Sistema Cantareira sobe, mas alerta hídrico continua

Quase 10 bilhões de litros de água entraram no saldo do Sistema Cantareira em apenas 24 horas, levando o volume útil para aproximadamente 34,8% em 11 de setembro. O número chama atenção, mas o dado mais importante para quem trabalha com abastecimento está em outro ponto: mesmo depois dessa recuperação expressiva, o principal manancial da Região Metropolitana de São Paulo permanece na Faixa de Alerta, na qual a retirada da Sabesp é limitada a até 27 m³/s. 

E a chuva continuou. Dados da SP Águas mostram que, até 12 de setembro, a precipitação acumulada no Sistema Cantareira já alcançava 205,3 milímetros, contra média histórica de 78,8 mm para todo o mês. Ou seja: em menos de duas semanas, choveu cerca de 2,6 vezes a média histórica mensal. A vazão natural registrada no dia 12 chegou a 197,3 m³/s, enquanto a média de vazão natural de setembro estava em 52,1 m³/s, ante média histórica mensal de 23,5 m³/s. 

A recuperação é relevante. Mas não significa que a segurança hídrica esteja restabelecida.

Essa diferença entre “chover muito” e “ter segurança hídrica” é justamente a principal lição profissional desse episódio.

Dez bilhões de litros são muito — mas precisam de contexto

O volume útil regulatório do Sistema Cantareira é de aproximadamente 981,56 hm³, ou 981,56 bilhões de litros. Portanto, 10 bilhões de litros representam pouco mais de 1% do volume útil total do sistema. 

Outra comparação ajuda a dimensionar o número. Na atual Faixa de Alerta, a Sabesp pode captar até 27 m³/s na Estação Elevatória Santa Inês. Mantido continuamente esse limite máximo, 10 bilhões de litros corresponderiam a cerca de 4,3 dias de captação. A reportagem do Giro S/A, considerando a retirada efetivamente praticada, estimou aproximadamente cinco dias.

O dado é excelente para mostrar por que gestores não devem observar apenas números absolutos.

Dez bilhões de litros parecem enormes — e realmente são. Entretanto, quando esse volume é colocado diante da dimensão de uma metrópole, das retiradas diárias, das liberações para jusante e da necessidade de recompor uma reserva de quase 1 trilhão de litros, o significado muda.

A chuva comprou tempo. Ainda não comprou normalidade.

O que aconteceu no Sistema Cantareira

O início de setembro rompeu uma trajetória preocupante.

Segundo a Folha de S.Paulo, o volume útil passou de 33% no fim de agosto para 33,7% em 10 de setembro, acréscimo equivalente a 7,13 bilhões de litros. No dia seguinte, com uma forte resposta hidrológica das bacias, o nível chegou a aproximadamente 34,8%. 

Até 11 de setembro, a precipitação acumulada já era de 157,1 mm. Um dia depois, dados oficiais da SP Águas apontavam 205,3 mm.

Mais relevante ainda foi a resposta dos rios.

No dia 11, a vazão natural havia atingido 132,52 m³/s. No dia 12, a SP Águas registrou 197,3 m³/s.

É justamente essa transformação da chuva em vazão que interessa para a operação dos reservatórios.

Um pluviômetro pode registrar uma tempestade intensa sem que todo aquele volume se transforme imediatamente em água armazenada. Parte infiltra no solo, parte evapora, parte fica retida na vegetação e parte escoa até rios e reservatórios.

Depois de sucessivos eventos de chuva, entretanto, solos mais úmidos podem aumentar a parcela que se transforma em escoamento.

Por isso, operadores acompanham muito mais do que milímetros de precipitação. Vazão afluente, volume armazenado, retirada, transferência entre sistemas e liberações a jusante formam o verdadeiro balanço hídrico.

Por que o alerta ainda não terminou

O boletim do Cemaden publicado em 10 de setembro ajuda a entender o tamanho do déficit acumulado.

O Sistema Cantareira terminou agosto com cerca de 33% do volume útil, abaixo dos 37% registrados ao fim de julho e também ligeiramente abaixo do mesmo período de 2025. Entre outubro de 2025 e janeiro de 2026, o sistema atingiu seus menores níveis de armazenamento desde a crise hídrica de 2014/2015. 

As chuvas de fevereiro e março produziram recuperação parcial, mas não foram suficientes para devolver o sistema à situação confortável antes da estação seca.

No cenário de precipitação média avaliado pelo Cemaden, a projeção elaborada antes do pico recente das chuvas indicava aproximadamente 36% de armazenamento no fim de setembro e 52% no fim de dezembro.

Esses números devem ser entendidos corretamente: são projeções condicionadas a cenários hidrológicos e operacionais, não previsões determinísticas.

O próprio Cemaden ressalta que os resultados mudam conforme precipitação, vazão transferida da bacia do Paraíba do Sul, retiradas praticadas pelo operador e demais condições do sistema. 

Portanto, uma sequência excepcional de chuvas em setembro melhora substancialmente o balanço, mas não elimina o déficit acumulado anteriormente.

