Mato Grosso do Sul chegou a outubro de 2026 com um resultado que merece atenção nacional: uma reportagem do Correio do Estado aponta que 36 municípios já ultrapassaram o patamar de universalização do esgotamento sanitário, contra apenas oito cinco anos antes. O índice estadual de cobertura estaria em aproximadamente 82%, considerando também Campo Grande. Mais importante que o número, porém, é entender como o Estado conseguiu acelerar a expansão e quais partes desse modelo podem ser replicadas em outras regiões do Brasil.
A resposta passa por uma combinação pouco trivial: investimentos públicos mantidos ao longo de diferentes governos, uma companhia estadual preservada na estrutura do sistema, capital e capacidade de execução privada, contratos de longo prazo, regulação e dezenas de obras realizadas simultaneamente.
Mas há uma segunda questão, ainda mais importante para quem trabalha no setor: o que exatamente significa dizer que uma cidade está “universalizada”?
A resposta é mais complexa do que atingir 90% de cobertura. E essa diferença entre rede disponível, imóvel conectado, população efetivamente atendida e território regulatório pode se tornar um dos principais desafios da próxima fase da universalização do esgoto em Mato Grosso do Sul.
O que aconteceu
A mudança estrutural começou em fevereiro de 2021, quando a Sanesul assinou com a Ambiental MS Pantanal, empresa do grupo Aegea, uma Parceria Público-Privada na modalidade de concessão administrativa.
O contrato tem prazo de 30 anos e abrange os sistemas de esgotamento sanitário dos 68 municípios onde a Sanesul atua. A previsão original era universalizar o serviço nos primeiros dez anos da parceria. A estimativa divulgada na assinatura era de aproximadamente R$ 1 bilhão em obras, dos quais R$ 800 milhões seriam aplicados na primeira década. Outras divulgações públicas mencionaram aproximadamente R$ 3,8 bilhões a R$ 4 bilhões ao longo dos 30 anos quando considerados, além dos investimentos, operação e manutenção. Portanto, os números não devem ser tratados como se representassem exatamente a mesma coisa.
A proposta vencedora da licitação apresentou valor de R$ 1,36 por metro cúbico, contra referência de R$ 2,21 por metro cúbico no edital, um deságio de 38,46%. Esse valor está relacionado à estrutura econômica da PPP e não deve ser confundido com a tarifa final cobrada do consumidor. Demonstra, entretanto, como competição, escala regional e previsibilidade contratual foram incorporadas ao desenho do projeto.
Cinco anos depois, a trajetória se tornou visível. Em maio de 2026, a própria Ambiental MS Pantanal informou que a cobertura nos 68 municípios havia passado de cerca de 46% em 2021 para 75%, enquanto 29 municípios já apresentavam cobertura superior a 90%. Em julho, o número de cidades nesse patamar chegou a 32; em agosto, 33. A reportagem publicada em 2 de outubro aponta agora 36.
A sequência reforça que não se trata apenas de uma mudança estatística anual: existe uma carteira de obras entrando continuamente em operação.
Atenção: água e esgoto precisam ser separados
A manchete original fala em cidades com “esgoto e água tratados”. Tecnicamente, porém, o principal salto ocorrido nesses cinco anos está no esgotamento sanitário.
A Sanesul informa que o abastecimento de água já está universalizado nas localidades operadas pela companhia nos 68 municípios. Portanto, o movimento de oito para 36 cidades está fundamentalmente associado ao avanço da cobertura de esgoto, e não à criação simultânea de novos sistemas universais de água e esgoto.
Essa distinção é importante para a análise profissional. O Novo Marco Legal estabelece metas distintas: até 31 de dezembro de 2033, o Brasil deve atingir 99% dos domicílios com acesso à água potável e 90% com coleta e tratamento de esgoto. A Norma de Referência nº 8/2024 da ANA detalha ainda que devem ser avaliados indicadores de cobertura e de atendimento.
Ou seja: instalar tubulação em frente a um imóvel não é necessariamente o mesmo que ter aquele imóvel efetivamente utilizando o serviço.
