Tatuí, no interior de São Paulo, colocou sobre a mesa um dos exemplos mais interessantes do novo desafio da universalização brasileira: levar saneamento rural onde simplesmente estender quilômetros de redes convencionais pode não ser a melhor solução técnica ou econômica.

O município anunciou um ciclo de R$ 162,6 milhões em investimentos até dezembro de 2028, dos quais R$ 117,1 milhões estão associados ao Programa de Universalização. O pacote prevê 32,3 quilômetros de redes de esgoto, sete estações de bombeamento, 4.489 novas ligações e, ao mesmo tempo, 2.846 sistemas individuais e soluções multifamiliares para localidades nas quais a rede convencional não é indicada. No abastecimento, estão previstos 7,7 quilômetros de adutoras, 18 quilômetros de redes, nove poços profundos e mais de 1,1 mil novas ligações.
O número que merece atenção dos profissionais não é apenas o investimento. É a presença, no mesmo programa, de infraestrutura centralizada e descentralizada.
Na prática, Tatuí sinaliza uma mudança importante de paradigma: universalizar não significa necessariamente conectar todo imóvel a uma grande rede. Em áreas dispersas, a solução tecnicamente adequada pode estar dentro do próprio lote, atender um pequeno agrupamento de residências ou operar por meio de um sistema isolado.
É justamente aí que o caso deixa de ser apenas uma notícia municipal e se transforma em discussão estratégica para todo o setor.
O que está previsto em Tatuí
O programa alcança localidades como Enxovia, Jardim Gramado, Laranjeiras, Água dos Pintos, Ponte Velha, Vale dos Lagos, Jardins de Tatuí, Rancho da Viola, Congonhal e o Distrito de Americana.
No esgotamento sanitário, a expansão convencional será expressiva. Além dos 32,3 quilômetros de tubulações e das 4.489 ligações, serão necessárias sete estações de bombeamento de esgoto.
Entretanto, nas áreas de menor densidade, entram as 2.846 soluções individuais e multifamiliares. O anúncio oficial não detalha ainda quais tecnologias serão utilizadas em cada localidade. Portanto, não é possível afirmar se serão empregados sistemas sépticos, filtros, unidades compactas, biodigestores, wetlands construídos ou outras configurações. A definição deverá considerar características locais, ambientais e regulatórias.
No abastecimento de água, os nove poços profundos mostram outra característica típica do saneamento rural: sistemas isolados podem ser mais racionais do que conduzir água tratada por longas distâncias a partir de um sistema central.
O programa ainda se conecta a investimentos estruturantes já em andamento. A ETE CEAGESP recebe R$ 29,8 milhões para ampliação e modernização, com capacidade projetada de 350 litros por segundo. Uma nova ETA automatizada recebe R$ 13,9 milhões. Também estão previstos sete novos reservatórios, acrescentando 4.050 metros cúbicos de reservação.
Segundo a Prefeitura, o conjunto dos investimentos — e não somente as obras rurais — deverá beneficiar aproximadamente 124 mil habitantes.
O saneamento rural de Tatuí não começou agora
Um detalhe da pesquisa ajuda a compreender a dimensão do caso.
O Plano Municipal de Saneamento disponível no portal da Prefeitura já registrava a necessidade de ampliação dos sistemas isolados de distribuição e reservação de localidades como Americana, Congonhal e Enxovia. O mesmo documento apontava que domicílios rurais dispersos eram abastecidos por poços rasos.
Ou seja: parte do problema é conhecida há muitos anos.
Em novembro de 2025, Prefeitura e Sabesp anunciaram a conclusão de redes de abastecimento em Guaxingú e Congonhal, incluindo novas redes, ramais, poço profundo e pontos para ligações domiciliares. A intervenção foi relacionada também ao processo de regularização fundiária dessas áreas.
Meses depois, em maio de 2026, equipes do Projeto Brotar estavam visitando propriedades rurais de Tatuí para levantar informações sobre abastecimento, esgotamento e características das residências. O projeto da Sabesp abrange 371 municípios e mais de 820 mil domicílios, utilizando levantamento de campo e informações georreferenciadas para apoiar a definição das soluções.
