A Sanepar mobilizou dezenas de geradores, bombas anfíbias, equipamentos de captação móvel, caminhões-pipa e equipes em regime especial antes da chegada de novas tempestades ao Paraná. Mais do que uma operação preventiva para atravessar alguns dias de chuva, a iniciativa expõe uma questão que começa a entrar definitivamente na agenda das empresas do setor: a resiliência climática no saneamento está deixando de ser tema ambiental para se tornar tema operacional, financeiro, regulatório e comercial.
A dimensão do risco ficou mais clara enquanto a operação era preparada. Entre 9 e 11 de setembro de 2026, o Simepar confirmou tornados em Francisco Alves, Espigão Alto do Iguaçu e Goioerê. Na tarde de 11 de setembro, a Copel informava que 56,7 mil unidades consumidoras estavam com interrupções de energia decorrentes das tempestades no Paraná. (SIMEPAR)
Para uma companhia de água e esgoto, uma queda de energia não é apenas um problema elétrico. Pode significar captação paralisada, estação elevatória desligada, reservatórios deixando de recuperar nível, redução de pressão nas redes e, dependendo da duração do evento, milhares de clientes sem abastecimento.
É justamente nesse ponto que a operação da Sanepar oferece uma discussão que interessa a qualquer gestor do setor: quanto da infraestrutura de uma companhia está realmente preparada para continuar funcionando quando energia, acesso rodoviário, qualidade da água bruta e comunicação são afetados simultaneamente?
O que a Sanepar colocou em prontidão
A operação anunciada em 11 de setembro concentrou atenção especial nas regiões onde os temporais apresentavam maior potencial de impacto.
Em Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Pato Branco e Francisco Beltrão, a companhia posicionou geradores em pontos considerados críticos para eventuais quedas de energia.
Em Dois Vizinhos, foram disponibilizadas bombas anfíbias, equipamentos capazes de continuar trabalhando mesmo submersos. União da Vitória e Porto União, em Santa Catarina, receberam estrutura com bombas submersas e bombas reservas instaladas em flutuadores, permitindo adaptar a captação à elevação do nível do Rio Iguaçu. Guarapuava também foi preparada para operar com bombeamento anfíbio. (Sanepar)
Outro recurso chama atenção: a chamada captação volante.
Na prática, trata-se de uma estrutura móvel formada por motobombas, carretinha e gerador a diesel que permite deslocar temporariamente o ponto de captação quando a estrutura convencional fica comprometida.
É uma forma de redundância operacional que não depende necessariamente da construção imediata de uma segunda captação permanente.
A Sanepar também revisou estoques de reservatórios flexíveis móveis com capacidades de 250, 500 e 1.000 litros e manteve caminhões-pipa disponíveis para localidades eventualmente atingidas por desabastecimento. Na Região Metropolitana de Curitiba, geradores, caminhões-pipa, caminhões de sucção, flutuantes e outros equipamentos passaram a integrar uma estrutura compartilhada entre municípios. (Sanepar)
Além disso, equipes permaneceram em escala especial nas captações, estações de tratamento e barragens, enquanto coordenações, supervisões e gerências tiveram o sobreaviso reforçado.
Esse detalhe gerencial importa.
Resiliência climática no saneamento não depende apenas de equipamentos. Depende da velocidade de decisão.
O problema começa antes de a rede ficar sem água
É comum associar temporais ao alagamento de instalações, mas existem diferentes caminhos pelos quais uma tempestade pode comprometer um sistema de abastecimento.
O primeiro é a energia.
Sistemas de água são grandes consumidores de eletricidade porque dependem continuamente de bombeamento. Captação de água bruta, recalque até estações, elevatórias de água tratada, boosters e inúmeras estruturas intermediárias podem parar quando o fornecimento elétrico é interrompido.
Por isso, geradores de emergência não são simples acessórios.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA, mantém um guia específico de resiliência energética para empresas de água e esgoto. Entre as medidas recomendadas estão levantamento prévio das necessidades elétricas das instalações críticas, dimensionamento adequado dos geradores, planejamento de combustível, definição dos pontos de conexão e relacionamento antecipado com as concessionárias de energia. (US EPA)
A Sanepar também informou manter comunicação direta com a Copel para acelerar a mobilização da distribuidora de energia quando instalações do sistema de abastecimento forem afetadas. (Sanepar)
Essa articulação é estratégica porque existe uma forte interdependência entre água e energia.
