Quatro rompimentos colocam segurança da infraestrutura no centro do debate
Quatro rompimentos de adutoras em menos de um mês na Região Metropolitana de Belo Horizonte levaram a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) a buscar o Ministério Público de Minas Gerais para investigar uma possibilidade incomum e de alta gravidade: interferência externa deliberada nas estruturas de abastecimento.
Os episódios mencionados na apuração ocorreram entre 19 de agosto e o início de setembro de 2026, atingindo Nova Granada, Cidade Nova e Milionários, em Belo Horizonte, além da região do bairro Kennedy, em Contagem. Poucos dias depois, uma vistoria identificou furto de cabos e vandalismo no recém-instalado sistema de controle de odores da Lagoa da Pampulha.
A palavra mais importante, entretanto, continua sendo suspeita.
Até o momento, não há confirmação pública de que os rompimentos das adutoras tenham sido resultado de sabotagem. A própria comunicação conjunta da Copasa com o Ministério Público informa que a apuração deverá determinar se as ocorrências decorreram de fatores operacionais ou de interferências externas.
Para o setor de saneamento, é justamente essa incerteza que torna o caso relevante.
Uma companhia precisa estar preparada não apenas para reparar uma adutora rompida, mas para responder rapidamente a uma pergunta muito mais complexa: o ativo falhou, foi operado fora das condições adequadas ou sofreu alguma intervenção externa?
O que aconteceu na Grande BH
O primeiro dos quatro episódios relacionados à suspeita ocorreu em 19 de agosto, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, Região Oeste de Belo Horizonte. O rompimento provocou alagamentos e atingiu imóveis.
A ocorrência acabou se transformando em uma operação de recuperação mais ampla. Em 4 de setembro, a própria Copasa informou que executava uma obra emergencial de remanejamento da adutora de grande porte e precisou interromper temporariamente o abastecimento de 43 bairros da Região Oeste para fazer a interligação do novo trecho.
Outros rompimentos foram registrados na região de Cidade Nova, no bairro Milionários e próximo à BR-040, em Contagem. No caso do Milionários, relatos publicados durante a ocorrência apontaram inicialmente uma possível relação com aumento de pressão após interrupção de energia elétrica. Posteriormente, o conjunto de ocorrências passou a fazer parte da análise que busca separar possíveis causas operacionais de eventuais interferências externas.
Esse detalhe é tecnicamente importante.
Rompimento de tubulação não constitui, por si só, evidência de sabotagem. Há diversas causas possíveis para uma falha em uma adutora, incluindo envelhecimento do material, corrosão, fadiga, movimentação de solo, deficiência de instalação, cargas externas, obras próximas, falhas em juntas, pressões excessivas e transientes hidráulicos.
A investigação precisa eliminar tecnicamente essas hipóteses antes que uma causa intencional possa ser estabelecida.
O vandalismo da Pampulha é um evento diferente
Há, entretanto, um episódio no mesmo período cuja natureza está confirmada.
Em 8 de setembro, equipes identificaram vandalismo e furto no sistema de tratamento de odores instalado pela Copasa próximo à Lagoa da Pampulha. Segundo a companhia, houve furto de material elétrico e depredação das instalações, interrompendo completamente o funcionamento do equipamento.
O sistema havia recebido investimento de aproximadamente R$ 240 mil e está localizado em uma caixa de manobras por onde passam cerca de 1.200 litros de esgoto por segundo, provenientes das bacias da Pampulha e de parte de Contagem em direção à Estação de Tratamento de Esgoto do Onça.
Esse caso não comprova qualquer relação com os rompimentos das adutoras.
Mas demonstra concretamente que infraestruturas de saneamento estão expostas a vandalismo, furto e acessos indevidos, adicionando uma camada de risco que vai além da engenharia hidráulica convencional.
Sabotagem em adutoras muda a lógica da investigação
Em um rompimento convencional, a preocupação inicial tende a ser hidráulica: fechar registros, isolar o trecho, reduzir perdas, controlar alagamentos, localizar a falha, substituir a tubulação e restabelecer o abastecimento.
Diante de uma suspeita de sabotagem em adutoras, isso continua sendo necessário, mas deixa de ser suficiente.