Não há, nas fontes consultadas, comprovação de que cada número do pacote anunciado em setembro tenha sido calculado exclusivamente a partir do Brotar. Entretanto, a sequência é relevante: primeiro se amplia o diagnóstico territorial; depois aparecem projetos diferenciados para redes, poços e sistemas descentralizados.
Essa lógica merece ser observada por outras companhias.
Universalização muda quando a rede termina
O maior aprendizado do saneamento rural talvez seja compreender que a engenharia precisa mudar conforme muda a densidade populacional.
Em uma área urbana adensada, dezenas ou centenas de imóveis podem compartilhar um pequeno trecho de rede. Em uma estrada rural, pode haver centenas de metros entre duas propriedades.
Aumentar indefinidamente a extensão das tubulações significa elevar escavação, materiais, servidões, energia, manutenção e custo por ligação.
É por isso que a legislação brasileira admite soluções diferentes.
A Lei nº 11.445/2007, atualizada pelo Marco Legal do Saneamento, permite que entidades reguladoras prevejam métodos alternativos e descentralizados para abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto em áreas rurais, remotas ou núcleos urbanos informais consolidados, buscando economicidade.
A Norma de Referência ANA nº 8/2024 aprofundou esse conceito. Na ausência de rede pública, soluções alternativas adequadas podem ser reconhecidas para fins de universalização, desde que atendam às regras da entidade reguladora competente. A norma determina que sejam consideradas características demográficas, socioculturais e ambientais e prevê verificação da correta implantação das soluções.
A Norma de Referência ANA nº 11/2024 avança em outro ponto fundamental: quando uma solução alternativa é prestada como serviço público, o prestador deve se responsabilizar por sua adequação, manutenção e monitoramento, cabendo à regulação estabelecer as condições tarifárias.
Essa distinção muda tudo.
Instalar uma fossa adequada e abandonar sua operação ao morador não representa necessariamente o mesmo modelo de serviço que uma solução descentralizada sob responsabilidade do prestador.
O desafio não termina quando a obra termina
Os 2.846 sistemas individuais e multifamiliares anunciados para Tatuí criam uma segunda pergunta, talvez mais importante que a primeira:
quem cuidará desses ativos depois da implantação?
Esse é um dos grandes riscos do saneamento descentralizado no mundo.
O Programa Nacional de Saneamento Rural, estruturado pela Funasa, reconhece que os territórios rurais precisam de abordagens diferentes das utilizadas nas cidades, não apenas em tecnologia, mas também em modelo de gestão, sustentabilidade e participação da população.
Um sistema individual inadequadamente mantido pode perder eficiência. Lodo precisa ser removido no momento correto. Equipamentos eletromecânicos podem exigir manutenção. Sistemas compactos precisam ser acompanhados. Poços demandam controle de qualidade da água. Bombas consomem energia e podem falhar.
Portanto, um programa de saneamento rural não deveria terminar no indicador “sistemas instalados”.
É necessário acompanhar sistemas funcionando.
O que Sabesp está fazendo em escala estadual
O caso de Tatuí faz parte de uma transformação maior no território atendido pela Sabesp.
O novo modelo contratual estabelecido após a desestatização incluiu áreas rurais e núcleos informais no esforço de universalização e antecipou a meta para 2029, enquanto a legislação federal estabelece como referência nacional 2033. O Estado de São Paulo estima investimentos da ordem de R$ 69 bilhões até 2029 para universalização.
O contrato de concessão nº 01/2024 substituiu 371 instrumentos anteriores e passou a estabelecer metas individualizadas por município, sob regulação da Arsesp.
O Projeto Brotar é uma consequência prática dessa nova fronteira de atendimento. Mapear centenas de milhares de imóveis rurais significa identificar onde existem poços, fossas, sistemas comunitários, ausência de infraestrutura, fontes alternativas de água e diferentes graus de dispersão territorial.
