O Brasil ainda perde 39,5% da água disponibilizada nos sistemas de distribuição, segundo o SINISA 2025, com dados referentes a 2024. O percentual significa que uma parcela enorme da água já captada, tratada e colocada no sistema não aparece como consumo autorizado registrado. No Norte, o indicador chega a 49,4%; no Nordeste, a 46,7%.
Há, porém, um detalhe que muda completamente a forma de enfrentar o problema: nem toda perda de água é vazamento.
O próprio SINISA separa as perdas em reais e aparentes. As reais correspondem à água que efetivamente escapa por redes, ramais, conexões, reservatórios e outros componentes. Já as aparentes incluem submedição de hidrômetros, fraudes, ligações clandestinas, falhas cadastrais, erros de leitura e outros consumos que ocorreram, mas não foram corretamente contabilizados.
Essa distinção explica por que algumas companhias investem milhões em caça-vazamentos e observam uma redução frustrante do indicador: pode-se estar atacando apenas uma parte do problema.
Também explica por que reduzir perdas não começa necessariamente trocando quilômetros de tubulação.
Três estratégias relativamente simples em conceito podem produzir resultados expressivos quando executadas de forma sistemática: controlar melhor a pressão, procurar vazamentos antes que eles apareçam e medir corretamente a água que entra e sai do sistema.
O desafio não está em descobrir essas estratégias. Elas são conhecidas há décadas. O desafio está em transformá-las em rotina operacional.
Antes das três estratégias: medir perdas de água corretamente
Existe um erro frequente: olhar apenas o percentual global de perdas.
O percentual é excelente para mostrar a dimensão do problema ao público, mas tem limitações para decisões operacionais e comparações entre sistemas com características diferentes. A International Water Association (IWA) alerta que indicadores percentuais podem ser inadequados para comparar desempenho, porque variam também em função do consumo. Indicadores como litros por ligação por dia, volume diário perdido e métricas associadas à pressão podem oferecer melhor capacidade de diagnóstico.
Essa lógica ganhou ainda mais importância no Brasil.
Publicada em dezembro de 2025, a Norma de Referência ANA nº 15/2025 estabeleceu diretrizes nacionais para a gestão progressiva das perdas. Entre outros pontos, determina que o diagnóstico considere balanço hídrico, perdas reais e aparentes separadamente, índice de perdas por ligação, intermitência, macromedição e hidrometração.
A norma também determina que o prestador estruture um Plano de Gestão de Redução e Controle de Perdas e prevê que as ações sejam escolhidas considerando justificativa técnico-econômica. Em outras palavras: não basta reduzir perdas; é necessário saber onde, quanto e a que custo elas estão sendo reduzidas.
Esse é o ponto de partida das três estratégias.
Estratégia 1 — Controlar a pressão antes de procurar mais água
Uma rede operando constantemente com pressão excessiva pode estar produzindo o próprio problema que depois tentará resolver.
Quanto maior a pressão sobre um vazamento existente, maior tende a ser a vazão que escapa. Além disso, pressões excessivas e transientes hidráulicos aumentam esforços sobre tubulações, juntas e ramais, podendo contribuir para novas rupturas.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, a EPA, inclui a gestão de pressão entre as práticas de controle de perdas e destaca três possíveis benefícios: redução do volume perdido por vazamentos, menor estresse sobre redes e conexões e redução da ocorrência futura de rupturas.
Na prática, isso significa abandonar a lógica de “quanto mais pressão, melhor”.
O objetivo de uma companhia eficiente não é entregar a maior pressão possível. É entregar pressão suficiente e estável para garantir o serviço, evitando excedentes desnecessários.
Essa diferença parece pequena, mas muda a operação.
Válvulas Redutoras de Pressão (VRPs), sensores, dataloggers, modelagem hidráulica, telemetria e controle por faixa horária permitem entender o comportamento da rede e ajustar a pressão às necessidades reais.
A Sabesp informa que utiliza, dentro de seu programa de redução de perdas, uma estratégia de gestão da demanda noturna, reduzindo pressões durante os períodos de menor consumo para diminuir vazamentos e rompimentos. A companhia também inclui instalação de VRPs, setorização, pesquisa de vazamentos e renovação de redes entre suas ações.