A companhia também precisa preservar informações que possam permitir uma reconstrução do evento.
Dados de pressão, vazão, nível de reservatórios, abertura e fechamento de válvulas, partida e parada de bombas, oscilações de energia, alarmes do sistema supervisório, registros de manutenção, imagens de câmeras, acessos a instalações e informações sobre obras realizadas nas proximidades podem se transformar em evidências.
Até mesmo a peça rompida pode ser relevante.
Uma análise de engenharia pode procurar distinguir uma fratura causada por sobrepressão ou fadiga daquela associada a impacto, corte, escavação ou outra interferência mecânica.
Isso aproxima a gestão de ativos de uma espécie de engenharia forense aplicada ao saneamento.
Pressão é uma variável crítica
A Organização Mundial da Saúde recomenda que sistemas de distribuição mantenham pressão adequada e evitem tanto pressões insuficientes quanto excessivas. A instituição também destaca que bombas, válvulas e outros componentes capazes de alterar pressão e vazão precisam ser operados de forma coordenada para evitar surtos hidráulicos.
O motivo é simples.
Uma mudança brusca de velocidade da água causada, por exemplo, pelo fechamento de uma válvula ou pela parada de uma bomba pode gerar um transiente hidráulico, popularmente conhecido como golpe de aríete.
A pressão pode subir rapidamente acima da condição normal de operação.
Se uma tubulação já possuir fragilidade estrutural, essa sobrepressão pode funcionar como gatilho para a ruptura.
Por outro lado, pressões muito baixas também são problemáticas. Além de interromper o abastecimento, podem favorecer a entrada de contaminantes através de falhas existentes na tubulação. A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos considera o gerenciamento de pressão uma ferramenta para reduzir rompimentos, perdas de água e riscos à qualidade da água.
Por isso, diante de eventos como os da Grande BH, uma linha temporal precisa das pressões observadas antes e durante a ruptura pode ser tão importante quanto a inspeção física do tubo.
O que a regulação brasileira exige
A Lei Federal nº 11.445/2007 estabelece que a prestação dos serviços de saneamento deve atender a requisitos de regularidade, continuidade, condições operacionais e manutenção dos sistemas. Desde alteração introduzida pela Lei nº 14.546/2023, o texto também explicita a obrigação dos prestadores de corrigir falhas na rede hidráulica para evitar vazamentos e perdas.
Em Minas Gerais, a Resolução Arsae-MG nº 129/2019 estabelece a continuidade como princípio do abastecimento e determina que o prestador assegure o fornecimento de água potável aos usuários. A norma permite paralisações emergenciais diante de ameaças à integridade de pessoas e bens ou outras situações emergenciais.
A mesma regulamentação contém elementos diretamente relacionados à resiliência da infraestrutura.
Adutoras ramificadas devem possuir válvulas que possibilitem isolar trechos para manutenção sem necessariamente interromper todo o sistema. A regulação também prevê programas de setorização e estabelece parâmetros de pressão na rede, incluindo referência de pressão dinâmica mínima de 10 metros de coluna d’água e pressão estática máxima de 50 mca, salvo condições tecnicamente justificadas.
Já a Portaria GM/MS nº 888/2021 determina que a rede seja operada com pressão positiva e regularidade, evitando paralisações e intermitências. Em situações de risco à saúde, exige medidas corretivas, planos de ação e comunicação à população. A norma também permite que a autoridade sanitária exija a implementação de um Plano de Segurança da Água, baseado em gestão preventiva de riscos.
O caso da Copasa sugere uma evolução necessária: a gestão de risco precisa considerar também eventos que começam fora da hidráulica tradicional.
O Brasil já está instalando redes capazes de enxergar anomalias
As tecnologias necessárias para melhorar essa capacidade de diagnóstico já estão sendo testadas e implantadas no próprio saneamento brasileiro.
A Copasa iniciou em Araxá um projeto com 24 sensores de pressão instalados junto a hidrômetros. Os equipamentos enviam dados para uma plataforma que utiliza inteligência artificial para identificar padrões e pequenas anomalias indicativas de vazamentos. O teste foi programado para durar 12 meses.
