Um reator-piloto testado dentro de uma estação de tratamento de esgoto recebeu um prêmio internacional. Uma comunicadora conquistou ouro ao transformar assuntos técnicos sobre água, esgoto e tarifa social em conteúdos de um minuto. Dois pesquisadores ajudaram a organizar uma nova fotografia do saneamento brasileiro em uma plataforma de dados. Ao mesmo tempo, um levantamento sobre influência colocou 29 profissionais e uma iniciativa coletiva entre as principais vozes de Água e Saneamento do país.
Setembro de 2026 ofereceu uma amostra interessante de como está mudando o perfil dos profissionais do saneamento que conquistam reconhecimento.
O ponto em comum não é cargo, formação ou tipo de organização. É a capacidade de transformar conhecimento especializado em resultado: uma solução técnica mais eficiente, informação compreensível para o cidadão, dados capazes de melhorar decisões ou autoridade profissional suficiente para participar dos debates que estão definindo o futuro do setor.
Isso importa porque o saneamento atravessa uma transformação que não depende apenas de bilhões de reais em infraestrutura. A universalização exige também pesquisa aplicada, operação qualificada, comunicação, interpretação de dados, produção de conhecimento e profissionais capazes de explicar problemas complexos.
Os quatro destaques selecionados pelo Saneamento Pro em setembro mostram justamente essas diferentes dimensões.
1. Ana Paula Felix, Rafael Brito de Moura e equipe: pesquisa sai do laboratório e entra na ETE
Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), em parceria com o Departamento Municipal de Água e Esgoto de Poços de Caldas, foi uma das dez premiadas no 5º Congresso Internacional de Engenharia Ambiental Luso-Brasileiro, realizado entre 1º e 3 de setembro de 2026, em Curitiba.
O trabalho conduzido pela mestranda Ana Paula Felix, sob orientação do professor Rafael Brito de Moura e equipe, recebeu em 2 de setembro o prêmio de Melhor Trabalho. Segundo a UNIFAL-MG, mais de 800 trabalhos foram submetidos ao congresso e dez receberam premiação após diferentes etapas de avaliação. (Jornal Unifal-MG)
O reconhecimento chama atenção principalmente porque não se trata apenas de uma discussão teórica.
O equipamento estudado está instalado na ETE III, em Poços de Caldas, e recebe efluente doméstico. O projeto avalia um SBRIA — Structured Bed Reactor with Intermittent Aeration, ou reator de leito estruturado com aeração intermitente.
Na prática, o sistema alterna momentos com fornecimento de ar e períodos com baixa disponibilidade de oxigênio. Essa alternância permite criar condições para diferentes grupos de microrganismos atuarem sobre a matéria orgânica e sobre compostos de nitrogênio.
O objetivo mais ambicioso é reunir, em uma mesma unidade, processos que tradicionalmente podem exigir diferentes etapas do tratamento.
Os números preliminares explicam parte do interesse despertado pelo estudo. Em uma das fases experimentais, o sistema apresentou remoção média de 95% da demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e 76% da demanda química de oxigênio (DQO) não filtrada. Em outra fase, registrou remoção média de 73% do nitrogênio e 100% do fósforo. (Jornal Unifal-MG)
Há, entretanto, uma ressalva fundamental.
Esses máximos foram alcançados em condições experimentais diferentes. Portanto, não seria tecnicamente correto somá-los e afirmar que o reator removeu simultaneamente 95% de DBO, 73% de nitrogênio e 100% de fósforo sob uma única configuração operacional. A própria divulgação da universidade faz essa diferenciação. (Jornal Unifal-MG)
Essa cautela é tão importante quanto os bons resultados.
Por que essa pesquisa interessa às companhias
A retirada de nutrientes é um dos desafios do tratamento de esgoto.
Estações concebidas principalmente para remoção de matéria orgânica nem sempre conseguem remover nitrogênio e fósforo em níveis elevados sem processos adicionais. Quando esses nutrientes são lançados em excesso nos corpos d’água, podem contribuir para processos de eutrofização, com proliferação de algas e deterioração da qualidade ambiental.
O SBRIA procura intensificar diferentes processos biológicos dentro de uma mesma estrutura.
