A Embasa colocou em avaliação, no mesmo dia, duas tecnologias que atuam em problemas aparentemente distantes, mas que pesam diretamente no custo operacional de uma companhia de saneamento. Em 1º de setembro de 2026, foram registradas duas novas Manifestações de Interesse Privado em formato de Prova de Conceito: uma para avaliar o sistema de aeração OXYTARGET, da WTECH, e outra para testar a manta American Road Patch, apresentada pela Saint-Gobain Canalização.
As POCs da Embasa atacam, portanto, dois pontos relevantes do ciclo operacional: o elevado consumo energético do tratamento biológico de esgoto e a recorrência de problemas na recomposição de pavimentos após intervenções em redes.
O primeiro pode representar uma das maiores parcelas da conta de energia de uma estação de tratamento. O segundo pode transformar um serviço tecnicamente concluído em retrabalho, reclamação, custo adicional, desgaste institucional e nova mobilização de equipes.
A questão estratégica não é, portanto, se as duas tecnologias funcionam em condições controladas. É se conseguem produzir ganho mensurável, repetível e economicamente justificável nas condições reais de operação da Embasa.
E é exatamente para responder perguntas desse tipo que uma boa prova de conceito deve existir.
O que aconteceu
Segundo a relação oficial de ações realizadas pela Embasa, a MIP-05-DG-26 tem como objetivo avaliar a viabilidade técnica e operacional do sistema de aeração OXYTARGET no contexto das operações da companhia. A instituição proponente é a WTECH Indústria e Comércio Ltda.
Já a MIP-04-DG-26 avaliará o desempenho da manta de reparo asfáltico American Road Patch em trechos de pavimento selecionados pela Embasa, tendo como proponente a Saint-Gobain Canalização Ltda.
É importante observar o significado da expressão utilizada pela própria Embasa: trata-se de avaliação.
Até que os testes sejam concluídos, eventuais ganhos de economia, durabilidade, eficiência ou produtividade divulgados pelos fabricantes devem ser tratados como desempenhos declarados ou observados em outras aplicações, e não como resultados comprovados na realidade operacional da companhia baiana.
Essa distinção é fundamental.
As POCs da Embasa fazem parte de um movimento maior
As iniciativas de setembro não são episódios isolados. A página institucional da Embasa registra outras manifestações em 2026.
Em janeiro, a empresa recebeu uma POC envolvendo a tecnologia Volucalc para diagnóstico de eficiência energética em estações elevatórias de água e esgoto. Em julho, outra prova de conceito foi apresentada para avaliar o Biotreat na redução de escuma e melhoria operacional em condições anaeróbias de ETEs.
Dessa forma, as POCs da Embasa começam a revelar uma abordagem interessante: utilizar instalações reais para testar tecnologias antes de uma eventual adoção mais ampla.
Esse modelo pode reduzir um dos riscos mais comuns da inovação no saneamento: comprar uma solução baseada apenas em especificações comerciais e descobrir, posteriormente, que o desempenho prometido não se reproduz diante da variação de carga, clima, qualidade do esgoto, características construtivas, manutenção disponível ou rotina das equipes.
Uma POC bem estruturada transforma a instalação operacional em ambiente de aprendizado controlado.
Mas isso exige métricas.
OXYTARGET: por que a aeração merece tanta atenção
A aeração fornece oxigênio aos microrganismos responsáveis pela degradação da matéria orgânica em processos biológicos aeróbios de tratamento de esgoto.
Parece simples, mas energeticamente é um dos pontos mais relevantes de uma ETE.
O Departamento de Energia dos Estados Unidos aponta que a aeração costuma ser o maior consumidor energético de instalações de tratamento de esgoto, podendo superar 50% do consumo de energia da planta. O órgão destaca ainda que excesso de ar, equipamentos superdimensionados e ausência de controles podem desperdiçar energia e até prejudicar aspectos do processo.
Outro estudo da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA, trabalha com uma faixa de aproximadamente 25% a 60% da energia total da estação, dependendo das características da instalação.
Portanto, uma redução relativamente pequena de consumo na aeração pode adquirir relevância financeira quando multiplicada por milhares de horas anuais de funcionamento.
É justamente nesse ponto que a primeira das POCs da Embasa merece atenção muito além da área de tratamento.