Em agosto de 2026, a própria Sabesp informava, em seu painel de universalização, desempenho equivalente a 85,21% da meta para economias residenciais de água classificadas como informal+rural e 66,07% da meta para esgoto informal+rural. A companhia ressalva que os dados ainda estão sujeitos à validação da Arsesp e do verificador independente.
Isso ajuda a explicar por que projetos como o de Tatuí ganharam importância.
A última etapa da universalização tende a ser justamente a mais difícil.
Sanepar mostra outro modelo de atendimento rural
O Paraná oferece um benchmarking interessante.
O Programa Sanepar Rural utiliza uma divisão de responsabilidades diferente. A Sanepar realiza estudos técnicos, fornece materiais, equipamentos, capacitação e suporte socioambiental. Municípios contribuem com mão de obra e outros insumos e, após a implantação, assumem responsabilidades relacionadas à operação e manutenção dos sistemas.
Em 2025, segundo relatório da companhia, foram formalizadas 35 parcerias, com aproximadamente R$ 8,3 milhões em investimentos, beneficiando 4.193 famílias, ou cerca de 16,8 mil pessoas. Para 2026-2030, a previsão divulgada é de cerca de R$ 70 milhões.
O modelo é diferente do que está sendo estruturado em São Paulo, mas ensina algo importante: a sustentabilidade institucional precisa ser desenhada junto com a engenharia.
Quem compra a bomba? Quem troca o equipamento? Quem analisa a água? Quem lê o hidrômetro? Quem cobra? Quem atende uma reclamação? Quem responde quando o sistema para?
No saneamento rural, essas perguntas são tão importantes quanto o diâmetro da tubulação.
Copasa também acelera a expansão rural
Minas Gerais segue caminho semelhante de expansão.
O Universaliza Minas, da Copasa, foi estruturado para alcançar comunidades rurais e localidades de baixa densidade populacional. A companhia divulgou planejamento envolvendo mais de 330 localidades, aproximadamente R$ 400 milhões em investimentos e cerca de 320 mil moradores beneficiados.
O movimento de São Paulo, Paraná e Minas Gerais mostra que o atendimento rural está deixando de ser visto apenas como programa social complementar.
Ele passa a integrar a estratégia de universalização das próprias empresas de saneamento.
Ceará mostra que gestão pode ser mais importante que obra
O Ceará oferece uma experiência ainda mais distinta.
O Sistema Integrado de Saneamento Rural, o Sisar, utiliza gestão compartilhada envolvendo comunidades, organizações regionais e apoio técnico da Cagece. Criado em 1996 e posteriormente ampliado para oito estruturas regionais, o modelo combina capacitação, operação local e suporte técnico especializado.
Em outubro de 2025, a Cagece informou que o modelo já alcançava mais de 1,1 milhão de pessoas no meio rural.
O Banco Mundial estudou o Sisar como exemplo internacional de agregação de prestadores comunitários. Uma das vantagens identificadas é justamente combinar a proximidade da gestão comunitária com escala, profissionalização e assistência técnica.
Para Tatuí, a lição não significa necessariamente copiar o modelo cearense.
Significa entender que sistemas dispersos precisam de uma arquitetura de gestão específica.
O Chile transformou sistemas rurais em política permanente
O benchmarking internacional também traz uma experiência relevante.
O Chile possui uma estrutura própria de Servicios Sanitarios Rurales, baseada em comitês e cooperativas responsáveis pela operação dos serviços em áreas rurais, apoiados pelo Ministério de Obras Públicas.
Dados oficiais indicam 2.475 serviços sanitários rurais e aproximadamente 2,39 milhões de beneficiários no país.
A Lei chilena nº 20.998 reconheceu formalmente essas organizações como operadoras, definiu áreas de serviço, criou registros públicos e estabeleceu responsabilidades estatais relacionadas a infraestrutura, capacitação e assistência técnica.
A experiência oferece uma lição especialmente útil ao Brasil: soluções descentralizadas não precisam significar informalidade.