Além disso, a pesquisa avalia os períodos de aeração, variável importante porque o fornecimento de ar representa parcela relevante do consumo energético no tratamento biológico. Encontrar uma configuração que entregue desempenho adequado sem aerar além do necessário pode ter consequências operacionais e financeiras.
Mas ainda não existe demonstração de viabilidade econômica em escala plena.
A pesquisa continua em escala piloto e novas fases estão previstas para avaliar estabilidade, biomassa e configuração operacional. Essa diferença entre resultado experimental promissor e tecnologia comprovada em escala real precisa ser preservada.
É justamente aí que está uma das principais lições para os profissionais do saneamento.
A aproximação entre universidade e operador permite que tecnologias sejam avaliadas em condições mais próximas da realidade antes de decisões maiores de investimento. A ETE deixa de funcionar apenas como infraestrutura operacional e também passa a ser ambiente de aprendizado.
Para gestores, uma pergunta útil surge desse caso: quantas estações poderiam funcionar também como ambientes controlados de pesquisa aplicada, em parceria com universidades e centros tecnológicos?
2. Dani Carla e o Minuto Cesan: traduzir saneamento também é competência técnica
No dia 23 de setembro, Dani Carla conquistou Ouro na categoria Creator da 39ª edição do Festival Colibri pelo trabalho desenvolvido no Minuto Cesan.
A premiação ocorreu em Vitória e reconheceu um projeto que enfrenta uma dificuldade conhecida pelas companhias: explicar saneamento para quem não trabalha com saneamento. (A Gazeta)
O case oficial apresentado ao festival ajuda a entender a dimensão do trabalho.
O projeto produziu 31 vídeos para televisão, 31 programetes de rádio e 31 Reels, em uma estratégia multiplataforma. A ficha registra mais de 280 horas de produção e participação de dez profissionais.
Segundo os dados apresentados na inscrição, o conteúdo acumulou mais de 26 milhões de impactos na televisão, quase 2 milhões de impressões nas redes sociais e mais de 4 milhões de impactos no rádio. Esses números representam métricas de exposição dos canais e não devem ser interpretados como 32 milhões de pessoas únicas alcançadas. (Festival Colibri)
Mais importante que o alcance, entretanto, é o tipo de conteúdo.
Tratamento de água, esgoto, qualidade da água, tarifa social e uso consciente dos recursos foram transformados em mensagens curtas e compreensíveis.
Esse trabalho toca diretamente um dos desafios comerciais mais subestimados do setor.
Uma companhia pode dominar captação, tratamento, reservação, redes, perdas e automação. Ainda assim, se o consumidor não compreende o serviço prestado, surgem ruídos de percepção.
Para o cliente, a companhia aparece principalmente em momentos muito concretos: quando chega a conta, quando falta água, quando uma rua é aberta para manutenção, quando ocorre vazamento ou quando o usuário procura atendimento.
Todo o enorme processo que existe antes de a água chegar à torneira ou depois que o esgoto deixa um imóvel tende a permanecer invisível.
O Minuto Cesan trabalha justamente nessa lacuna.
Comunicação pode reduzir distância entre operação e cliente
O reconhecimento de Dani Carla oferece uma lição que ultrapassa publicidade.
Comunicação de saneamento não deveria começar no departamento de comunicação.
Ela deveria começar na compreensão profunda da operação.
Para explicar por que uma obra exige interdição, por que há uma tarifa, como funciona uma ETE, por que um hidrômetro é importante ou de que forma a tarifa social funciona, primeiro é necessário compreender o processo técnico.
Depois vem o desafio de retirar o excesso de jargões sem perder precisão.
Essa competência é especialmente relevante no momento em que companhias precisam demonstrar investimentos, justificar intervenções, incentivar adesão ao esgotamento sanitário, orientar sobre consumo, combater desinformação e explicar mudanças aos clientes.
Os profissionais do saneamento podem retirar uma aplicação prática desse caso: conhecimento técnico que permanece restrito aos especialistas tem impacto limitado. Quando é traduzido corretamente, pode também se transformar em ferramenta de relacionamento com a sociedade.
3. Eduardo Caetano e Paula Pollini: transformar dados em inteligência
Em 17 de setembro, o Instituto Água e Saneamento apresentou a versão online e interativa do Tabuleiro do Saneamento Básico 2026.