Cobertura não é sinônimo de atendimento
Aqui está uma das lições mais importantes do caso sul-mato-grossense.
As comunicações das empresas frequentemente classificam como universalizado o município que ultrapassa 90% de cobertura de esgotamento sanitário. É uma referência operacional útil e compatível com a meta percentual do Marco Legal.
Entretanto, a NR nº 8 da ANA vai além. Para o acompanhamento regulatório, existem indicadores distintos de cobertura e atendimento. A cobertura representa, simplificadamente, a existência ou disponibilidade da infraestrutura; o atendimento procura identificar quem efetivamente recebe o serviço.
A própria AGEMS passou a separar essas duas dimensões e também diferencia os indicadores de todo o território municipal dos indicadores da área urbana atendida pela Sanesul.
Um exemplo mostra por que isso importa. No relatório da AGEMS com referência em 2024, Caracol apresentava, na abrangência urbana da Sanesul, indicadores de esgoto próximos de 99%, suficientes para atendimento da meta naquela área. Quando considerado todo o território municipal, porém, os indicadores eram menores e a meta regulatória não aparecia como cumprida.
Isso não diminui o avanço obtido. Ao contrário: mostra qual será a próxima fronteira do setor.
Depois da engenharia pesada, começa a engenharia da adesão.
Construir rede não basta: o imóvel precisa entrar no sistema
Para áreas comerciais e operacionais das companhias, essa talvez seja a principal mensagem da experiência de Mato Grosso do Sul.
É possível construir quilômetros de rede, ramais, elevatórias e até uma estação de tratamento sem que os indicadores de atendimento acompanhem imediatamente o avanço físico.
Sonora oferece um exemplo particularmente interessante. Em agosto de 2026, já haviam sido implantados aproximadamente 64,7 quilômetros de rede e 4.885 ligações, dimensionados para beneficiar cerca de 13,6 mil moradores. Mesmo assim, o município ainda aparecia com cobertura próxima de zero enquanto componentes indispensáveis, como ETE e elevatória, não entravam integralmente em operação. A expectativa era posteriormente avançar para 98%.
É uma aula prática de planejamento de sistemas de esgoto.
Rede coletora, ligações prediais, interceptores, linhas de recalque, estações elevatórias, ETE, emissários, energia, automação, licenciamento e comissionamento precisam convergir. Um componente atrasado pode impedir que investimentos já executados se transformem em serviço efetivamente entregue.
Para quem gerencia grandes programas de expansão, acompanhar simplesmente “quilômetros executados” é insuficiente. O indicador mais estratégico é quantas economias estão efetivamente conectadas, faturáveis e encaminhando esgoto para uma estrutura de tratamento operacional.
Mato Grosso do Sul corre mais rápido que a média nacional
O contraste nacional ajuda a dimensionar o avanço.
Os dados mais recentes consolidados do SINISA 2025, referentes a 2024, mostram que 62,3% da população brasileira era atendida por rede coletora de esgoto. Nas áreas urbanas, o índice chegava a 68,4%. O tratamento correspondia a 85,2% do esgoto coletado.
Esses indicadores não devem ser comparados mecanicamente aos 82% mencionados atualmente para Mato Grosso do Sul porque datas, abrangências e conceitos podem ser diferentes. Esse cuidado metodológico é fundamental.
Ainda assim, a direção é inequívoca: a universalização do esgoto em Mato Grosso do Sul avança em ritmo significativamente superior ao observado historicamente no País.
Em junho de 2026, quando a Sanesul utilizava uma cobertura de 77,04% para seus 68 municípios, a companhia informava que quase 110 mil novas ligações de esgoto haviam sido realizadas em aproximadamente três anos e meio.
O diferencial não está apenas na PPP
Seria um erro atribuir todo o avanço exclusivamente à presença de capital privado.
O desenho sul-mato-grossense é híbrido.
A Sanesul continuou investindo diretamente em infraestrutura. Em fevereiro de 2026 havia intervenções em 49 municípios: 36 com obras relacionadas a esgotamento sanitário e 13 com intervenções no abastecimento de água. Parte das obras de esgoto era realizada pela PPP e outra parte diretamente pela estatal.