Como funciona a regra do Cantareira

O Sistema Cantareira não é operado apenas com base na decisão diária da companhia.

A Resolução Conjunta ANA/DAEE nº 925/2017 criou faixas vinculadas ao volume útil armazenado.

Quando o reservatório possui 60% ou mais, enquadra-se na Faixa Normal, permitindo retirada de até 33 m³/s. Entre 40% e 60%, entra em Atenção, com limite de 31 m³/s. Entre 30% e 40%, está em Alerta, com até 27 m³/s. Entre 20% e 30%, entra em Restrição, com 23 m³/s. Abaixo de 20%, passa à Faixa Especial, cujo limite é 15,5 m³/s. 

Em setembro de 2026, portanto, o Sistema Cantareira continua oficialmente em Alerta.

A norma também procura equilibrar dois interesses enormes: o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo e a disponibilidade de água para as bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, as Bacias PCJ.

Isso torna a gestão muito mais complexa do que simplesmente “guardar toda a água que chega”.

Há usos múltiplos, vazões mínimas, transferências entre bacias e regras operacionais que precisam ser respeitadas.

São Paulo passou a olhar o sistema inteiro

Outra evolução importante ocorreu na própria gestão da crise.

A metodologia conjunta da Arsesp e da SP Águas para o ciclo 2026-2027 passou a acompanhar simultaneamente o Sistema Integrado Metropolitano — SIM — e o Sistema Cantareira, utilizando a situação mais restritiva dos dois como referência para decisões de segurança hídrica. 

As faixas metropolitanas são construídas a partir de curvas de contingência e variam ao longo do ciclo hidrológico. Portanto, não dependem simplesmente de um percentual fixo.

A própria nota técnica deixa clara uma questão importante para a população: o enquadramento em uma faixa mais crítica não significa automaticamente rodízio ou interrupção generalizada do abastecimento. As medidas são graduais e preventivas.

Esse modelo representa uma mudança relevante de gestão.

Uma grande região metropolitana não pode depender da fotografia de uma única represa. Precisa saber quanto possui no conjunto, de onde a água pode ser transferida, quanto será consumido, quanto está sendo perdido e qual será a trajetória provável dos reservatórios meses adiante.

Gestão de demanda continua sendo parte da estratégia

Mesmo com as chuvas, a Gestão de Demanda Noturna continua sendo aplicada durante oito horas na Região Metropolitana.

Segundo dados divulgados pela Sabesp e reportados pela Folha, a redução de pressão acumulou uma economia estimada de aproximadamente 193 bilhões de litros em um ano

Essa quantidade é quase vinte vezes superior ao ganho de aproximadamente 10 bilhões de litros registrado pelo Sistema Cantareira em 24 horas.

A comparação não pretende equiparar dois fenômenos diferentes. Um é armazenamento decorrente principalmente da recuperação hidrológica; o outro é redução acumulada da demanda sobre o sistema.

Mas ela mostra algo fundamental para companhias de saneamento: água economizada na distribuição também funciona como fonte de segurança hídrica.

Pressão adequada reduz vazamentos e volumes desnecessariamente distribuídos. Entretanto, a gestão precisa ser tecnicamente controlada. Reduções excessivas ou mal setorizadas podem afetar pontos altos, extremidades de rede e clientes com condições hidráulicas mais desfavoráveis.

É nessa fronteira que engenharia, operação, perdas, atendimento e regulação precisam trabalhar juntas.

Infraestrutura está diminuindo a dependência de um único manancial

Outra diferença em relação à crise de 2014/2015 é a maior interligação entre sistemas.

A transferência Jaguari-Atibainha permite levar água da bacia do Paraíba do Sul ao Sistema Cantareira. Nas simulações do Cemaden para 2026, foi considerado aporte médio diário de até 8,5 m³/s, conforme as condições regulatórias adotadas para o período. 

A nova captação do Itapanhaú acrescentou capacidade de transferência para o Sistema Alto Tietê.

Além disso, a Sabesp iniciou em 2026 a interligação Billings-Alto Tietê, com capacidade prevista de até 4.000 litros por segundo. Segundo o Governo de São Paulo, a estrutura deverá entrar em operação em 2027 e possui investimento informado de R$ 1,4 bilhão. 

O programa de resiliência anunciado para a Região Metropolitana envolve mais de R$ 5 bilhões até 2027, com novas fontes, tratamento, interligações e acréscimo planejado de cerca de 8.000 L/s à disponibilidade do sistema. 

O princípio técnico é conhecido como diversificação.

Uma cidade dependente de um único manancial é vulnerável ao comportamento hidrológico daquele manancial. Uma rede integrada consegue deslocar produção, modificar áreas de influência e usar sistemas mais favoráveis para aliviar aqueles sob maior pressão.

Isso não cria água. Mas cria flexibilidade operacional.

E flexibilidade, durante uma seca, vale muito.