A publicação de setembro tem Eduardo Caetano na coordenação, enquanto Eduardo Caetano e Paula Pollini respondem pelos textos e pela pesquisa de conteúdo. (Água e Saneamento)
O trabalho acompanha as transformações do saneamento após a revisão do Marco Legal em 2020 e organiza informações sobre acesso aos serviços, regionalização, prestadores e participação privada.
Na nova plataforma, é possível navegar pelo país e consultar informações específicas dos estados.
Isso pode parecer apenas uma melhoria de apresentação. Não é.
Um dos grandes problemas do saneamento brasileiro é a fragmentação das informações.
Dados de população, cobertura, contratos, prestação, regionalização e estrutura institucional estão distribuídos entre diferentes sistemas e órgãos. Quando essas bases são transformadas em informação estruturada e comparável, aumenta a capacidade de enxergar padrões.
O levantamento de 2026 mostra, por exemplo, que apenas 65,3% dos brasileiros possuem acesso a esgotamento sanitário por rede geral ou rede pluvial, segundo a compilação apresentada pelo IAS. Norte e Nordeste mantêm percentuais menores de acesso às redes quando comparados às demais regiões. (Água e Saneamento)
O estudo também chama atenção para um ponto de gestão pública: aprovar uma lei de regionalização não significa necessariamente ter uma governança regional efetivamente instalada e funcionando.
Além disso, o levantamento indica que 19 das 27 unidades federativas já realizaram ou possuem previstos projetos regionais de concessão, parceria público-privada ou privatização posteriores à revisão do Marco Legal. (Água e Saneamento)
O profissional que sabe interpretar dados ganha vantagem
O valor do trabalho de Eduardo Caetano e Paula Pollini está menos em produzir mais uma coleção de números e mais em organizar os números de maneira que possam gerar perguntas melhores.
Isso tem aplicação direta dentro das empresas.
Um indicador isolado de perdas não explica uma operação. Um índice de inadimplência isolado não explica uma carteira de clientes. Uma média de consumo não explica um município. Um percentual de cobertura não mostra necessariamente qualidade, continuidade ou infraestrutura disponível.
O profissional precisa conectar indicadores.
Na área comercial, por exemplo, dados de cobertura podem ser relacionados ao número de ligações factíveis, imóveis inativos, adesão ao esgoto, renda e inadimplência.
Na operação, perdas podem ser cruzadas com pressão, idade da rede, frequência de rompimentos, macromedição e micromedição.
Na gestão de investimentos, informações territoriais podem ajudar a identificar onde a expansão produz maior impacto sanitário ou ambiental.
Assim, a principal lição desse reconhecimento é simples: dado não substitui decisão, mas decisão sem bons dados aumenta o risco de erro.
Para os profissionais do saneamento, saber localizar, comparar, criticar e interpretar bases de dados está se tornando uma competência tão estratégica quanto dominar processos tradicionais do setor.
4. PULSO 2026/2027: as 30 vozes de Água e Saneamento
O quarto destaque exige uma observação temporal.
O PULSO 2026/2027 – Influência Digital e Liderança, desenvolvido pela DECK e pela Nexus, foi apresentado originalmente em agosto de 2026. Entretanto, o reconhecimento aos profissionais de Água e Saneamento ganhou ampla repercussão setorial ao longo de setembro, com empresas, entidades e profissionais divulgando sua presença na seleção. Portanto, trata-se de um reconhecimento repercutido em setembro, e não de uma premiação realizada nesse mês.
O estudo analisou mais de 2 mil perfis e selecionou 630 entradas distribuídas em 21 setores da economia brasileira. A metodologia combinou indicadores quantitativos de presença digital, ferramentas de inteligência artificial e curadoria humana. Entre os critérios estão afinidade, influência, reputação, conteúdo, engajamento e volume. (Nexus)
Há outro detalhe importante: a relação não é apresentada como uma classificação de primeiro a trigésimo lugar. Portanto, não é tecnicamente adequado afirmar que uma pessoa é “mais influente” que outra com base na posição em que aparece. A seleção reúne 30 vozes consideradas relevantes dentro da metodologia adotada.