Restabelecer eletricidade em uma residência atende uma unidade consumidora. Restabelecer energia em determinada estação de bombeamento pode recuperar o abastecimento de milhares de pessoas.
Chuva excessiva também muda a água que chega à ETA
Existe ainda outro problema menos perceptível pelo público: turbidez elevada do manancial.
Chuvas intensas aumentam o escoamento superficial e podem transportar solo, sedimentos, matéria orgânica e outros materiais para rios e reservatórios.
Para uma Estação de Tratamento de Água, isso pode significar aumento da demanda de coagulantes, maior formação de lodo, ciclos de lavagem de filtros mais frequentes e redução da capacidade efetiva de produção.
Quando as condições da água bruta ultrapassam aquilo que a ETA consegue tratar com segurança, reduzir produção ou até interromper temporariamente a captação pode ser tecnicamente necessário.
A legislação brasileira impõe limites rigorosos à água entregue ao consumidor. A Portaria GM/MS nº 888/2021 estabelece os procedimentos de controle da qualidade e o padrão de potabilidade. Para sistemas com filtração rápida, por exemplo, a turbidez pós-filtração deve permanecer em até 0,5 unidade de turbidez em pelo menos 95% das amostras mensais analisadas, com até 1,0 uT nas demais amostras previstas pela norma. (BVSMS)
Portanto, produzir água durante uma emergência não significa apenas manter bombas funcionando.
É necessário continuar produzindo água potável dentro dos padrões de segurança sanitária.
Essa distinção ajuda a compreender por que resiliência climática no saneamento envolve engenharia hidráulica, elétrica, tratamento, laboratório, logística e gestão simultaneamente.
O El Niño transforma contingência em planejamento permanente
A decisão da Sanepar também precisa ser analisada dentro de um horizonte climático mais longo.
Em 10 de setembro, o Simepar informou que o El Niño tende a favorecer períodos de chuva acima da média no Paraná até o verão 2026/2027, com possibilidade de grandes volumes concentrados em poucos dias.
Segundo o órgão, o cenário aumenta o risco de tempestades severas, granizo, raios, enxurradas, cheias repentinas, saturação do solo e movimentos de massa, principalmente nas regiões Centro-Sul, Sul, Oeste e Sudoeste do Estado. (SIMEPAR)
Ou seja: a mobilização realizada em setembro provavelmente não deve ser vista como operação isolada.
O desafio é transformar recursos emergenciais em um sistema permanente de resiliência climática no saneamento.
O que a Corsan aprendeu com as enchentes de 2024
O caso brasileiro mais diretamente comparável ocorreu no Rio Grande do Sul.
As enchentes de 2024 atingiram 236 dos 317 municípios então atendidos pela Corsan. Em 67 municípios houve interrupção no abastecimento e, no momento mais crítico, 906 mil imóveis foram afetados.
A companhia enfrentou simultaneamente alagamento de instalações, falta de energia elétrica, rompimentos de redes, bloqueios rodoviários e dificuldades para acessar estruturas operacionais. (Aegea)
A resposta envolveu contratação e deslocamento de geradores, caminhões-pipa, reservatórios temporários, perfuração de poços, estações móveis de tratamento e estruturas flutuantes de captação.
Em determinada fase da emergência, a Corsan informou ter mobilizado 55 caminhões-pipa e instalado 47 geradores. Dias depois, 148 caminhões-pipa já haviam sido empregados para atendimento emergencial, inclusive com priorização de hospitais, postos de saúde e abrigos. (Corsan)
A escala do desastre mostrou também que possuir equipamentos não é suficiente.
É preciso conseguir transportá-los.
Na enchente, bloqueios rodoviários impediram ou retardaram a chegada de geradores e caminhões-pipa a determinadas cidades. Em alguns locais foi necessário utilizar helicópteros, embarcações e estruturas alternativas para acessar estações. (Corsan)
Esse aprendizado aparece hoje na forma como a Corsan organiza seu plano para eventos severos. Em 2026, a companhia passou a divulgar a mobilização antes das tempestades, combinando previsão meteorológica, acompanhamento em tempo real pelo Centro de Operações Integradas e posicionamento antecipado de geradores, bombas, caminhões-pipa e materiais nas regiões com maior risco. (Corsan)
É praticamente a mesma lógica observada agora na Sanepar.
A evolução é importante: sair de uma estratégia baseada em “mobilizar recursos depois da falha” para outra baseada em “posicionar recursos antes do impacto”.