Podem existir cadastro, responsabilidade definida, assistência técnica, regulação e padrões operacionais.
Estados Unidos: sistema individual também precisa de gestão
Nos Estados Unidos, o tratamento descentralizado é parte estrutural do saneamento de áreas rurais e suburbanas.
A Environmental Protection Agency, a EPA, mantém orientações específicas para gerenciamento de sistemas individuais e agrupados. A agência destaca que sistemas descentralizados podem constituir uma alternativa de longo prazo e economicamente eficiente em comunidades de menor densidade — desde que exista um programa efetivo de gerenciamento.
A lógica é relevante para o projeto paulista.
O problema não é utilizar sistema individual.
O problema é instalar milhares de sistemas sem saber onde estão, qual tecnologia utilizam, quando precisam de manutenção e qual entidade responderá pelo desempenho.
A própria EPA admite financiamento não apenas para implantação ou substituição dos sistemas, mas também para estruturas de gestão e equipamentos necessários à manutenção, como veículos destinados ao manejo de lodo séptico.
O que muda na gestão de uma companhia
A expansão do saneamento rural altera diversas áreas simultaneamente.
Para a operação, surge uma rede de ativos muito mais distribuída geograficamente. Para a engenharia, aumenta a necessidade de projetos adaptados a solo, relevo, disponibilidade hídrica, densidade populacional e restrições ambientais.
Para a área comercial, milhares de imóveis que antes estavam fora da prestação formal precisam ser georreferenciados, cadastrados, medidos, faturados e incorporados aos canais de atendimento.
Para tecnologia, abre-se espaço para cadastro geoespacial dos ativos, ordens de serviço móveis, telemetria de poços e reservatórios, acompanhamento remoto de equipamentos e roteirização das equipes.
Para a regulação, surge um desafio ainda maior: demonstrar que uma solução descentralizada está efetivamente prestando o serviço considerado para a meta de universalização.
E para a gestão financeira existe um dilema permanente entre CAPEX e OPEX. Uma solução descentralizada pode evitar quilômetros de rede e estações elevatórias, porém pode exigir mais deslocamentos, inspeções e manutenção distribuída durante décadas.
A solução de menor investimento inicial não é necessariamente a de menor custo durante todo o ciclo de vida.
O que gestores devem observar
Para companhias que pretendem avançar no saneamento rural, pelo menos sete questões precisam entrar no planejamento desde o início:
- Densidade e distância entre imóveis: definir até onde a rede coletiva ainda é economicamente racional.
- Responsável pela operação: deixar claro quem manterá sistemas individuais, comunitários, poços e equipamentos.
- Cadastro georreferenciado: cada ativo precisa existir também no sistema de gestão da empresa.
- Qualidade e monitoramento: água produzida e esgoto tratado precisam manter padrão adequado depois da inauguração.
- Gestão do lodo: soluções descentralizadas exigem planejamento para coleta, transporte, tratamento e destinação.
- Modelo comercial e tarifário: cobrança, subsídios, tarifa social, medição e atendimento precisam ser definidos.
- Custo de ciclo de vida: comparar alternativas considerando investimento, energia, manutenção, equipes, reposição e expansão futura.
O que pode dar errado
O risco mais evidente seria transformar a meta de universalização em uma corrida por quantidade de sistemas instalados.
Uma solução descentralizada sem manutenção pode degradar silenciosamente. Um poço sem monitoramento adequado pode produzir água fora do padrão. Uma pequena estação pode ficar semanas com desempenho inadequado antes de alguém perceber.
Também existe risco de construir soluções individuais em áreas que rapidamente aumentem de densidade e passem a justificar uma rede coletiva.
Por isso, planejamento territorial é decisivo.
Outro ponto crítico será a integração com regularização fundiária. A experiência recente de Congonhal e Guaxingú demonstra que expansão de infraestrutura e organização territorial podem caminhar juntas em determinadas localidades.
A oportunidade pouco percebida: criar uma nova operação rural
Existe, entretanto, uma oportunidade estratégica.
