Rompimento de adutora da Compesa na BR-101 deixa lições

Um rompimento de adutora ocorrido por volta das 23h de 1º de setembro, no km 47 da BR-101, em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, ultrapassou rapidamente os limites de uma ocorrência convencional de manutenção. A falha atingiu uma tubulação do Sistema Botafogo, comprometeu o pavimento da rodovia, lançou fragmentos de asfalto contra veículos, deixou duas pessoas feridas e afetou o abastecimento de bairros de Abreu e Lima, Igarassu, Paulista e Olinda. (CBN Recife)

Para quem trabalha no saneamento, o episódio levanta uma questão mais relevante do que simplesmente descobrir quanto tempo será necessário para reparar a tubulação: como identificar, monitorar e proteger ativos cuja falha pode gerar consequências muito maiores do que a perda de água?

É justamente aí que o caso de Pernambuco se transforma em uma discussão sobre gestão de ativos, manutenção preditiva, redundância, contingência e risco operacional.

O que aconteceu na BR-101

Segundo as informações divulgadas, o vazamento foi identificado em uma adutora do Sistema Botafogo em uma travessia aérea em Abreu e Lima. A força da água comprometeu a pista exclusiva para ônibus e atingiu um BRT e um veículo que transportava estudantes. Uma adolescente de 17 anos e um motorista de 42 anos receberam atendimento médico. (CBN Recife)

Mais de 30 bairros, localidades ou áreas dos quatro municípios apareceram na relação de regiões com abastecimento comprometido. A Compesa informou inicialmente que pretendia retomar o fornecimento até o fim de 2 de setembro, com normalização gradual conforme o calendário de abastecimento de cada região. (Diario de Pernambuco)

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, segundo a CBN Recife, informou que aguardaria a conclusão do reparo da tubulação para avançar na recomposição do pavimento. Ou seja, uma única ocorrência hidráulica passou a exigir atuação coordenada entre saneamento, trânsito, infraestrutura rodoviária, atendimento de emergência e comunicação com a população. (CBN Recife)

Até as informações públicas consultadas para esta análise, não havia sido localizada divulgação conclusiva sobre a causa técnica específica da ruptura. Portanto, não é tecnicamente correto atribuir o evento a corrosão, pressão excessiva, golpe de aríete, falha de material ou qualquer outro mecanismo sem investigação.

Essa distinção é fundamental.

Rompimento de adutora não é apenas problema de manutenção

Toda tubulação pode apresentar algum nível de probabilidade de falha. Entretanto, para a gestão moderna de ativos, somente conhecer essa probabilidade é insuficiente.

O risco depende também da consequência.

Uma pequena rede de distribuição localizada em uma rua de baixo fluxo pode provocar perda de água e interrupção localizada quando rompe. Já um rompimento de adutora de grande importância instalado próximo a uma rodovia movimentada pode simultaneamente provocar desabastecimento, erosão, danos ao pavimento, acidentes, interrupção do transporte, mobilização de equipes especiais, reclamações de clientes e impacto reputacional.

É por isso que ativos críticos precisam ser classificados não apenas pela idade ou pelo histórico de vazamentos.

Também devem ser avaliados pela consequência potencial de sua falha.

No caso de uma adutora, entram nessa análise fatores como quantidade de pessoas abastecidas, existência de hospitais e serviços essenciais a jusante, possibilidade de isolamento hidráulico, redundância disponível, tempo estimado de reparo, localização da tubulação, proximidade de rodovias, ferrovias ou imóveis, energia hidráulica acumulada e dificuldade de acesso para manutenção.

A pergunta estratégica passa a ser: qual trecho produziria o maior impacto caso falhasse amanhã?

Sistema Botafogo mostra a dimensão do ativo

O Sistema Botafogo é uma infraestrutura importante para o abastecimento da área norte da Região Metropolitana do Recife. A própria Compesa registra que o sistema atende Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Igarassu. Em documentos de planejamento relacionados ao Sistema Adutor Arataca II, a companhia aponta benefícios para aproximadamente 750 mil pessoas nesses quatro municípios. (Compesa Serviços)

A estrutura vem recebendo investimentos.