No Ceará, a Cagece vem utilizando dataloggers para acompanhar continuamente a pressão da rede. Os equipamentos registram variações que podem auxiliar na identificação de vazamentos, obstruções e comportamentos hidráulicos anormais.
A oportunidade pouco percebida está aqui: antes de ampliar produção, vale verificar se parte da água adicional não pode ser encontrada dentro da própria rede.
Reduzir pressão excessiva pode significar menos água escapando, menos rompimentos, menor necessidade de bombeamento e maior estabilidade operacional.
Mas existe um limite importante. Pressão não pode simplesmente ser reduzida indiscriminadamente.
A própria NR ANA nº 15/2025 determina que a redução de perdas esteja articulada à continuidade do abastecimento e à manutenção de pressão mínima adequada.
O profissional competente, portanto, não “fecha a VRP”. Ele entende topografia, curva de consumo, pontos críticos, pressão dinâmica, pressão mínima, níveis de reservação e comportamento hidráulico.
É engenharia operacional aplicada ao cotidiano.
Estratégia 2 — Encontrar vazamentos antes que eles apareçam
Grande parte da população associa vazamento a água brotando no asfalto.
Para uma companhia de saneamento, o vazamento mais perigoso pode ser exatamente aquele que ninguém vê.
Uma pequena fuga subterrânea pode permanecer semanas ou meses descarregando água continuamente. Por isso, empresas com programas maduros não trabalham exclusivamente de forma reativa, esperando que o vazamento apareça ou que o cliente telefone.
Elas praticam controle ativo de vazamentos.
Uma das formas mais conhecidas de fazer isso é dividir a rede em áreas menores monitoráveis, geralmente chamadas de Distritos de Medição e Controle — DMCs, ou DMAs na literatura internacional.
O princípio é simples: medir quanto entra em uma área e compreender quanto deveria estar sendo consumido.
Quando o volume que entra começa a se afastar do comportamento esperado, surge uma pista.
O consumo no período noturno é particularmente útil. Em determinadas áreas predominantemente residenciais, o consumo legítimo cai durante a madrugada. Se o fluxo permanece elevado, existe a possibilidade de vazamentos.
O Banco Mundial descreve justamente essa abordagem: monitoramento dos DMCs, análise da vazão mínima noturna, acompanhamento da pressão e posterior investigação com equipamentos acústicos, correlacionadores e outras técnicas de localização.
A mudança gerencial é profunda.
Sem setorização, uma companhia pode saber que uma cidade perde muita água.
Com setorização adequada, começa a descobrir qual região piorou ontem à noite.
Isso transforma perdas de água de um indicador mensal em um processo operacional.
O próximo passo é reduzir o tempo entre três momentos: surgimento do vazamento, localização e reparo.
Quanto menor esse intervalo, menor o volume acumulado perdido.
Tecnologia ajuda, mas não substitui processo. Geofones, correlacionadores, sensores permanentes de ruído, telemetria, inteligência artificial e imagens de satélite podem melhorar a produtividade das equipes. Entretanto, a tecnologia só gera resultado quando a companhia possui equipes capazes de transformar alertas em ordens de serviço e ordens de serviço em reparos rápidos e de qualidade.
A Copasa oferece um exemplo recente dessa combinação. A companhia informou que seu índice de perdas na distribuição passou de 38,1% em 2024 para 35,6% em 2025. Entre as iniciativas adotadas estão detecção de vazamentos por satélite e inteligência artificial, substituição de redes, automação e renovação de hidrômetros. A empresa ressalva, corretamente, que parte da variação também decorreu de mudança metodológica no cálculo do indicador em 2025.
Essa ressalva é importante. Em gestão de perdas, nem toda melhoria do indicador corresponde necessariamente a igual redução física de vazamentos.
É por isso que vazão, pressão e volumes devem ser acompanhados em conjunto.
O benchmarking internacional mostra que o básico funciona
Um projeto relatado pela IWA em Musoma, na Tanzânia, reuniu monitoramento da vazão mínima noturna, macromedição, sensores, pesquisa ativa de vazamentos, controle de pressão, medidores inteligentes e acompanhamento contínuo dos indicadores.