Ela interessa à operação, à manutenção eletromecânica, ao planejamento, à gestão de energia, ao financeiro e, em última análise, à regulação tarifária.
Como funciona o OXYTARGET
A WTECH possui diferentes configurações na família OXYTARGET. Entre elas está o OXYTARGET FLEX, cuja proposta técnica envolve permitir mistura e aeração de forma independente.
Segundo o fabricante, quando a concentração de oxigênio dissolvido atinge o nível requerido pelo processo, o fornecimento de ar pode ser reduzido ou interrompido enquanto a mistura permanece ativa. A empresa cita como referência operacional concentrações entre 1,5 e 2,0 mg/L de oxigênio dissolvido em determinadas aplicações biológicas.
O princípio é tecnicamente importante.
Misturar e oxigenar não são exatamente a mesma necessidade.
Um reator pode precisar continuar mantendo sólidos e biomassa em suspensão mesmo quando não necessita receber a mesma quantidade de oxigênio. Em sistemas convencionais nos quais as duas funções ficam excessivamente vinculadas, pode ocorrer fornecimento de ar além da demanda biológica apenas para preservar condições hidráulicas ou de mistura.
Daí surge uma oportunidade de eficiência.
Entretanto, o ganho real depende de diversos fatores: profundidade do tanque, demanda de oxigênio, carga orgânica, transferência de massa, geometria, idade do lodo, temperatura, manutenção, controle automático, características do equipamento existente e comportamento diário da ETE.
Por isso, copiar percentuais de economia divulgados pelo fornecedor seria tecnicamente inadequado. A POC precisa produzir o percentual da Embasa.
O que deveria ser medido na POC de aeração
Esse é provavelmente o aspecto mais importante para os gestores.
Uma boa comparação não deveria se limitar a verificar se o equipamento “aera bem”. Deve comparar o sistema atual e a solução testada sob condições equivalentes.
Entre os indicadores mais relevantes estão:
- kWh consumidos por período;
- kg de oxigênio transferido por kWh;
- concentração e estabilidade do oxigênio dissolvido;
- atendimento aos parâmetros de qualidade do efluente;
- DBO, DQO e nitrogênio, quando aplicáveis;
- potência instalada e efetivamente demandada;
- horas de funcionamento;
- capacidade de mistura;
- disponibilidade do equipamento;
- frequência e duração das manutenções;
- necessidade de mão de obra;
- peças e consumíveis;
- confiabilidade de sensores e automação;
- custo total de propriedade.
O ponto decisivo está no último indicador.
Uma tecnologia mais cara na aquisição pode ser economicamente superior se consumir menos energia, necessitar menos manutenção e permanecer disponível por mais tempo.
Ao mesmo tempo, um equipamento energeticamente eficiente pode não ser vantajoso se apresentar baixa confiabilidade ou exigir manutenção incompatível com a estrutura de campo.
Benchmarking internacional mostra o tamanho da oportunidade
O interesse internacional em otimizar a aeração não é recente.
Um exemplo relevante está na estação de tratamento de Nosedo, em Milão, uma instalação com capacidade para aproximadamente 1,25 milhão de habitantes equivalentes.
Segundo estudo de caso publicado pela Veolia Water Technologies, a aplicação de controle e otimização digital envolvendo aeração, mistura, recirculação e outros processos permitiu redução de cerca de 25% no consumo energético associado à etapa biológica e economia operacional estimada em aproximadamente € 630 mil por ano, considerando também produtos químicos e outros componentes do processo.
Não se trata da mesma tecnologia testada pela Embasa, portanto a comparação não pode ser direta.
A lição é outra: a tendência internacional é deixar de operar a aeração como capacidade fixa e passar a entregar oxigênio conforme a necessidade efetiva do processo.
Sensores, automação, equipamentos eficientes e algoritmos estão convergindo nessa direção.
Para as POCs da Embasa, essa experiência ajuda a definir a pergunta correta. Não basta saber se o aerador funciona. É necessário saber quanto oxigênio útil é entregue por unidade de energia e qual o impacto disso no processo inteiro.
Eficiência energética também é questão de gestão
A legislação brasileira de saneamento estabelece eficiência e sustentabilidade econômica entre os princípios da prestação dos serviços.