A Sanepar, no Paraná, informou a implantação de 2.500 sensores em aproximadamente 2.500 quilômetros de redes de Curitiba. Os equipamentos registram pressão e alimentam modelos baseados em inteligência artificial e aprendizado de máquina capazes de identificar alterações compatíveis com vazamentos.
A experiência da Iguá acrescenta outro componente diretamente relacionado à segurança física. Seu relatório integrado de 2025 informa a utilização de mais de 1.959 sensores conectados aos Centros de Controle Operacional para acompanhar níveis e pressões. A companhia também relata monitoramento por câmeras de segurança patrimonial com o objetivo de evitar vandalismo que possa prejudicar equipamentos e operações.
Essas iniciativas normalmente são apresentadas como ferramentas de redução de perdas ou aumento da eficiência.
O caso mineiro mostra que existe um segundo valor: dados operacionais também podem ajudar a identificar a assinatura de um evento anormal e reconstruir o que ocorreu.
O que outros países fazem com o risco de ataques à infraestrutura
Nos Estados Unidos, o tratamento desse risco é mais explícito.
A America’s Water Infrastructure Act determina que sistemas comunitários de água com mais de 3.300 pessoas atendidas realizem avaliações de risco e resiliência. Entre os elementos a serem considerados estão atos mal-intencionados, tubulações, instalações de distribuição, barreiras físicas, sistemas automatizados, práticas de monitoramento e operação e manutenção.
A EPA mantém inclusive uma referência específica sobre malevolent acts — atos intencionais capazes de interromper significativamente o fornecimento de água segura ou produzir impactos econômicos e de saúde pública.
Na Inglaterra e no País de Gales, o Security and Emergency Measures Direction, conhecido como SEMD, exige que companhias de água mantenham medidas de segurança proporcionais aos riscos identificados, procedimentos de resposta, canais para comunicação de incidentes e testes periódicos dos próprios mecanismos de proteção. A fiscalização é realizada pelo Drinking Water Inspectorate.
O ponto relevante não é importar integralmente esses modelos para o Brasil.
É perceber que segurança física, cibersegurança, operação hidráulica e continuidade deixaram de ser disciplinas completamente separadas.
Uma tecnologia australiana mostra até onde o monitoramento pode chegar
Um dos benchmarks mais diretamente relacionados ao caso vem da Austrália.
A Water Corporation, responsável pelo abastecimento de Perth, implantou uma rede de 30 quilômetros de fibra óptica utilizada como sensor acústico distribuído.
A tecnologia envia pulsos de laser pela fibra e interpreta vibrações produzidas no entorno. Dessa forma, uma infraestrutura originalmente destinada à telecomunicação funciona como milhares de sensores distribuídos ao longo da cidade.
O objetivo principal é identificar vazamentos antes que evoluam para grandes rompimentos.
Mas existe uma característica especialmente relevante: segundo a própria Water Corporation, o sistema também pode detectar interferências, tentativas de violação e furtos próximos às tubulações. A iniciativa integra um programa de A$ 184,7 milhões destinado à melhoria da resiliência da rede metropolitana de Perth.
É uma mudança significativa de paradigma.
A companhia deixa de descobrir a anomalia apenas quando a água chega à superfície e passa a buscar sinais do problema ainda no subsolo.
Singapura transforma a rede em uma infraestrutura sensorizada
A PUB, agência nacional de água de Singapura, segue caminho semelhante.
O país mantém sensores distribuídos pela rede para acompanhar vazão, pressão e qualidade da água. A estratégia busca detectar anomalias mais rapidamente, melhorar os modelos hidráulicos e antecipar rompimentos.
Em uma iniciativa mais recente, a PUB buscou testar hidrômetros ultrassônicos combinados a sensores acústicos de vazamento e comunicação NB-IoT, capazes de coletar dados acústicos e gerar alertas sobre possíveis problemas nas tubulações.
Não significa que todos os rompimentos serão previstos.
Significa que a companhia aumenta o número de sinais disponíveis para decidir se determinado comportamento hidráulico é normal, uma falha progressiva ou um evento abrupto que exige investigação.
Impactos vão muito além do custo do tubo rompido
Uma grande ruptura de adutora produz custos que frequentemente ficam espalhados por diferentes áreas da organização.