Nos DMCs envolvidos, a água não faturada caiu de aproximadamente 70% para 40%, com redução estimada de 108 mil m³. Como várias intervenções foram executadas simultaneamente, não é tecnicamente correto atribuir o resultado a uma tecnologia isolada. A lição está justamente na combinação coordenada das ferramentas.
Singapura mostra o outro extremo.
O PUB, operador nacional de água, registrou perdas de distribuição de 7,5% no exercício de 2022, depois de permanecer ao redor de 8% nos anos imediatamente anteriores mostrados no relatório.
Não seria razoável simplesmente comparar 7,5% de Singapura com 39,5% do Brasil e concluir que uma empresa trabalha “cinco vezes melhor”. Sistemas possuem densidade, idade, materiais, topografia, consumo e regras de contabilização diferentes.
O aprendizado está em outro ponto: perdas baixas normalmente não resultam de uma grande campanha ocasional. Elas são consequência de medição, manutenção, renovação de ativos, monitoramento e disciplina operacional mantidos por anos.
Estratégia 3 — Medir tudo e atacar as perdas aparentes
Existe uma situação aparentemente contraditória no saneamento: uma companhia pode reduzir significativamente suas perdas sem localizar um único novo vazamento.
Isso ocorre quando o problema está na medição.
Um hidrômetro submedindo não faz a água desaparecer. A água chega ao consumidor, mas parte dela não é registrada.
Do ponto de vista ambiental, é diferente de um vazamento. Do ponto de vista econômico, porém, representa água captada, tratada, bombeada e entregue sem contabilização adequada.
Por isso, a terceira estratégia envolve dois níveis inseparáveis: macromedição e micromedição.
A macromedição responde quanto está entrando no sistema, reservatório, setor ou DMC.
A micromedição responde quanto chegou aos clientes.
Sem confiança nos dois lados dessa equação, o balanço hídrico perde qualidade.
A NR ANA nº 15/2025 reforça justamente essa lógica ao incluir macromedição, hidrometração e separação entre perdas reais e aparentes no diagnóstico dos prestadores.
A estratégia comercial também precisa considerar idade dos medidores, dimensionamento, perfil de consumo, qualidade metrológica, cadastro, fraudes e ligações clandestinas.
Um grande hidrômetro trabalhando permanentemente muito abaixo da faixa adequada pode apresentar comportamento diferente de um medidor corretamente dimensionado. Da mesma maneira, trocar hidrômetros apenas por idade, sem analisar consumo e perfil metrológico, pode desperdiçar capital.
A gestão moderna tende a substituir o critério “medidor velho” pelo critério “medidor com maior risco econômico de submedição”.
Esse detalhe pode mudar completamente a rentabilidade de um programa.
A Copasa informou ter substituído mais de 730 mil hidrômetros em 2025, em conjunto com outras iniciativas de combate às perdas.
A Sabesp, por sua vez, informa que seu programa de perdas aparentes inclui renovação do parque de medidores, atualização cadastral, combate a fraudes e regularização de ligações. No planejamento divulgado para 2025, a companhia previa R$ 2,05 bilhões em ações de combate às perdas abrangendo, além da medição, vazamentos, VRPs, setorização e renovação de infraestrutura.
O ponto estratégico é que perda real e perda aparente geram retornos diferentes.
Ao eliminar um vazamento, a companhia pode reduzir produção, energia, produtos químicos e pressão sobre os mananciais.
Ao corrigir submedição ou irregularidades, o benefício tende a aparecer principalmente no volume registrado e na receita.
Por isso, tratar tudo apenas como “redução do percentual de perdas” empobrece a gestão.
O que muda na prática para uma companhia de saneamento
As três estratégias podem ser traduzidas em uma sequência gerencial relativamente simples.
Primeiro, deve-se saber quanto entra e quanto sai de cada sistema ou setor. Depois, identificar regiões com comportamento anormal de vazão e pressão. Em seguida, verificar se a causa predominante é física, comercial ou uma combinação das duas. Só então deve-se decidir onde investir.
Uma companhia pode começar com uma rotina de oito ações: fechar o balanço hídrico; validar macromedidores; selecionar um setor crítico; instalar medição de vazão e pressão; analisar vazão mínima noturna; pesquisar vazamentos; corrigir problemas de micromedição e cadastro; e medir novamente o resultado após as intervenções.