O Ministério das Cidades também destaca que contratos e regulação devem induzir eficiência e uso racional de água e energia. Dados históricos do SNIS utilizados pelo ProEESA já mostravam despesas nacionais de bilhões de reais anuais com eletricidade no setor de saneamento.
Portanto, economizar energia não significa apenas reduzir uma conta.
Significa liberar recursos operacionais, reduzir exposição a aumentos tarifários de eletricidade, diminuir o custo de tratamento por metro cúbico e melhorar a eficiência dos ativos existentes.
American Road Patch: o segundo teste começa depois do reparo
A segunda das POCs da Embasa trata de um problema que praticamente todo profissional de manutenção de redes conhece: o serviço hidráulico termina, mas o problema com a via pode estar apenas começando.
Uma equipe corrige um vazamento, substitui uma tubulação ou executa uma ligação. A escavação é fechada, a base recomposta e o pavimento restaurado.
Algum tempo depois aparecem recalque, fissuração, abertura de junta ou deterioração nas interfaces entre pavimento antigo e novo.
A companhia retorna ao mesmo local.
Isso significa novo deslocamento, equipe, equipamentos, materiais, sinalização, possível interdição, fiscalização contratual e, frequentemente, nova reclamação do município ou da população.
A recomposição asfáltica precisa, portanto, ser entendida como parte do serviço de saneamento.
Como funciona a American Road Patch
A American Road Patch é uma manta aplicada sobre reparos no pavimento. Segundo a Saint-Gobain, o produto possui reforço com grade de fibra de vidro e forma uma camada de vedação sobre a região restaurada.
A versão comercializada no Brasil tem, de acordo com a empresa, 4,6 mm de espessura, resistência de 50 x 50 kN/m e rolos de 1 metro por 6,4 metros. A aplicação exige superfície limpa, seca e aquecida.
A lógica técnica está relacionada principalmente à água.
A patente associada ao conceito descreve a sobreposição do material sobre a superfície reparada para produzir uma vedação destinada a impedir a infiltração no corte recomposto.
Isso é particularmente interessante em intervenções de saneamento.
O corte executado para acessar uma tubulação cria interfaces entre materiais novos e o pavimento existente. Se essas interfaces permitirem entrada de água, a umidade pode atingir camadas inferiores e contribuir para perda de suporte e deterioração.
Mas existe um ponto fundamental: a manta não transforma uma base mal compactada em uma base bem executada.
Se houver deficiência na escavação, material inadequado, compactação insuficiente ou falha estrutural na recomposição, uma solução superficial não deve ser tratada como substituta das boas práticas de engenharia.
O que as POCs da Embasa deveriam descobrir no pavimento
Avaliar apenas o aspecto visual alguns dias depois seria pouco.
O ganho potencial precisa aparecer no comportamento ao longo do tempo.
Uma metodologia consistente poderia comparar trechos convencionais e trechos com a manta, considerando condições semelhantes de tráfego e pavimento.
Entre os indicadores estão:
- fissuração nas bordas;
- infiltração;
- perda de aderência;
- deformação;
- recalque;
- resistência ao tráfego;
- condição após período chuvoso;
- tempo de execução;
- tempo até liberação da via;
- custo inicial por metro quadrado;
- necessidade de retorno;
- custo acumulado de manutenção;
- vida útil do reparo.
A pergunta econômica não é “quanto custa a manta?”.
A pergunta correta é: quanto custa executar o reparo uma vez com a manta versus quantas vezes o mesmo local precisa ser mobilizado no método convencional?
O exterior mostra que recomposição é problema de utility
A experiência britânica oferece uma comparação particularmente útil.
Na Inglaterra, concessionárias de água, energia, gás e telecomunicações que abrem vias para executar serviços são obrigadas a restaurá-las segundo padrões específicos.
O Department for Transport reconhece que falhas de recomposição geram custos não apenas para a utility, que precisa retornar ao local, mas também para usuários da via e para o poder público responsável pelo pavimento.
A quarta edição da especificação britânica para recomposição de aberturas em rodovias também procurou facilitar a avaliação e introdução de novos materiais e métodos de recuperação.
Essa experiência traz uma lição importante para o Brasil: recomposição de pavimento não deve ser vista apenas como acabamento civil de um reparo hidráulico. É um indicador de qualidade do serviço da utility.