Há perda física de água já captada, tratada e bombeada. Entram equipes emergenciais, equipamentos, escavação, peças, recomposição viária e eventualmente caminhões-pipa.
Podem surgir danos a imóveis e veículos, reclamações, pedidos de ressarcimento, aumento das chamadas nos canais de atendimento e pressão sobre comunicação, jurídico e regulação.
Operacionalmente, outro efeito pode ser ainda mais difícil de administrar: depois de reparar a adutora, o sistema precisa ser repressurizado gradualmente.
Reservatórios foram esvaziados, consumidores retomam o consumo simultaneamente e áreas elevadas tendem a recuperar o abastecimento depois das regiões mais baixas. A população pode interpretar esse intervalo como se o reparo não tivesse funcionado.
Por isso, uma ocorrência física se transforma rapidamente em uma crise operacional, comercial e reputacional.
O que gestores devem observar
O episódio da sabotagem em adutoras ainda está sendo investigado, mas já permite extrair uma agenda prática para outras companhias:
- Mapear ativos críticos: identificar adutoras, válvulas, reservatórios, estações e instalações cuja indisponibilidade produz maior impacto sobre o sistema.
- Criar séries históricas de pressão e vazão: quanto melhor a frequência de medição, maior a capacidade de reconstruir um evento.
- Integrar CCO, manutenção e segurança patrimonial: anomalia hidráulica, acesso físico e imagens devem poder ser correlacionados.
- Monitorar transientes: médias horárias podem esconder picos de pressão que duram segundos.
- Rever proteção física de instalações remotas: iluminação, cercamento, alarmes, controle de acesso e videomonitoramento podem ser necessários conforme o risco.
- Preservar evidências após falhas incomuns: peças rompidas, registros de SCADA, telemetria e históricos de operação não devem ser descartados antes da conclusão da análise técnica.
- Testar planos de contingência: isolamento hidráulico, rotas alternativas, caminhões-pipa e prioridades para hospitais e outros clientes críticos precisam estar previamente definidos.
- Comunicar fatos e hipóteses separadamente: em uma crise, afirmar prematuramente uma causa pode criar um segundo problema caso a investigação posterior apresente conclusão diferente.
A oportunidade pouco percebida: transformar telemetria em segurança
Durante anos, telemetria em companhias de saneamento esteve associada principalmente a automação.
Depois, passou a ser utilizada para reduzir perdas e melhorar eficiência energética.
A próxima etapa é utilizar esses mesmos dados para gestão integrada de riscos.
Imagine uma adutora em que o sistema identifica simultaneamente vibração anormal, alteração súbita de pressão, mudança inesperada de vazão e presença em uma instalação restrita.
Individualmente, cada sinal pode significar pouco.
Combinados, podem justificar uma resposta imediata.
Inteligência artificial pode ajudar justamente nesse cruzamento de informações. O ganho mais importante não precisa ser a substituição da decisão humana, mas a redução do tempo entre o início de uma anomalia e a chegada da equipe ao local.
Lições para quem trabalha no saneamento
A principal lição do episódio da Copasa não é que toda sequência de rupturas deva ser interpretada como sabotagem.
É exatamente o contrário.
Uma empresa tecnicamente madura precisa ser capaz de demonstrar por que um ativo rompeu.
Isso exige conhecimento hidráulico, manutenção, análise de materiais, gestão de ativos, automação, sistemas supervisórios, segurança patrimonial, tecnologia da informação, comunicação e capacidade de investigação.
O operador que percebeu uma oscilação incomum, o técnico que registrou corretamente uma manobra, o engenheiro que analisou o transiente, a equipe que preservou a peça rompida e o profissional do CCO que recuperou a telemetria podem ser tão importantes para descobrir a causa quanto quem executou o reparo emergencial.
É nesse ponto que a valorização profissional deixa de ser discurso e passa a representar competência concreta.
Conclusão
A suspeita de sabotagem em adutoras na Grande Belo Horizonte ainda depende de investigação e não deve ser apresentada como fato consumado.
Mas o episódio já coloca uma questão importante para o saneamento brasileiro.