Essa sequência parece elementar.
Mas é justamente sua repetição sistemática que diferencia um “programa de combate às perdas” de uma campanha temporária.
O que pode dar errado
O primeiro erro é comprar tecnologia sem organizar os processos.
Um sensor que identifica um possível vazamento não economiza água sozinho. Se a informação permanecer três dias aguardando análise, mais dois dias aguardando uma equipe e outros três aguardando liberação de pavimento, a tecnologia apenas documentará uma perda que continuará ocorrendo.
O segundo erro é reduzir pressão sem modelagem suficiente. Uma intervenção mal dimensionada pode melhorar um indicador e, simultaneamente, causar baixa pressão nas extremidades, piorar o abastecimento de áreas elevadas e gerar reclamações.
O terceiro é concentrar toda a estratégia nas redes e esquecer os ramais. Em muitos sistemas, conexões prediais possuem grande relevância na ocorrência de vazamentos.
O quarto é substituir hidrômetros indiscriminadamente. Programas de micromedição devem considerar retorno econômico, curva de erro, classe metrológica, dimensionamento e perfil de consumo.
E existe um quinto erro ainda mais importante: acreditar que toda perda deve ser eliminada independentemente do custo.
A própria ANA determina que as ações propostas sejam justificadas técnica e economicamente. A EPA também trabalha com o conceito de que existe um ponto no qual reduzir mais vazamentos pode custar mais do que o benefício obtido.
A meta correta não é perda zero a qualquer custo. É atingir e manter níveis tecnicamente, ambientalmente e economicamente eficientes.
A regulação está tornando perdas de água um tema ainda mais estratégico
O assunto deixou de ser exclusivamente operacional.
A Lei nº 11.445/2007, após as mudanças promovidas pelo marco legal, incorporou redução e controle das perdas entre os princípios relevantes para a prestação dos serviços.
Além disso, o planejamento federal já estabelece referências para evolução dos indicadores. O Plansab revisado trabalha com meta nacional de aproximadamente 31% de perdas na distribuição em 2033, enquanto mecanismos federais também vêm utilizando referências de perdas na distribuição e por ligação para políticas de financiamento.
Mais recentemente, a NR ANA nº 15/2025 elevou o nível de exigência: diagnóstico, balanço hídrico, acompanhamento das perdas reais e aparentes, estrutura operacional, custos, cronograma e resultados passam a integrar uma lógica regulatória mais estruturada. A norma prevê que a verificação de sua implementação pelas entidades reguladoras comece em 20 de maio de 2028, com escalonamento dos municípios conforme porte e índice de perdas.
Isso aproxima operação, engenharia, comercial, planejamento e regulação.
Perdas deixam de ser “problema da equipe de vazamentos”.
Passam a ser problema da companhia.
Onde está a oportunidade financeira
Cada metro cúbico de água real recuperado representa um volume que não precisa ser novamente captado, tratado e bombeado para atender a mesma demanda.
Dependendo da situação do sistema, isso pode reduzir custos marginais de energia e produtos químicos, ampliar a disponibilidade hídrica e até postergar investimentos em ampliação da produção.
Já a redução de perdas aparentes pode aumentar o volume corretamente medido e faturado sem exigir crescimento equivalente da produção.
São ganhos diferentes, mas ambos podem melhorar a eficiência econômica.
Há ainda um terceiro benefício: capacidade.
Uma ETA próxima do limite pode parecer necessitar urgentemente de ampliação. Entretanto, se uma parcela relevante da produção estiver desaparecendo na distribuição, recuperar água pode equivaler operacionalmente a criar capacidade adicional.
É justamente nesse ponto que gestão de perdas se transforma em estratégia de investimentos.
Antes de construir mais, precisa-se responder: quanto da capacidade existente está sendo efetivamente entregue e contabilizada?
Lições para quem trabalha no saneamento
A principal lição é que reduzir perdas de água não depende necessariamente de começar pelo equipamento mais sofisticado do mercado.
Depende de conhecer a rede.
É necessário saber onde a pressão está alta, onde cai, quanto entra em cada área, como muda durante a madrugada, quais redes rompem repetidamente, quais ramais apresentam maior incidência, quais hidrômetros possuem maior potencial de submedição e quais regiões concentram irregularidades comerciais.