O que existe de evidência sobre a American Road Patch
Há casos internacionais divulgados pelo fabricante e pela Saint-Gobain.
Um dos exemplos apresentados envolve uma taxiway do aeroporto de Duluth, nos Estados Unidos, onde o material foi instalado em 2019 em uma área sujeita a tráfego pesado e condições severas de inverno. A Saint-Gobain informa que o reparo permaneceu em boas condições após sucessivos períodos de neve e operações de limpeza.
Também são divulgados resultados associados à Route 21, no Missouri.
Essas referências são relevantes como histórico tecnológico, porém não devem substituir a validação local.
Clima, composição do pavimento, intensidade do tráfego, técnica de aplicação, mão de obra e métodos de recomposição utilizados na Bahia podem produzir resultados diferentes.
É justamente por isso que a POC faz sentido.
Por que as POCs da Embasa precisam olhar custo de ciclo de vida
As duas iniciativas convergem para o mesmo conceito de gestão de ativos: o menor custo de compra nem sempre representa o menor custo para a empresa.
No OXYTARGET, o investimento inicial precisa ser confrontado com energia, manutenção, confiabilidade e desempenho do tratamento.
Na American Road Patch, o custo adicional do material precisa ser confrontado com retorno ao local, equipe, veículos, massa asfáltica, sinalização, tempo, reclamações e deterioração precoce.
Essa visão é particularmente relevante no saneamento porque os ativos permanecem em operação durante décadas.
Uma diferença aparentemente pequena de eficiência pode gerar grande resultado quando multiplicada por anos de utilização.
POC não pode virar demonstração comercial
Existe, entretanto, um risco de gestão.
Quando uma prova de conceito não possui critérios previamente definidos, ela pode terminar com avaliações subjetivas como “funcionou bem”, “a equipe gostou” ou “o resultado foi satisfatório”.
Isso é insuficiente para subsidiar uma decisão empresarial.
Uma POC da Embasa precisa começar com linha de base, critérios de aprovação, período mínimo de acompanhamento, condições de teste, indicadores mensuráveis e método de comparação.
Também deve existir registro das condições em que o resultado foi alcançado.
Caso contrário, uma boa demonstração pode ser confundida com uma tecnologia comprovadamente vantajosa.
Inovação aberta está avançando no saneamento brasileiro
A estratégia de testar antes de escalar também aparece em outras empresas do setor.
Em 2026, o Programa de Inovação Aberta da Sabesp estabeleceu uma etapa específica para execução de provas de conceito entre novembro de 2026 e janeiro de 2027. O regulamento divulgado pelo programa informa que a companhia não prevê aporte financeiro para as POCs, cuja continuidade depende de acordo entre as partes.
A Copasa também estruturou em 2026 o Copasa Challenge, desenvolvido com o FIEMG Lab, prevendo seleção de soluções, nivelamento técnico, contratação e execução de provas de conceito remuneradas.
Os modelos são diferentes, mas o movimento é semelhante: reduzir a distância entre inovação de mercado e operação real sem transformar cada teste em uma contratação definitiva.
Essa provavelmente será uma competência cada vez mais importante dentro das companhias.
O que gestores devem observar
As POCs da Embasa podem gerar muito mais valor se forem tratadas como experimentos de engenharia e gestão.
Antes do teste, deve existir uma fotografia clara da situação atual.
Durante o teste, é necessário medir.
Depois do teste, deve haver análise econômica.
E somente então deve surgir uma eventual decisão de escala.
Para o OXYTARGET, a comparação central deve envolver energia consumida versus oxigênio efetivamente entregue e qualidade do tratamento.
Para a American Road Patch, a comparação central deve envolver custo total versus durabilidade do reparo.
Sem essas relações, corre-se o risco de avaliar apenas tecnologia.
Com elas, avalia-se valor.
Lições para quem trabalha no saneamento
As duas POCs trazem cinco aprendizados que podem ser aplicados mesmo por companhias que nunca utilizem essas tecnologias.
Primeiro: despesas recorrentes merecem tanta atenção quanto grandes obras. Energia desperdiçada todos os dias e pequenas recomposições refeitas centenas de vezes podem representar valores relevantes.