O impacto financeiro pode ser muito maior que o custo do gerador
Eventos climáticos extremos também devem entrar no planejamento econômico das empresas.
No caso da Corsan, a Aegea informou que medidas de apoio aos clientes durante as enchentes de 2024, somadas aos efeitos sobre o faturamento, representaram redução de aproximadamente R$ 137,2 milhões na receita líquida daquele exercício. O número não corresponde simplesmente ao custo de reparação da infraestrutura, mas demonstra como uma crise operacional pode rapidamente se transformar em evento financeiro e comercial. (Aegea)
Geradores, diesel, horas extras, locação de equipamentos, produtos químicos adicionais, caminhões-pipa, reparos e contratação emergencial são apenas uma parte da equação.
Também podem existir perda de faturamento, postergação de cobrança, aumento do volume de atendimento, compensações, danos patrimoniais e necessidade de investimentos extraordinários.
Por isso, a pergunta financeira mais importante talvez não seja “quanto custa preparar o sistema?”.
A pergunta correta pode ser:
quanto custa não prepará-lo?
Nova York mostra o próximo estágio da estratégia
O benchmarking internacional ajuda a enxergar a etapa seguinte.
Depois do furacão Sandy, em 2012, Nova York constatou que dez de suas 14 grandes instalações de tratamento de esgoto e dezenas de estações de bombeamento haviam sido danificadas.
Os prejuízos diretos nas estruturas de esgotamento ultrapassaram US$ 100 milhões. A avaliação conduzida pelo Departamento de Proteção Ambiental de Nova York identificou mais de US$ 1 bilhão em infraestrutura exposta a riscos associados a inundações e marés de tempestade. (Prefeitura de Nova Iorque)
A resposta deixou de se limitar à compra de equipamentos de contingência.
Nova York desenvolveu um plano de resiliência que incluiu elevação de sistemas elétricos, impermeabilização de edificações, instalação de comportas contra inundação e substituição de determinados equipamentos por bombas submersíveis.
Em 2017, o município anunciou aproximadamente US$ 400 milhões em investimentos de resiliência nessas instalações. (Prefeitura de Nova Iorque)
É um ponto relevante para o Brasil.
Geradores, caminhões-pipa e bombas móveis são fundamentais para enfrentar a crise.
Entretanto, a maturidade seguinte da resiliência climática no saneamento consiste em perguntar se determinados ativos deveriam ser definitivamente redesenhados para continuar funcionando durante a crise.
Em outras palavras: contingência reduz o impacto; engenharia resiliente reduz a probabilidade da falha.
A regulação também começa a olhar para o risco
A Norma de Referência nº 11/2024 da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, aprovada pela Resolução ANA nº 230/2024, reforça essa discussão.
A norma estabelece como referência a prestação contínua dos serviços de abastecimento de água e determina que interrupções sejam comunicadas aos usuários e às entidades reguladoras.
Em situações emergenciais, a comunicação deve ocorrer após a identificação da área afetada. Para interrupções superiores a 24 horas, a norma prevê fornecimento emergencial às unidades que prestem serviços essenciais à população. (Serviços e Informações do Brasil)
Mais importante ainda, os artigos dedicados a segurança, contingência e emergência estabelecem que o sistema de gestão de riscos deve monitorar eventos de paralisação e que as entidades reguladoras devem estabelecer diretrizes para identificação de pontos críticos e vulneráveis.
Isso muda a discussão.
Plano de contingência deixa de ser apenas um documento interno da operação e passa gradualmente a integrar a governança regulatória da prestação dos serviços.
O comercial também precisa estar dentro da sala de crise
Quando uma captação para, o primeiro impacto acontece na operação.
Pouco depois, o problema chega ao atendimento.
Clientes querem saber quais bairros serão atingidos, quando o serviço retornará, se hospitais estão sendo abastecidos, por que determinadas regiões continuam com água enquanto outras estão desabastecidas e quanto tempo o sistema levará para recuperar pressão.
É nesse momento que resiliência climática no saneamento se transforma também em experiência do cliente.
Uma empresa tecnicamente preparada, mas incapaz de informar corretamente sua população, ainda estará administrando uma crise.
Centrais de relacionamento precisam receber informações estruturadas da operação: área afetada, causa, número estimado de clientes, reservatórios impactados, previsão de recuperação, caminhões-pipa disponíveis e prioridade dos grandes consumidores essenciais.
A própria NR 11/2024 reforça a importância da comunicação sobre abrangência, duração e motivo das interrupções. (Serviços e Informações do Brasil)
Consequentemente, centro de controle operacional e central de atendimento não podem operar como estruturas isoladas.