Em seu Relatório Integrado, a Compesa apresentou um conjunto de intervenções para retrofit do Sistema Botafogo e ampliação da produção associada ao Arataca II, com investimento total informado de R$ 55 milhões. Entre as ações aparecem recuperação da ETA, ampliação de estruturas auxiliares, requalificação do sistema de bombeamento e outras adequações. (Compesa Serviços)

Em junho de 2026, menos de três meses antes da ocorrência da BR-101, a companhia informou investimento adicional de aproximadamente R$ 500 mil na instalação de válvulas e outros equipamentos nas estações elevatórias de Botafogo II, Monjopé Botafogo e Tabatinga, com objetivo declarado de aumentar confiabilidade e segurança operacional. (Compesa Serviços)

Isso demonstra que existem ações recentes de modernização no sistema. Entretanto, não existe informação pública consultada que permita relacionar essas intervenções diretamente à causa do rompimento ocorrido em setembro.

Também há histórico de manutenção de tubulações de grande porte. Em maio de 2023, por exemplo, a Compesa realizou manutenção emergencial em uma adutora de água tratada do Sistema Botafogo descrita pela própria companhia como uma tubulação de 1.200 milímetros de diâmetro em aço carbono. (Compesa Serviços)

Esse registro ajuda a dimensionar a escala das estruturas existentes no sistema, mas não comprova que o trecho rompido em setembro de 2026 tenha exatamente o mesmo diâmetro, material ou características.

O que pode provocar uma ruptura de grande porte

Um rompimento de adutora raramente deve ser analisado a partir de uma única variável antes da investigação.

Referências técnicas da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos mostram que falhas em grandes tubulações podem estar associadas a diferentes combinações de deterioração do material, corrosão interna ou externa, cargas do solo, movimentações diferenciais, cargas de tráfego, defeitos de instalação, danos externos, envelhecimento e variações de pressão. (EPA)

Transientes hidráulicos também merecem atenção.

Mudanças rápidas de velocidade da água decorrentes, por exemplo, de partida ou parada de bombas, fechamento de válvulas ou alterações súbitas no sistema podem gerar ondas de pressão. Entretanto, novamente, a existência desse fenômeno em sistemas de abastecimento não significa que ele tenha provocado a ocorrência da BR-101. (EPA)

O diagnóstico adequado precisa considerar material, espessura, idade, histórico de manutenção, pressões registradas, transientes, condição estrutural, juntas, suportes, ambiente externo e características específicas daquele trecho.

Por isso, o reparo resolve a emergência. A investigação da causa evita a repetição.

Como companhias brasileiras estão avançando

Um exemplo particularmente relacionado ao caso vem do Paraná.

A Sanepar iniciou um programa de inspeção não invasiva de 110 quilômetros de adutoras que atendem aproximadamente 4,1 milhões de pessoas na Região Metropolitana de Curitiba.

A tecnologia utiliza sensores em formato de esfera que percorrem a tubulação acompanhando o fluxo da água. Durante o percurso, os equipamentos registram informações capazes de identificar vazamentos e bolsas de ar sem necessidade de interromper o abastecimento. O investimento divulgado foi de aproximadamente R$ 1,9 milhão. (Sanepar)

Nos primeiros 45 dias, 53 quilômetros haviam sido inspecionados. Um dos resultados relatados pela Sanepar foi justamente a identificação de um vazamento oculto em uma adutora próxima à saída da ETA Iraí. A detecção permitiu programar o reparo antes que a ocorrência evoluísse para uma situação potencialmente mais grave. (Sanepar)

A companhia também informa utilizar hidrofones, sensores de pressão, imagens de satélite e outras tecnologias para localizar anomalias e vazamentos. Em 2026, a Sanepar destacou especificamente sensores de pressão capazes de identificar variações associadas a rompimentos. (Sanepar)

O aprendizado é relevante: uma estratégia madura não espera necessariamente o vazamento chegar à superfície para iniciar a investigação.

Outra abordagem aparece na Iguá. A companhia informou que suas iniciativas de redução de perdas combinam setorização, controle de pressão, macromedição, renovação de redes e detecção ativa de vazamentos. Para 2026, foram anunciados R$ 228,6 milhões destinados a essas ações em diferentes operações. (Iguá SA)

Nenhuma tecnologia elimina completamente o risco. Entretanto, sensores, históricos, modelos hidráulicos e inspeções tornam a tomada de decisão menos dependente da reação após a ruptura.