Um levantamento divulgado pela Sanesul em junho apontou mais de R$ 1,3 bilhão em investimentos em saneamento em quase quatro anos, considerando obras concluídas, em execução e planejadas. A carteira incluía tanto água quanto esgoto, portanto não corresponde ao investimento exclusivo da PPP.
Esse talvez seja o aspecto mais interessante do modelo: não houve simples substituição entre público e privado; houve divisão de responsabilidades e aumento da capacidade total de execução.
É uma lição importante para o debate nacional, frequentemente reduzido a uma falsa escolha entre operação estatal e privada.
O resultado depende menos do rótulo societário e mais da qualidade do planejamento, contrato, financiamento, regulação, capacidade técnica e cobrança de resultados.
Benchmark brasileiro: o Ceará está seguindo caminho semelhante
O modelo encontrou paralelo relevante no Ceará.
A Cagece estruturou uma PPP com a Ambiental Ceará para ampliar o esgotamento sanitário em 24 municípios das regiões metropolitanas de Fortaleza e do Cariri, atendendo uma população de aproximadamente 4,3 milhões de pessoas.
O projeto prevê cerca de R$ 6,2 bilhões em obras, com meta de levar coleta e tratamento a 90% da população até 2033 e alcançar 95% posteriormente. Estão previstas milhares de quilômetros de redes, estações elevatórias e novas ETEs.
A semelhança com Mato Grosso do Sul é clara: companhia pública permanece relevante, enquanto uma PPP assume obrigações de expansão, operação e manutenção de esgoto em escala regional.
A diferença está principalmente na dimensão. O Ceará lida com áreas metropolitanas maiores e densidade urbana muito superior, o que aumenta o potencial de escala, mas também eleva a complexidade de interferências, obras em vias movimentadas e gestão das ligações.
Pernambuco mostra que cada território exige um ritmo
Outra referência é o Programa Cidade Saneada, parceria iniciada em 2013 entre Compesa e BRK Ambiental para a Região Metropolitana do Recife e Goiana.
O contrato abrange 15 municípios e foi estruturado por 35 anos. Aos dez anos de operação, a cobertura divulgada estava na faixa de 42%, partindo de aproximadamente 27% em 2013. O programa havia recuperado ou operava dezenas de ETEs e elevatórias e ampliado significativamente o volume tratado.
A comparação ensina algo importante: não existe velocidade de universalização automaticamente produzida pelo instrumento “PPP”.
Topografia, densidade urbana, situação dos ativos recebidos, disponibilidade de áreas para ETEs, interferências, licenciamento, capacidade de investimento, adesão dos usuários e desenho contratual alteram profundamente os resultados.
PPP é ferramenta. Não é garantia.
O que o mundo ensina
O Chile oferece um benchmark relevante de longo prazo.
Segundo avaliação ambiental da OCDE, operadores privados regulados pelo Estado são responsáveis pelos serviços urbanos de água e saneamento no país. O modelo estimulou investimentos e levou a cobertura de tratamento de águas residuais urbanas de níveis muito baixos à universalização em aproximadamente 15 anos. Na região atendida pela Aguas Andinas, em Santiago, a cobertura de água alcança 100% e mais de 98% do esgoto recebe tratamento.
O caso chileno reforça uma conclusão aplicável ao Brasil: capital privado sozinho não explica bons resultados. O modelo depende de regulação forte, previsibilidade tarifária, capacidade de investimento e metas verificáveis.
Manila, nas Filipinas, oferece o contraponto. O sistema foi dividido em duas grandes concessões privadas a partir de 1997, com metas agressivas de expansão. Houve ganhos expressivos em abastecimento e eficiência, mas também crises financeiras, renegociações e até a falência de uma das concessionárias originais. O Banco Mundial registra que premissas iniciais excessivamente otimistas, combinadas à crise financeira asiática, pressionaram o equilíbrio dos contratos.