O que gestores devem observar
Uma estratégia robusta de resiliência climática no saneamento precisa avaliar, pelo menos:
- quais captações, ETAs, elevatórias, reservatórios, boosters e ETEs são realmente críticos;
- quanto tempo cada unidade consegue permanecer fora da rede elétrica sem comprometer o serviço;
- se os geradores estão corretamente dimensionados, testados e abastecidos e se seus pontos de instalação ficam protegidos contra inundação;
- quais estruturas possuem redundância hidráulica, elétrica ou operacional;
- como caminhões-pipa, bombas móveis e equipes chegarão ao local se as principais rodovias estiverem bloqueadas;
- quais hospitais, unidades de saúde, abrigos, grandes consumidores e serviços essenciais precisam ter atendimento prioritário;
- como operação, manutenção, laboratório, comercial, comunicação, suprimentos, logística, tecnologia, segurança e diretoria trabalharão dentro de um mesmo comando de crise.
A recomendação da EPA para posicionamento de geradores ilustra bem esse tipo de planejamento: equipamentos e tanques de combustível precisam estar protegidos contra inundação, enquanto geradores móveis exigem planejamento prévio de armazenamento, transporte e instalação. (EPA)
O erro mais perigoso seria possuir um gerador justamente no local que ficará submerso quando ele for necessário.
A oportunidade: criar um índice de criticidade climática
Há uma aplicação relativamente simples que companhias podem desenvolver a partir dessa experiência.
Cada instalação operacional pode receber um índice de criticidade combinando probabilidade de inundação, histórico de interrupções elétricas, população abastecida, disponibilidade de redundância, autonomia dos reservatórios, dificuldade de acesso, existência de geração alternativa e relevância dos clientes atendidos.
Esse mapa permitiria decidir antecipadamente onde deixar geradores, bombas móveis, conexões para equipamentos portáteis, estoques de produtos químicos e equipes.
Também ajudaria a direcionar investimentos.
Nem toda instalação precisa receber o mesmo nível de proteção.
Uma pequena estação com alternativa operacional pode aceitar determinado risco. Uma captação cuja paralisação deixe 500 mil pessoas sem água exige outra arquitetura de segurança.
É a mesma lógica utilizada na manutenção baseada em criticidade — aplicada agora ao risco climático.
Outro ponto pouco percebido: o gerador precisa de combustível
Existe uma diferença enorme entre ter energia de emergência por quatro horas e conseguir operar isoladamente por vários dias.
Eventos extremos podem interromper estradas, postos de combustível e cadeias de suprimentos.
Por isso, planos de contingência precisam definir autonomia mínima, fornecedores alternativos, logística de reabastecimento, contratos emergenciais e acesso seguro aos equipamentos.
A EPA trata o planejamento de combustível como um dos pilares da resiliência energética de sistemas de água e esgoto. (US EPA)
Isso reforça uma lição importante: resiliência não é possuir equipamentos; é garantir que eles funcionem durante todo o período em que forem necessários.
Da emergência para a engenharia
A iniciativa da Sanepar oferece um sinal positivo porque mostra antecipação.
Mas o aprendizado mais relevante para outras companhias está no que deve acontecer depois da tempestade.
Cada evento precisa produzir dados.
Quais geradores foram efetivamente utilizados? Quanto tempo funcionaram? Onde faltou combustível? Quais captações apresentaram turbidez crítica? Quais estruturas ficaram inacessíveis? Qual município precisou de caminhão-pipa? Quanto tempo levou para normalizar cada sistema? Quantos contatos foram recebidos pelos canais de atendimento?
Transformar essas informações em banco histórico permite melhorar o próximo plano.
É assim que a resiliência climática no saneamento deixa de ser reação e passa a ser gestão de ativos baseada em risco.
Lições para quem trabalha no saneamento
Eventos extremos tornam visível algo que normalmente permanece escondido.
Uma torneira aberta depende de uma enorme cadeia técnica funcionando simultaneamente: manancial, captação, energia, bombas, produtos químicos, laboratório, ETA, adutoras, reservatórios, distribuição, manutenção, telecomunicações e profissionais disponíveis para tomar decisões.
Quando uma dessas partes falha, outras precisam compensá-la.
É justamente aí que experiência operacional faz diferença.