Na categoria Água e Saneamento aparecem 29 profissionais e uma iniciativa coletiva:
- Alexandre Thiollier
- Aline Matulja
- Ana Carolina Argolo Lucarini
- Ana Rizzo
- Anna Luísa Beserra
- Anselmo Leal
- Benedito Braga
- Carlos J. T. Berenhauser
- Carlos Piani
- Christianne Dias Ferreira
- Débora Pierini Longo
- Édison Carlos
- Fabricio Soler
- Jerson Kelman
- Juliana Alencar
- Juliana Sabbatini
- Luana Siewert Pretto
- Marcel Sanches
- Marília Carvalho de Melo
- Pedro Leite
- Radamés Casseb
- Renato Medicis
- René Silva
- Ricardo Hirata
- Roberval Tavares
- Rovena Cabral
- Saneamento Salva, iniciativa coletiva
- Verônica Sanchez
- Vicente Perrone
- Wilson Bley
O valor dessa relação está em sua diversidade.
Ela reúne dirigentes de operadores, engenheiros, pesquisadores, especialistas em recursos hídricos, profissionais ligados à regulação, comunicação, sustentabilidade, direito, inovação e produção de conteúdo.
Isso ajuda a desmontar uma visão antiga segundo a qual apenas quem dirige grandes obras ou grandes empresas ocupa posição estratégica no saneamento.
O setor se tornou muito mais multidisciplinar.
O engenheiro que entende operação continua essencial. O operador que conhece profundamente um sistema também. Mas o ambiente atual acrescentou novas camadas: regulação, gestão de contratos, relacionamento com clientes, dados, clima, sustentabilidade, comunicação, segurança hídrica, governança e tecnologia.
O PULSO sustenta ainda uma conclusão interessante sobre influência profissional: seguidores não são suficientes.
A metodologia procura avaliar reputação, consistência temática, autoridade e capacidade de mobilização, além das métricas digitais. Na pesquisa geral, a Nexus argumenta que conteúdos associados a conhecimento aplicado, análises profundas, bastidores operacionais e solução de problemas passaram a exercer papel crescente na construção de autoridade. (Nexus)
Para os profissionais do saneamento, existe uma mensagem importante aí.
A carreira técnica não precisa ser transformada em uma busca por popularidade digital.
Mas conhecimento que nunca é compartilhado dificilmente ultrapassa os limites da própria organização.
Um engenheiro pode explicar uma metodologia de redução de perdas. Um operador pode compartilhar aprendizados de manutenção. Um profissional comercial pode discutir recuperação de receita. Um regulador pode explicar uma norma. Um especialista em atendimento pode apresentar os resultados de uma mudança de processo.
Quando isso é feito com responsabilidade, evidência e consistência, a produção de conteúdo passa a funcionar como extensão da própria atividade profissional.
O que esses reconhecimentos dizem sobre o futuro das carreiras
Os quatro casos apontam para algo maior.
Ana Paula Felix, Rafael Brito de Moura e equipe representam pesquisa aplicada e aproximação entre universidade e operação.
Dani Carla representa a capacidade de traduzir tecnicamente um serviço complexo para o cidadão.
Eduardo Caetano e Paula Pollini representam organização de dados e produção de inteligência para compreender o setor.
As 30 vozes do PULSO mostram que reputação e autoridade técnica também se tornaram ativos profissionais.
São competências diferentes, mas complementares.
Uma companhia moderna precisa de pessoas capazes de operar bombas e redes, projetar sistemas e tratar água e esgoto. Entretanto, precisa também de quem saiba analisar dados, explicar decisões, interagir com reguladores, produzir conhecimento, testar tecnologias e construir confiança.
Esse movimento aumenta a responsabilidade individual.
A visibilidade não substitui competência. Um profissional com grande presença digital e pouco conhecimento técnico continua limitado. Por outro lado, profissionais altamente qualificados que conseguem organizar e compartilhar conhecimento podem ampliar significativamente o impacto de sua experiência.
É justamente nesse ponto que surge uma oportunidade para o setor.
Empresas podem estruturar programas internos para incentivar apresentação de trabalhos técnicos, publicação de estudos de caso, participação em congressos, desenvolvimento de pesquisas com universidades e formação de especialistas capazes de comunicar temas complexos.