A mensagem para gestores brasileiros é simples: metas ousadas são desejáveis, mas contratos precisam sobreviver a 20 ou 30 anos de inflação, crescimento urbano, alterações de demanda, crises econômicas e mudanças tecnológicas.
O impacto financeiro vai muito além da tarifa
Um estudo divulgado em 2026 pelo Instituto Trata Brasil, elaborado em parceria com a EX ANTE Consultoria, estimou que a universalização do saneamento em Mato Grosso do Sul poderá produzir R$ 25,9 bilhões em benefícios líquidos entre 2025 e 2040.
Não são R$ 25,9 bilhões que entrarão diretamente nos cofres públicos.
O estudo calcula efeitos econômicos decorrentes de aumento de produtividade, valorização imobiliária, turismo, renda associada aos investimentos e redução de despesas com saúde. A economia projetada apenas em custos relacionados à saúde chega a R$ 258,8 milhões no período.
Essa distinção é importante porque saneamento frequentemente é analisado apenas pelo CAPEX da obra ou pela tarifa necessária para financiá-la.
O retorno real ocorre durante décadas e aparece em diversos setores da economia.
O próximo desafio será comercial, operacional e regulatório
Quanto mais próxima uma companhia chega da universalização física, mais difícil tende a ser cada ponto percentual adicional.
Os primeiros investimentos normalmente alcançam áreas mais densas e economicamente favoráveis. Os últimos percentuais podem envolver imóveis afastados, zonas rurais, ocupações irregulares, usuários vulneráveis, necessidade de soluções individuais ou sistemas descentralizados.
Ao mesmo tempo, uma rede nova precisa ser protegida.
A Ambiental MS Pantanal já utiliza inspeção com fumaça em alguns municípios para identificar conexões inadequadas de águas pluviais às redes de esgoto. Ligações desse tipo podem aumentar vazões durante chuvas, sobrecarregar elevatórias e ETEs e provocar extravasamentos.
A universalização, portanto, não significa apenas construir.
Significa operar bem depois de construir.
O que gestores e profissionais podem aprender com Mato Grosso do Sul
A experiência oferece pelo menos sete aplicações práticas para outras companhias:
- Planejar por sistema, e não por contrato de obra. Rede, ligação, elevatória, energia, tratamento e emissário devem entrar em operação de forma sincronizada.
- Separar cobertura de atendimento. Rede disponível sem conexão ativa pode melhorar um indicador físico sem entregar todo o benefício sanitário esperado.
- Integrar engenharia e área comercial desde o início. Cadastro, comunicação com usuários, ligação domiciliar, faturamento e tarifa social precisam acompanhar as obras.
- Trabalhar com escala regional. Agrupar municípios permite diluir custos administrativos e combinar localidades mais e menos atrativas economicamente.
- Manter fiscalização regulatória independente. A AGEMS já estruturou acompanhamento dos indicadores da NR nº 8 e das metas da PPP, elemento essencial para contratos de três décadas.
- Não encerrar investimentos ao atingir 90%. Crescimento urbano cria novos bairros e novas demandas. A própria Ambiental MS Pantanal continua implantando redes em cidades que já passaram do patamar utilizado como referência para universalização.
- Valorizar as equipes que convertem obra em serviço. Engenheiros, operadores, técnicos de manutenção, equipes comerciais, agentes socioambientais, profissionais de automação, laboratório e atendimento determinam se a infraestrutura enterrada realmente funciona.
O que pode dar errado
A aceleração também aumenta riscos.
Obras implantadas sem ETE disponível podem permanecer ociosas. Ligações domiciliares podem não acompanhar a expansão da rede. Crescimento urbano pode rapidamente reduzir percentuais de cobertura. Conexões de drenagem podem sobrecarregar sistemas separadores. Custos de energia das elevatórias podem superar premissas de projeto. Tarifas incapazes de acompanhar os custos podem ameaçar o equilíbrio econômico do serviço.
E há um risco menos visível: confundir sucesso de infraestrutura com universalização regulatória definitiva.