Calgary mostra o tamanho que uma falha crítica pode alcançar

O caso internacional mais instrutivo talvez seja o rompimento da Bearspaw South Feeder Main, em Calgary, no Canadá, ocorrido em junho de 2024.

Tratava-se de uma das tubulações mais importantes do sistema de abastecimento da cidade. O trecho rompido tinha 1.950 milímetros de diâmetro e utilizava tubulação de concreto protendido com cilindro de aço. A investigação posterior identificou diversos fatores de deterioração, incluindo ruptura de fios de protensão, corrosão e condições ambientais específicas. (Newsroom Calgary)

O ponto mais interessante, entretanto, veio depois do rompimento.

Calgary utilizou uma ferramenta interna chamada PipeDiver para inspecionar 10,4 quilômetros da adutora. Os resultados foram combinados com outros testes e monitoramento acústico, permitindo identificar diversos trechos que precisavam de reparos urgentes antes que novas falhas ocorressem. (Newsroom Calgary)

Posteriormente, foram instalados sistemas de monitoramento acústico em tempo real e iniciados projetos de aumento da redundância, incluindo uma nova tubulação paralela de aço. (https://www.calgary.ca)

O caso também levou a uma revisão independente da gestão da infraestrutura. A análise deixou uma lição que ultrapassa a engenharia: a confiabilidade de grandes sistemas depende de governança, investimentos, planejamento, conhecimento técnico e capacidade institucional de transformar dados de condição dos ativos em decisões de investimento. (https://www.calgary.ca)

Singapura trata vazamentos como problema de dados

Singapura segue outra estratégia interessante.

A agência nacional PUB utiliza análise de dados e avaliação da condição das tubulações para identificar redes de maior risco e direcionar sua renovação. Segundo a instituição, pequenos vazamentos podem permanecer ocultos e evoluir para eventos maiores se não forem identificados antecipadamente. (Pub)

O país vem ampliando uma rede permanente de sensores para detecção de vazamentos. Em 2025, a PUB informou possuir aproximadamente 1.500 sensores permanentes em uma rede de abastecimento com cerca de 6 mil quilômetros de extensão. (Pub)

Um relatório de sustentabilidade da agência registrou perdas na distribuição próximas de 8% e relacionou o desempenho a um programa que envolve projeto adequado, monitoramento, detecção, renovação e resposta operacional. (Pub)

Ou seja, o objetivo não é apenas detectar água vazando.

É construir uma rede capaz de produzir sinais antecipados de deterioração.

A regulação também caminha para gestão de riscos

A Norma de Referência ANA nº 11/2024 reforça essa mudança de abordagem.

O texto estabelece como referência que a prestação do abastecimento deve buscar continuidade e determina que interrupções sejam comunicadas aos usuários e ao regulador, inclusive imediatamente após a identificação da área afetada em situações de emergência. (Serviços e Informações do Brasil)

Mais importante para episódios como o rompimento de adutora, a norma prevê que sistemas de gestão de riscos monitorem e avaliem paralisações programadas ou não, buscando minimizar danos a pessoas, equipamentos e meio ambiente e acelerar o restabelecimento dos serviços.

Também determina que sejam considerados pontos críticos e vulneráveis dos sistemas e medidas de contingência. (Serviços e Informações do Brasil)

A verificação formal da adoção dessa norma pelas entidades reguladoras infranacionais começa em maio de 2027. Portanto, ela deve ser entendida aqui como uma referência regulatória nacional em processo de implementação, e não como afirmação de descumprimento específico por qualquer prestador no episódio de Pernambuco. (Serviços e Informações do Brasil)

O que gestores de saneamento devem observar

Para transformar episódios como esse em prevenção, uma companhia pode estruturar a gestão das adutoras críticas em nove frentes:

  1. Criar uma matriz de criticidade, combinando probabilidade de falha e consequências sobre abastecimento, segurança, mobilidade, meio ambiente e imagem da companhia.
  2. Conhecer profundamente o ativo, mantendo cadastro confiável de material, diâmetro, idade, juntas, espessura, reparos anteriores, falhas e condições de instalação.
  3. Monitorar pressão e transientes, principalmente em sistemas bombeados, grandes adutoras e trechos sujeitos a manobras importantes.
  4. Realizar inspeções orientadas por risco, utilizando inspeção visual, ultrassom, métodos acústicos, sensores internos, equipamentos robotizados ou outras técnicas adequadas ao material da tubulação.
  5. Testar válvulas de isolamento, porque localizar rapidamente o problema perde valor se a equipe não conseguir interromper o fluxo de maneira controlada.
  6. Planejar redundância, identificando alternativas para transferência de vazão, reservação, abastecimento emergencial e atendimento de clientes essenciais.
  7. Manter peças e recursos críticos disponíveis, principalmente para tubulações de grande diâmetro, nas quais componentes especiais podem ter prazos elevados de fabricação.
  8. Integrar operação, manutenção, engenharia, atendimento e comunicação, porque um grande rompimento rapidamente deixa de ser responsabilidade exclusiva da equipe de redes.
  9. Realizar análise de causa raiz após o reparo, verificando não apenas o componente que rompeu, mas por que a deterioração não foi detectada antes e se existem trechos semelhantes expostos ao mesmo mecanismo.

Para os profissionais, esse processo valoriza uma competência cada vez mais importante no saneamento: a capacidade de conectar conhecimento de campo, engenharia, dados operacionais e gestão de risco.

O impacto financeiro vai muito além da água perdida

Ainda não foi localizado valor oficial consolidado dos prejuízos provocados pela ocorrência da BR-101.

Por isso, qualquer estimativa seria prematura.

Entretanto, do ponto de vista gerencial, o custo de um rompimento de adutora desse tipo pode envolver muito mais do que a substituição do trecho danificado.

Entram na equação a água produzida e não faturada perdida no evento, mão de obra extraordinária, equipamentos, escavação, peças, mobilização de terceiros, recomposição de pavimentos, sinalização, abastecimento emergencial, eventual ressarcimento de danos, aumento das demandas aos canais de atendimento e impactos decorrentes da interrupção do serviço.

Também existe um custo menos visível: o aumento do risco regulatório e reputacional.

Quanto mais crítica for a infraestrutura, maior tende a ser o valor econômico de detectar a deterioração antes da falha.

Por isso, projetos de inspeção podem parecer caros quando analisados isoladamente, mas precisam ser comparados com o custo esperado de uma falha de grande consequência.

O rompimento também é um problema comercial

Quando centenas ou milhares de clientes percebem simultaneamente ausência de água, a área comercial passa a integrar a resposta à emergência.

A previsão operacional de retorno precisa ser transformada rapidamente em informação compreensível para o cliente.

Também é necessário identificar localidades efetivamente afetadas, acompanhar clientes essenciais, atualizar canais digitais, preparar equipes de atendimento e evitar previsões excessivamente otimistas.

Existe ainda uma particularidade hidráulica importante: finalizar o reparo não significa necessariamente normalizar imediatamente todas as ligações.

Reservatórios precisam recuperar níveis e redes precisam voltar a ser pressurizadas. Regiões elevadas e pontas de rede frequentemente demoram mais para recuperar o abastecimento.

Por isso, comunicação operacional e comunicação ao cliente precisam trabalhar com a mesma informação.

Uma oportunidade pouco percebida: aprender com cada ruptura

Toda grande falha deveria produzir conhecimento corporativo.

Depois de um rompimento de adutora, o material removido pode se tornar uma fonte valiosa de informações.

Análises metalográficas, avaliação da espessura, condição de revestimentos, corrosão, características da fratura, soldas, juntas e histórico de pressão podem ajudar a determinar o mecanismo de falha.

Em seguida, a pergunta deve ser ampliada:

Existem outros quilômetros de tubulação instalados na mesma época, com o mesmo material, fabricante, processo construtivo ou ambiente?

Foi exatamente essa mudança de perspectiva observada em Calgary. O problema deixou de ser somente o tubo que rompeu e passou a ser a condição dos demais trechos equivalentes.

Esse é um dos maiores ganhos possíveis de uma investigação bem conduzida.

Lições para quem trabalha no saneamento

A principal lição do episódio de Abreu e Lima não é que grandes tubulações podem romper. Isso os profissionais de operação e manutenção já conhecem.