Saber qual válvula manobrar, onde instalar uma bomba provisória, qual reservatório deve ser preservado, que estação precisa receber primeiro um gerador ou qual comunidade deve receber um caminhão-pipa são decisões que dificilmente podem ser totalmente automatizadas.
Tecnologia melhora o diagnóstico.
Planejamento reduz riscos.
Mas crises continuam exigindo conhecimento técnico, experiência de campo e liderança.
Conclusão: o saneamento precisa aprender a operar no clima extremo
A operação preventiva da Sanepar traz uma mensagem que extrapola o Paraná.
Eventos climáticos severos estão obrigando companhias a revisar a forma como dimensionam ativos, compram equipamentos, organizam equipes, administram contratos, conversam com distribuidoras de energia e se comunicam com seus clientes.
Geradores e caminhões-pipa são a parte mais visível dessa mudança.
A transformação verdadeira ocorre quando a empresa conhece seus pontos vulneráveis, posiciona recursos antecipadamente, cria redundâncias, protege equipamentos críticos, integra sistemas de monitoramento e aprende com cada ocorrência.
A experiência da Corsan mostra o custo de enfrentar um desastre de grande escala. Nova York demonstra o passo seguinte: transformar o aprendizado da emergência em investimento permanente em infraestrutura resiliente.
Para gestores brasileiros, essa talvez seja a principal lição.
Resiliência climática no saneamento não significa impedir que uma tempestade aconteça. Significa evitar que uma tempestade inevitável se transforme em colapso do serviço.
E, em um setor cuja entrega precisa funcionar 24 horas por dia, esse conceito tende a ocupar cada vez mais espaço no planejamento estratégico, na regulação, nos investimentos e na rotina dos profissionais.
Fontes e referências
Sanepar — Companhia de Saneamento do Paraná
“Sanepar reforça equipes, instala geradores e terá caminhões-pipa de prontidão para minimizar efeitos das chuvas”
11 de setembro de 2026
Acessar publicação da Sanepar
Simepar — Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná
“El Niño favorece chuvas acima da média e aumenta risco de temporais no Paraná até o verão”
10 de setembro de 2026
Acessar publicação do Simepar
Simepar — Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná
“Simepar confirma dois tornados no Paraná entre quarta (09) e quinta-feira (10/09)”
10 de setembro de 2026
Acessar publicação do Simepar
Simepar — Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná
“Simepar confirma ocorrência de tornado em Goioerê nesta sexta-feira (11)”
11 de setembro de 2026
Acessar publicação do Simepar
Copel
“Boletim – Evento Climático – 18 horas – Sexta-feira (11/09)”
11 de setembro de 2026
Acessar boletim da Copel
Aegea Saneamento
Relatório Integrado de Sustentabilidade 2024 — eventos climáticos extremos e enchentes no Rio Grande do Sul
Acessar relatório da Aegea
Aegea Saneamento
“Aegea Saneamento registra lucro líquido de R$ 682 milhões no 1º semestre de 2024” — informações sobre impactos das enchentes e recuperação da Corsan
9 de agosto de 2024
Acessar publicação da Aegea
Corsan — Companhia Riograndense de Saneamento
“Corsan retoma, parcialmente, o abastecimento em Canoas, Esteio e Sapucaia do Sul”
17 de maio de 2024
Acessar publicação da Corsan
Corsan — Companhia Riograndense de Saneamento
“Corsan atualiza situação do abastecimento de água após temporais e interrupções no fornecimento de energia elétrica”
2026
Acessar publicação da Corsan
ANA — Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico
Resolução ANA nº 230/2024 — Norma de Referência nº 11/2024: condições gerais para prestação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário
18 de dezembro de 2024
Acessar a Norma de Referência nº 11/2024
Ministério da Saúde
Portaria GM/MS nº 888/2021 — procedimentos de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e padrão de potabilidade
4 de maio de 2021
Acessar a Portaria GM/MS nº 888/2021
United States Environmental Protection Agency — EPA
“Power Resilience Guide for Water and Wastewater Utilities”
Atualizado em maio de 2023
Acessar o guia da EPA
New York City Department of Environmental Protection — NYC DEP
“Department of Environmental Protection Releases Resiliency Plan for New York City Wastewater Facilities”
29 de outubro de 2013
Acessar o plano de resiliência de Nova York
New York City Department of Environmental Protection — NYC DEP
“DEP Investing $400 Million in Resiliency Upgrades at New York City’s Critical Wastewater Facilities”
30 de outubro de 2017
Acessar publicação do NYC DEP