O reconhecimento externo passa, então, a ser consequência de uma cultura interna de conhecimento.
Lições para os profissionais do saneamento
Setembro deixou uma mensagem relevante para quem trabalha no setor: crescimento profissional não está restrito à mudança de cargo.
Uma pesquisa pode produzir reconhecimento.
Uma melhoria operacional pode gerar conhecimento replicável.
Uma comunicação bem construída pode aproximar milhões de pessoas de um tema técnico.
Uma plataforma de dados pode mudar a forma como gestores enxergam o setor.
Uma trajetória consistente pode construir reputação suficiente para influenciar discussões nacionais.
Para quem está no início da carreira, os casos mostram que especialização e capacidade de comunicar conhecimento podem caminhar juntas.
Para profissionais experientes, surge outra provocação: quanto do conhecimento acumulado durante anos de trabalho está documentado, organizado ou compartilhado?
E para as empresas existe uma questão ainda mais estratégica: quantos conhecimentos relevantes permanecem invisíveis dentro das próprias equipes?
Valorizar profissionais do saneamento não significa apenas entregar prêmios. Significa criar ambientes em que boas ideias possam ser testadas, resultados possam ser medidos, erros possam gerar aprendizado e experiências possam circular pela organização.
Conclusão
Os destaques de setembro mostram que o reconhecimento dos profissionais do saneamento está se tornando tão diverso quanto os desafios enfrentados pelo setor.
Não existe apenas um caminho.
Ana Paula Felix, Rafael Brito de Moura e equipe demonstram a importância de levar pesquisa para perto da realidade operacional. Dani Carla mostra que traduzir o saneamento para a sociedade pode ser tão estratégico quanto executar corretamente o serviço. Eduardo Caetano e Paula Pollini reforçam que dados organizados ajudam a enxergar aquilo que indicadores fragmentados escondem. E as 30 vozes do PULSO evidenciam que autoridade profissional nasce da combinação entre conhecimento, reputação, consistência e capacidade de participar de discussões relevantes.
A universalização exigirá infraestrutura. Mas não será alcançada apenas com concreto, tubulação, bombas e estações.
Será necessário desenvolver gente.
Quanto mais complexos se tornam regulação, tecnologia, mudanças climáticas, demandas dos clientes e investimentos, maior passa a ser o valor de profissionais do saneamento capazes de aprender, experimentar, interpretar dados, explicar decisões e compartilhar conhecimento.
Talvez essa seja a principal mensagem deixada pelos reconhecimentos de setembro: o futuro do saneamento também será construído por quem consegue transformar experiência técnica em conhecimento útil para outras pessoas.
Fontes e referências
Universidade Federal de Alfenas — UNIFAL-MG
Pesquisa da UNIFAL-MG que testa reator-piloto para tratamento de esgoto recebe prêmio em congresso internacional.
22 de setembro de 2026.
Acessar publicação da UNIFAL-MG
5º Congresso Internacional de Engenharia Ambiental Luso-Brasileiro
Página oficial do evento realizado de 1º a 3 de setembro de 2026, em Curitiba.
Acessar página oficial do congresso
Festival Colibri
Shortlist oficial — Dani Carla / Minuto Cesan.
2026.
Acessar ficha oficial do case
A Gazeta
Dani Carla vence na categoria Creator e leva ouro para a Rede Gazeta no Festival Colibri.
24 de setembro de 2026.
Acessar reportagem sobre a premiação
Instituto Água e Saneamento — IAS
Tabuleiro Saneamento Básico 2026.
Setembro de 2026.
Acessar publicação do IAS
Instituto Água e Saneamento — IAS
Tabuleiro Saneamento Básico é lançado como plataforma de dados online interativa.
17 de setembro de 2026.
Acessar lançamento da plataforma
Nexus / FSB Holding
Nova era da influência: credibilidade técnica supera “máquina de likes” — PULSO 2026/2027.
Agosto de 2026.
Acessar divulgação oficial e metodologia do PULSO
Copasa
Presidente da Copasa está entre as 30 vozes mais influentes do setor de água e saneamento.
Setembro de 2026.
Acessar publicação da Copasa sobre o PULSO



