,04 bilhão em debêntures, adquiridas pelo BID Invest, com prazo de 20 anos e remuneração equivalente a IPCA mais 7,97% ao ano. (Igua⁠)

Posteriormente, foi anunciado financiamento de R$ 770 milhões com o Banco do Nordeste, com prazo total de 24 anos, carência de até quatro anos e remuneração equivalente a IPCA mais 3,32% ao ano. Até a divulgação dos resultados, esse financiamento ainda não havia sido desembolsado. (Mziq API⁠)

A estratégia demonstra a busca por combinar capital dos acionistas, geração operacional e dívida de longo prazo.

O risco de refinanciamento também precisa ser acompanhado

A dívida da Iguá possui prazo médio informado de 9,53 anos, o que reduz a concentração de pagamentos no curtíssimo prazo. Entretanto, existe um vencimento relevante em 2029 relacionado ao empréstimo-ponte de R$ 2,65 bilhões utilizado pela Iguá Sergipe. (Mziq API⁠)

A estratégia indicada pela companhia é substituir esse empréstimo por financiamentos de longo prazo, buscando melhorar o custo de capital e reduzir o risco de refinanciamento.

Esse será um dos indicadores importantes a serem acompanhados nos próximos resultados da Iguá.

Não basta observar se a receita continuará crescendo. Também será necessário acompanhar a redução da alavancagem, a evolução do custo médio da dívida e a capacidade das concessões novas de transformar investimento em EBITDA e caixa.

O que os profissionais de saneamento podem aprender com os resultados da Iguá

Os números oferecem uma lição relevante sobre a complexidade da gestão moderna do saneamento.

Uma companhia de água e esgoto não é avaliada apenas pela quantidade de estações, reservatórios ou quilômetros de rede construídos. Existe uma cadeia integrada envolvendo operação, engenharia, gestão comercial, regulação, financiamento, tecnologia, atendimento ao cliente e controle de perdas.

Quando uma equipe reduz perdas, recupera clientes, regulariza uma ligação clandestina, melhora a medição, amplia a cobertura de esgoto ou reduz a inadimplência, existe impacto direto sobre a capacidade econômica da concessão.

Por isso, os profissionais de saneamento possuem papel central nesse processo.

Engenheiros tornam a infraestrutura mais eficiente. Operadores garantem continuidade e qualidade. Técnicos de perdas identificam desperdícios. Equipes comerciais transformam água entregue em receita corretamente faturada. Profissionais de atendimento preservam relacionamento e recuperação de crédito. Gestores financeiros estruturam recursos de longo prazo. Reguladores acompanham metas e sustentabilidade contratual.

O desempenho econômico de uma concessão é, portanto, consequência de milhares de decisões técnicas tomadas diariamente.

Prejuízo é sinal de crise na Iguá?

Os resultados da Iguá não permitem concluir simplesmente que a companhia enfrenta deterioração operacional.

Pelo contrário: receita, EBITDA, margem EBITDA, volume faturado, economias e investimentos apresentaram crescimento, enquanto o indicador de perdas no faturamento recuou. (Igua⁠)

Entretanto, também seria incorreto ignorar o tamanho do endividamento.

A dívida líquida de R$ 12,16 bilhões, a alavancagem consolidada de 8,83 vezes e uma despesa financeira líquida superior a R$ 500 milhões no trimestre mostram que o sucesso da estratégia dependerá da capacidade das concessões recentes de amadurecer, ampliar EBITDA, gerar caixa e reduzir progressivamente a relação entre dívida e geração operacional. (Mziq API⁠)

Portanto, existem duas histórias ocorrendo simultaneamente.

A primeira é operacionalmente positiva: aumento de receita, crescimento de volume, redução de perdas e melhoria de margem.

A segunda é financeiramente desafiadora: dívida elevada e juros que ainda pressionam significativamente o resultado líquido.

A evolução futura dependerá justamente do encontro dessas duas curvas.

A principal métrica dos próximos trimestres

Mais importante do que perguntar quando o prejuízo desaparecerá será acompanhar se a geração operacional continuará crescendo mais rapidamente do que a dívida e as despesas financeiras.

Se o EBITDA continuar avançando, as novas concessões aumentarem sua margem, o volume faturado crescer, as perdas diminuírem e financiamentos de longo prazo substituírem estruturas mais caras ou temporárias, a alavancagem poderá continuar recuando.

Por outro lado, se os custos financeiros permanecerem elevados por muito tempo ou os novos ativos demorarem mais do que o previsto para atingir maturidade operacional, a pressão sobre o resultado líquido permanecerá relevante.

É essa relação entre crescimento operacional, investimento e custo de capital que transforma os resultados da Iguá em um dos casos mais interessantes para acompanhamento no saneamento brasileiro.

Para os profissionais do setor, a mensagem é clara: universalizar saneamento exige muito mais do que construir infraestrutura. Exige transformar bilhões de reais em redes eficientes, clientes corretamente cadastrados, volumes medidos, perdas menores, esgoto efetivamente conectado, receita sustentável e qualidade de serviço.

No fim, são os profissionais de saneamento que transformam CAPEX em infraestrutura funcional — e infraestrutura funcional em saúde, qualidade de vida, eficiência e sustentabilidade econômica.

Fontes

  • Iguá Saneamento – Release oficial de Resultados do 2T26 e 6M26. Dados detalhados de receita, custos, resultado financeiro, EBITDA, endividamento e investimentos. (Mziq APIAttachment.png)
  • Iguá Saneamento – divulgação institucional dos resultados do 2T26. Indicadores operacionais, perdas, investimentos e desempenho de Rio e Sergipe. (IguaAttachment.png)
  • UOL Economia – Iguá Saneamento registra prejuízo de R$ 198,9 milhões no segundo trimestre. Síntese do balanço e das despesas financeiras. (UOL EconomiaAttachment.png)
  • Revista TAE – Iguá dará continuidade à maturação de seus principais ativos e à estratégia de crescimento. Dados operacionais e financeiros do trimestre. (Revista TAEAttachment.png)
  • Iguá Saneamento – Iguaçu Saneamento completa um ano de operação plena da PPP. Informações sobre investimentos, expansão e estágio de maturação da operação. (IguaAttachment.png)
  • Iguá Sergipe – balanço e projeções de investimentos em infraestrutura de água e esgoto. Informações sobre CAPEX, expansão e projetos estruturantes. (IguaAttachment.png)
  • Iguá Saneamento – aumento de capital de R$ 700 milhões. Informações sobre reforço de capital e estratégia financeira. (IguaAttachment.png)