A lição mais estratégica é que ativos semelhantes podem possuir consequências completamente diferentes quando falham.

Uma companhia que gerencia suas adutoras apenas pela quantidade histórica de vazamentos corre o risco de direcionar recursos para os pontos que falham mais vezes e deixar sem investigação justamente um ativo que falhou poucas vezes, mas cuja ruptura produziria consequências muito maiores.

Por isso, gestão de ativos exige priorização por risco.

Também exige profissionais capazes de interpretar pressões, compreender históricos de manutenção, questionar dados cadastrais, identificar sinais de deterioração, executar inspeções especializadas e transformar todas essas informações em decisões de investimento.

Tecnologia ajuda, mas não substitui conhecimento técnico.

Sensores produzem dados. São as equipes que transformam esses dados em prevenção.

Conclusão

O rompimento de adutora ocorrido na BR-101 deve ser investigado tecnicamente antes que qualquer causa seja atribuída ao evento. Entretanto, mesmo sem uma conclusão sobre o mecanismo específico da ruptura, o episódio já oferece uma lição relevante para todo o saneamento brasileiro.

Infraestrutura crítica não pode ser gerenciada apenas de forma reativa.

Adutoras estratégicas precisam ser conhecidas, classificadas, monitoradas e inspecionadas de acordo com o risco que representam.

A experiência da Sanepar mostra como inspeções internas podem encontrar problemas antes que evoluam. Singapura demonstra o valor de sensores e análise de dados. Calgary mostra o tamanho das consequências quando uma linha estratégica falha — e como uma ruptura pode obrigar uma utility a rever inspeção, redundância, governança e investimentos.

O futuro da manutenção de grandes sistemas de abastecimento tende, portanto, a migrar cada vez mais do modelo “rompeu, localizou, consertou” para “conheceu, monitorou, previu e interveio”.

Para gestores e profissionais, essa talvez seja a principal mensagem deixada pelo caso de Pernambuco: o melhor reparo de um rompimento de adutora continua sendo aquele que consegue ser programado antes que a ruptura aconteça.

Fontes e referências

CBN Recife
Vazamento em tubulação na BR-101, em Abreu e Lima, afeta abastecimento em cidades da RMR
2 de setembro de 2026
Acessar reportagem da CBN Recife

Diario de Pernambuco
Tubulação da Compesa rompe, estilhaços atingem ônibus e bairros de quatro cidades ficam sem água
2 de setembro de 2026
Acessar reportagem do Diario de Pernambuco

Compesa
Compesa investe na modernização do Sistema Botafogo durante parada programada
18 de junho de 2026
Acessar publicação da Compesa

Compesa
Serviço emergencial no Sistema Botafogo suspende abastecimento em localidades da RMR
15 de maio de 2023
Acessar publicação da Compesa

Compesa
Relatório Integrado de Administração e Sustentabilidade 2025
Acessar Relatório Integrado da Compesa

Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Resolução ANA nº 230/2024 — Norma de Referência nº 11/2024
18 de dezembro de 2024
Acessar Norma de Referência ANA nº 11/2024

International Organization for Standardization — ISO
ISO 24516-1:2016 — Guidelines for the management of assets of drinking water distribution networks
Acessar página oficial da ISO 24516-1

U.S. Environmental Protection Agency — EPA
Condition Assessment of Ferrous Water Transmission and Distribution Systems — State of Technology Review Report
Acessar documento da EPA

Sanepar
Sanepar usa esferas inteligentes para inspecionar redes sem interromper distribuição de água
4 de setembro de 2025
Acessar publicação da Sanepar

Iguá Saneamento
Iguá investirá mais de R$ 200 milhões para reduzir perdas
24 de março de 2026
Acessar publicação da Iguá

City of Calgary
Bearspaw South Feeder Main — Pipe Investigation
Acessar investigação oficial de Calgary

City of Calgary
Bearspaw South Feeder Main Independent Review
Atualização de 2026
Acessar revisão independente de Calgary

PUB — Singapore’s National Water Agency
Keeping Singapore potable water pipe network in good order
2025
Acessar publicação da PUB Singapore

PUB — Singapore’s National Water Agency
Sustainable Water System — Protection of Water Networks
Acessar relatório da PUB Singapore