Em vez de tratar milhares de sistemas individuais como exceções operacionais, empresas podem estruturar uma verdadeira operação de saneamento descentralizado.
Isso significa padronizar tecnologias, criar cadastro de ativos, estabelecer ciclos de inspeção, definir indicadores, prever estoque de peças, utilizar equipes especializadas e acompanhar remotamente os sistemas tecnicamente viáveis para esse tipo de supervisão.
A digitalização pode tornar essa estrutura muito mais eficiente do que seria possível décadas atrás.
O Projeto Brotar também sugere outra transformação: a universalização começa pela informação.
Saber exatamente onde está o cliente, qual solução utiliza, onde está seu poço, como destina o esgoto e qual a distância até outros imóveis permite abandonar o planejamento genérico e construir soluções território por território.
Para muitos profissionais, essa competência em análise geoespacial, dados, regulação e gestão de ativos será cada vez mais importante.
Saneamento rural pode ser a verdadeira prova da universalização
O caso de Tatuí representa mais que R$ 162,6 milhões em obras.
Ele mostra como deve ser enfrentada uma das etapas mais complexas da universalização brasileira: atender quem está longe das redes convencionais.
A combinação de redes de esgoto, estações de bombeamento, poços, adutoras, sistemas individuais e soluções multifamiliares indica que saneamento rural exige um portfólio de tecnologias, e não uma solução única.
Entretanto, a experiência brasileira e internacional mostra que a tecnologia responde apenas metade da questão.
A outra metade é gestão.
Será necessário saber quem opera, quem mantém, quem monitora, quem fiscaliza, quem cobra e como será comprovado que o serviço continua funcionando cinco, dez ou vinte anos depois.
Para os profissionais de saneamento, essa talvez seja a principal lição de Tatuí.
A universalização mais difícil não acontecerá necessariamente com grandes estações e enormes adutoras. Em muitos municípios, ela acontecerá em pequenas comunidades, propriedades afastadas, sistemas isolados e milhares de soluções distribuídas pelo território.
E, justamente por isso, o saneamento rural pode se tornar um dos melhores testes de capacidade técnica, operacional, comercial e regulatória das companhias brasileiras nos próximos anos.
Fontes e referências
Prefeitura da Estância Turística de Tatuí. “Saneamento básico chegará a bairros e comunidades da zona rural de Tatuí”. 11 de setembro de 2026. Acessar publicação oficial
Prefeitura da Estância Turística de Tatuí. “Censo de Saneamento Rural: Programa Brotar realiza entrevistas em áreas rurais da Estância Turística de Tatuí”. 27 de maio de 2026. Acessar publicação oficial
Prefeitura da Estância Turística de Tatuí. “Água tratada chega aos bairros rurais Guaxingú e Congonhal com ação da Prefeitura de Tatuí e da Sabesp”. 26 de novembro de 2025. Acessar publicação oficial
Prefeitura da Estância Turística de Tatuí. Plano Municipal de Saneamento Básico de Tatuí. Acessar documento
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Sabesp. “Ambiente Regulatório”. Informações sobre o Contrato de Concessão nº 01/2024 e universalização. Acessar fonte
Governo do Estado de São Paulo. “Desestatização da Sabesp garante R$ 260 bilhões em investimentos, antecipa universalização e beneficia 10 milhões com saneamento”. 25 de dezembro de 2024. Acessar publicação
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Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA. Norma de Referência nº 11/2024, aprovada pela Resolução ANA nº 230/2024 — condições gerais para prestação dos serviços de água e esgoto. Acessar norma
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Sanepar. Relatório 2025 — Programa Sanepar Rural e investimentos previstos para 2026-2030. Acessar relatório
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Cagece. “Modelo cearense de saneamento rural sustentável alcança mais de 1,1 milhão de pessoas no campo”. 14 de outubro de 2025. Acessar publicação
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U.S. Environmental Protection Agency — EPA. Clean Water State Revolving Fund: Decentralized Wastewater Treatment. Atualização de 24 de fevereiro de 2026. Acessar referência sobre sistemas descentralizados