Por isso, o acompanhamento futuro da universalização do esgoto em Mato Grosso do Sul precisa avançar da pergunta “quantos quilômetros foram construídos?” para questões mais difíceis: quantos domicílios estão efetivamente ligados? Quanto do esgoto gerado chega às ETEs? Qual é a eficiência do tratamento? Quantas horas os ativos permanecem indisponíveis? Quanto custa operar cada metro cúbico? Qual parcela dos clientes consegue pagar pelo serviço?
São essas respostas que separarão uma grande expansão física de uma universalização sustentável.
A principal lição de Mato Grosso do Sul
O maior ensinamento da experiência sul-mato-grossense não é que uma PPP resolveu sozinha o problema do esgoto.
É justamente o contrário.
A universalização do esgoto em Mato Grosso do Sul está sendo acelerada pela combinação de planejamento estatal, continuidade de investimentos públicos, capital e capacidade operacional privada, escala regional, regulação, contratos de longo prazo e trabalho técnico realizado simultaneamente em dezenas de municípios.
O salto anunciado de oito para 36 cidades acima do patamar de cobertura utilizado como referência é relevante. Mas a fase seguinte pode ser ainda mais interessante para o restante do Brasil.
Ela exigirá transformar cobertura em atendimento, atendimento em uso efetivo, uso em tratamento adequado e infraestrutura em serviço sustentável durante décadas.
Quando o setor conseguir fazer essa transição de forma consistente, a universalização deixará de ser apenas um percentual em um relatório.
Passará a ser aquilo que realmente importa: um serviço funcionando todos os dias.
Fontes e referências
Correio do Estado
Em 5 anos MS saltou de 8 para 36 cidades com esgoto e água tratados
2 de outubro de 2026
Acessar a reportagem
Sanesul — Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul
Universalização do Saneamento: Sanesul inicia 2026 com obras em execução em 49 municípios
23 de fevereiro de 2026
Acessar a fonte
Sanesul
Universalização do saneamento pode gerar R$ 25,9 bilhões em benefícios para MS até 2040
22 de junho de 2026
Acessar a fonte
Sanesul
Sanesul e Aegea assinam contrato da Parceria Público-Privada para universalização do esgotamento sanitário de MS
5 de fevereiro de 2021
Acessar a fonte
Aegea Saneamento
Aegea e Sanesul assinam contrato de parceria público-privada para tratamento e coleta de esgoto em 68 municípios
8 de fevereiro de 2021
Acessar a fonte
Ambiental MS Pantanal
Ambiental MS Pantanal completa 5 anos com 75% de cobertura de esgoto em Mato Grosso do Sul
5 de maio de 2026
Acessar a fonte
Ambiental MS Pantanal
Aral Moreira supera 98% de cobertura de esgoto e se torna 33º município universalizado
12 de agosto de 2026
Acessar a fonte
Instituto Trata Brasil / EX ANTE Consultoria
Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento no Mato Grosso do Sul
19 de junho de 2026
Acessar o estudo
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Resolução ANA nº 192/2024 — Norma de Referência nº 8/2024
8 de maio de 2024
Acessar a norma
AGEMS — Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de MS
Relatório de Metas de Universalização — NR nº 8 da ANA
Ano de referência 2024, publicado em 2026
Acessar o relatório
Ministério das Cidades — SINISA
Relatório dos Serviços de Esgotamento Sanitário — SINISA 2025, ano de referência 2024
2026
Acessar o relatório
Cagece — Companhia de Água e Esgoto do Ceará
Parceria Público-Privada no Ceará é marco para universalização do esgotamento
11 de agosto de 2023
Acessar a fonte
BRK Ambiental
Programa Cidade Saneada — atuação em Pernambuco
Consulta em 2026
Acessar a fonte
OCDE — Organisation for Economic Co-operation and Development
OECD Environmental Performance Reviews: Chile 2024 — Water management and policies
2024
Acessar o relatório
Banco Mundial — PPP Resource Center
Manila Water Concession Agreement for Water and Sanitation Services
Acessar o estudo de caso