Segundo: inovação precisa ser testada nas condições locais. Catálogos comerciais são ponto de partida, não conclusão.
Terceiro: indicadores devem ser definidos antes do início da POC. Escolher métricas depois de conhecer o resultado enfraquece a avaliação.
Quarto: custo de ciclo de vida deve superar a lógica do menor preço inicial.
Quinto: conhecimento das equipes de campo é indispensável. Operadores de ETE, eletromecânicos, fiscais, engenheiros, técnicos de manutenção e profissionais responsáveis pela recomposição enxergam dificuldades que frequentemente não aparecem em apresentações comerciais.
É nessa interação entre dados e experiência prática que uma POC ganha valor.
Conclusão
As POCs da Embasa não devem ser avaliadas pelo tamanho financeiro ou físico de cada teste. Seu verdadeiro valor está na capacidade de responder perguntas que podem melhorar decisões futuras.
Se uma tecnologia de aeração conseguir entregar a mesma ou melhor qualidade de tratamento utilizando menos energia e mantendo confiabilidade, existe um potencial relevante de redução de OPEX.
Se uma solução de recomposição conseguir reduzir retornos a cortes de pavimento e aumentar a vida útil do reparo, o impacto ultrapassa o custo da massa asfáltica: alcança produtividade, contratos, municípios, mobilidade urbana e percepção do cliente.
Entretanto, nenhuma dessas conclusões está dada.
É a medição que precisa demonstrá-las.
Por isso, o maior aprendizado das POCs da Embasa talvez não esteja apenas no OXYTARGET ou na American Road Patch. Está na consolidação de uma cultura em que inovação é submetida à operação real, comparada com uma linha de base e julgada por desempenho técnico e econômico.
Para empresas de saneamento pressionadas simultaneamente por universalização, eficiência, qualidade e sustentabilidade financeira, aprender a testar rapidamente — e medir corretamente — pode ser tão importante quanto escolher a tecnologia certa.
Fontes e referências
Embasa — Empresa Baiana de Águas e Saneamento
Ações Realizadas — MIP/PMI 2026
Consulta em 4 de setembro de 2026.
Acessar a fonte oficial da Embasa
WTECH Group
OXYTARGET FLEX — Sistema de aeração
Consulta em setembro de 2026.
Acessar página técnica do OXYTARGET FLEX
WTECH Group
Sistemas de aeração desenvolvidos para otimizar oxigenação e consumo energético
Consulta em setembro de 2026.
Acessar sistemas de aeração da WTECH
U.S. Department of Energy
Energy Savings Performance Contracting for Water Resource Recovery Facilities
Março de 2018.
Acessar estudo do Departamento de Energia dos EUA
U.S. Environmental Protection Agency — EPA
Evaluation of Energy Conservation Measures for Wastewater Treatment Facilities
Documento técnico sobre consumo e controle de aeração.
Acessar publicação da EPA
Ministério das Cidades
ProEESA — Projeto de Eficiência Energética no Abastecimento de Água
Atualizado em 2026.
Acessar página do ProEESA
PAM Saint-Gobain Brasil
American Road Patch — acabamento e impermeabilização de reparos em pavimentos
Consulta em setembro de 2026.
Acessar especificações da American Road Patch
Google Patents / American Road Patch LLC
Pothole and utility cut repair overlay and method of installation — US8858115B2
Patente concedida em 2014.
Acessar documento da patente
Saint-Gobain ADFORS
American Road Patch: Duluth Airport
Estudo de caso sobre aplicação em pavimento aeroportuário.
Acessar estudo de caso de Duluth
Department for Transport — Reino Unido
Reinstating a road after street works: new edition of the code of practice
Versão atualizada publicada em maio de 2020.
Acessar documentação do governo britânico
Veolia Water Technologies
Nosedo WWTP — Italy, Milan
Estudo de caso sobre otimização de tratamento, aeração e energia.
Acessar estudo de caso da ETE Nosedo
Parque de Inovação Tecnológica São José dos Campos / Sabesp
Programa de Inovação Aberta Sabesp 2026
Cronograma e regras para provas de conceito.
Acessar Programa de Inovação Aberta Sabesp
FIEMG Lab / Copasa
Copasa Challenge 2026
Programa de seleção e execução de provas de conceito.
Acessar Copasa Challenge 2026