Depois entra a tecnologia.
Essa ordem é importante.
Um bom operador que percebe alteração no comportamento de uma rede, um técnico que utiliza corretamente um geofone, um engenheiro que calibra um modelo hidráulico, um analista que detecta anomalias nos dados, uma equipe comercial que corrige o cadastro e uma equipe de manutenção que reduz o tempo de reparo estão trabalhando sobre o mesmo problema.
Perdas são um dos temas mais multidisciplinares do abastecimento de água.
E talvez essa seja a razão pela qual seja tão difícil reduzi-las de forma sustentável.
Conclusão: reduzir perdas de água exige rotina, não campanha
As três estratégias simples para reduzir perdas de água podem ser resumidas em três perguntas: a rede está operando com a pressão necessária ou com pressão excessiva? A companhia encontra vazamentos antes que eles se tornem visíveis? E é possível confiar nos volumes medidos na entrada e na saída do sistema?
Responder essas três perguntas já pode revelar uma parcela importante das oportunidades de qualquer operador.
O SINISA mostra que o Brasil ainda perde 39,5% da água na distribuição. Ao mesmo tempo, experiências brasileiras e internacionais mostram que índices elevados não precisam ser tratados como característica permanente de um sistema.
O avanço tende a ocorrer quando controle de pressão, DMCs, pesquisa ativa de vazamentos, rapidez de reparo, macromedição, hidrômetros, cadastro e combate às irregularidades deixam de funcionar como projetos isolados e passam a integrar uma única estratégia.
A tecnologia continuará evoluindo. Sensores ficarão mais baratos, inteligência artificial encontrará padrões antes invisíveis e redes inteligentes permitirão decisões praticamente em tempo real.
Mas o princípio continuará sendo surpreendentemente simples:
medir melhor, enxergar mais cedo e agir mais rápido.
Para os profissionais de saneamento, existe ainda uma conclusão adicional. Poucas áreas oferecem uma combinação tão clara entre conhecimento técnico, resultado financeiro, segurança hídrica e benefício ambiental.
Água economizada na rede pode ser, em muitos sistemas, a nova fonte de abastecimento mais próxima, rápida e barata que a companhia ainda não explorou.
Fontes e referências
Ministério das Cidades — SINISA
Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico — SINISA 2025: Abastecimento de Água. Dados de referência de 2024.
Acessar o Relatório SINISA 2025
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Resolução ANA nº 275, de 18 de dezembro de 2025 — Norma de Referência nº 15/2025: gestão de redução progressiva e controle de perdas de água.
Acessar a Norma de Referência nº 15/2025
Ministério das Cidades — ProEESA
Projeto de Eficiência Energética no Abastecimento de Água — perdas e eficiência energética no planejamento nacional.
Acessar o ProEESA
Sabesp
Relatório de Sustentabilidade 2024. Programa Corporativo de Redução de Perdas, controle de pressão, pesquisa de vazamentos, hidrômetros e contratos de performance.
Acessar o Relatório de Sustentabilidade da Sabesp
Copasa
Com investimento recorde de quase R$ 3 bilhões, Copasa supera metas de 2025 e amplia cobertura de esgoto para 80%. 9 de março de 2026.
Acessar a publicação da Copasa
Cagece
Com tecnologia de datalogger, Cagece monitora pressão da água e garante eficiência no abastecimento. 8 de setembro de 2025.
Acessar a publicação da Cagece
World Bank — Banco Mundial
Performance Improvement Planning: Designing an Effective Leakage Reduction and Management Program. Documento técnico sobre DMCs, vazão mínima noturna, pesquisa de vazamentos e gestão de pressão.
Acessar o documento do Banco Mundial
International Water Association — IWA
Mitigating Carbon Emissions by Reducing Water Losses: A Case Study in Musoma, Tanzania.
Acessar o estudo de caso da IWA
PUB — Singapore’s National Water Agency
Annual Report 2022/2023. Indicadores históricos de perdas de distribuição de Singapura.
Acessar o relatório do PUB
US Environmental Protection Agency — EPA
Drinking Water Distribution System Tools and Resources. Orientações sobre gestão de pressão, perdas e rompimentos de redes.
Acessar os materiais da EPA