Durante décadas, o setor concentrou sua gestão de riscos em estiagens, enchentes, falhas eletromecânicas, rompimentos, contaminações, perdas e interrupções de energia. Esses riscos continuam existindo, mas a infraestrutura moderna precisa considerar também vandalismo, furto, acessos indevidos, ataques cibernéticos e outras interferências externas.
A resposta não está apenas em colocar câmeras ou cercas ao redor das instalações.
Está em construir sistemas capazes de detectar, compreender, isolar, responder e aprender com eventos anormais.
Isso envolve sensoriamento, gestão de pressão, telemetria, CCO, modelos hidráulicos, manutenção baseada em risco, segurança patrimonial e protocolos de investigação.
Se a apuração em Minas Gerais concluir que os rompimentos tiveram causas exclusivamente operacionais, haverá aprendizado sobre ativos e operação.
Se confirmar interferências externas, o setor terá diante de si uma discussão ainda maior sobre proteção de infraestrutura crítica.
Nos dois cenários, existe uma conclusão comum: quanto maior a capacidade de uma companhia de conhecer sua rede em tempo real, menor sua dependência de descobrir problemas somente depois que a água aparece na superfície.
Fontes e referências
Copasa — Companhia de Saneamento de Minas Gerais
Copasa e MPMG alinham cooperação para acompanhar apuração de ocorrências na rede de abastecimento da RMBH
15 de setembro de 2026
Acessar a publicação da Copasa
UOL Notícias
Copasa suspeita de sabotagem após 4 rompimentos na Grande BH
15 de setembro de 2026
Acessar a reportagem do UOL
Copasa — Companhia de Saneamento de Minas Gerais
Sistema de tratamento de odores recém-implantado na Pampulha sofre vandalismo e furto
9 de setembro de 2026
Acessar a publicação da Copasa
Copasa — Companhia de Saneamento de Minas Gerais
7ª Edição: Boletim Diário de Abastecimento – Copasa RMBH
4 de setembro de 2026
Acessar o boletim
Arsae-MG — Agência Reguladora de Saneamento e Energia de Minas Gerais
Resolução Arsae-MG nº 129/2019 — Condições específicas da prestação do serviço de abastecimento de água
13 de novembro de 2019
Acessar a Resolução 129/2019
Presidência da República
Lei nº 11.445/2007 — Diretrizes nacionais para o saneamento básico
Texto compilado
Acessar a Lei nº 11.445/2007
Ministério da Saúde
Portaria GM/MS nº 888/2021 — Controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano
4 de maio de 2021
Acessar a Portaria GM/MS nº 888/2021
Organização Mundial da Saúde — WHO
Water Safety in Distribution Systems
3 de junho de 2014
Acessar a publicação da OMS
Copasa — Companhia de Saneamento de Minas Gerais
Copasa inicia testes com nova tecnologia para combater perdas de água em Araxá
27 de outubro de 2025
Acessar o projeto de sensores da Copasa
Sanepar — Companhia de Saneamento do Paraná
Paraná tem um dos menores índices de perdas de água do país
Acessar a publicação da Sanepar
Iguá Saneamento
Relatório Integrado Iguá 2025
2026
Acessar o Relatório Integrado
U.S. Environmental Protection Agency — EPA
AWIA Section 2013 / SDWA Section 1433: Risk and Resilience Assessments and Emergency Response Plans
Acessar as diretrizes da EPA
U.S. Environmental Protection Agency — EPA
Baseline Information on Malevolent Acts for Community Water Systems — Version 3.0
Maio de 2024
Acessar o documento da EPA
Drinking Water Inspectorate — Inglaterra e País de Gales
Security and Emergency Measures Direction — SEMD
Acessar o marco de segurança britânico
Water Corporation — Western Australia
Underground network listening for leaks beneath your feet in Perth CBD
6 de setembro de 2023
Acessar o projeto de sensoriamento por fibra óptica
PUB — Singapore’s National Water Agency
Sustainable Water System: Protection of Water Networks
Sustainability Report 2023
Acessar o relatório da PUB
PUB — Singapore’s National Water Agency
Trial for Integrated Water Meters with Leak Detection Sensors
2025
Acessar o projeto da PUB