Benchmark brasileiro: Curitiba enfrentou um cenário ainda mais crítico

A experiência da Sanepar na Região Metropolitana de Curitiba entre 2020 e 2022 oferece um dos benchmarks brasileiros mais úteis.

Em novembro de 2020, os reservatórios chegaram a aproximadamente 26,8%. Foram combinados rodízio, novas captações, obras emergenciais e a campanha Meta20 para reduzir o consumo residencial. 

Ao final de 673 dias de rodízio, a Sanepar estimou uma economia de 89,8 bilhões de litros. A redução média obtida pela campanha de consumo consciente foi de aproximadamente 17,17%, e cerca de vinte obras e intervenções ajudaram a reforçar a oferta. 

O caso deixa uma lição importante para São Paulo e outras companhias.

A resposta a uma crise hídrica raramente vem de uma única grande obra.

Ela costuma resultar da soma de pequenas e grandes ações: reduzir demanda, controlar perdas, buscar captações alternativas, integrar sistemas, realizar obras, melhorar previsão hidrológica e comunicar adequadamente a população.

Melbourne mostra por que depender apenas da chuva é arriscado

Um paralelo internacional especialmente atual vem da Austrália.

Em 8 de setembro de 2026, a Melbourne Water informou que os reservatórios metropolitanos haviam encerrado o inverno com aproximadamente 69,3% de armazenamento, após ganhar 104,9 bilhões de litros durante a estação.

Mesmo assim, a companhia destacou que a recuperação não dependia apenas da chuva.

A cidade contratou para 2026-2027 uma produção de 150 bilhões de litros de água dessalinizada. Durante o inverno, a planta já havia fornecido 40,6 bilhões de litros. Segundo a Melbourne Water, sem essa contribuição, os reservatórios estariam aproximadamente 2,2 pontos percentuais mais baixos

A lógica é extremamente relevante.

Reservatórios dependem do clima. Uma fonte como dessalinização é muito mais previsível, embora envolva custos energéticos e financeiros maiores.

São Paulo segue outro caminho tecnológico predominante — grandes transferências, interligações e flexibilidade operacional —, mas o objetivo é semelhante: diminuir a exposição a uma única fonte e a uma única condição climática.

E Cape Town mostrou a força da gestão da demanda

Durante a crise que levou a Cidade do Cabo a preparar o chamado “Day Zero”, a estratégia sul-africana combinou gestão agressiva da demanda e aumento da oferta.

A prefeitura estabeleceu uma meta coletiva de consumo de 450 milhões de litros por dia, intensificou gestão de pressão, detecção de vazamentos e equipamentos de controle em consumidores de alto consumo, enquanto acelerava projetos de águas subterrâneas, reúso e dessalinização. 

A mensagem é muito parecida com aquela observada hoje no Sistema Cantareira:

infraestrutura sem gestão de demanda é insuficiente; gestão de demanda sem diversificação de fontes também possui limites.

Segurança hídrica nasce da combinação.

O que muda na prática para empresas de saneamento

Para a operação, o episódio reforça a importância de trabalhar com balanço hídrico prospectivo. O reservatório pode subir durante alguns dias e voltar a cair rapidamente caso as afluências diminuam e as retiradas continuem elevadas.

Para as áreas de perdas, a experiência paulista mostra o valor estratégico da pressão. Controle ativo de pressão deixa de ser apenas programa de eficiência operacional e passa a funcionar como instrumento de segurança do abastecimento.

Para a engenharia, a prioridade tende cada vez mais a migrar de sistemas isolados para redes resilientes, redundantes e interligadas.

Para a área comercial e de atendimento, existe outro desafio: comunicar que recuperação não significa fim da crise. Uma manchete anunciando bilhões de litros entrando nos reservatórios pode produzir no consumidor exatamente o comportamento oposto ao necessário.

Para a regulação, aumenta a importância de regras previamente conhecidas, indicadores transparentes e gatilhos técnicos. Decidir somente quando o reservatório entra em situação crítica tende a ser tarde demais.

E para a área financeira, segurança hídrica precisa ser tratada como risco econômico. Um sistema mais resiliente custa dinheiro para ser construído, mas interrupções prolongadas de abastecimento também provocam custos operacionais, comerciais, regulatórios e reputacionais.

Os sete indicadores que gestores deveriam acompanhar

Mais do que olhar apenas o percentual diário do reservatório, uma sala de situação eficiente deveria acompanhar simultaneamente:

  • volume útil e velocidade de variação do armazenamento;
  • vazão natural afluente comparada à média histórica;
  • precipitação acumulada e distribuição espacial das chuvas;
  • captação para abastecimento e liberações a jusante;
  • transferências efetivas entre sistemas e bacias;
  • demanda, perdas reais e pressão das redes;
  • projeções para o fim do período seco e da próxima estação chuvosa.

Esse conjunto responde a uma pergunta muito mais útil do que “quanto está o reservatório hoje?”:

para onde o reservatório está caminhando?

O que pode dar errado

O primeiro risco é interpretar uma sequência excepcional de chuvas como solução definitiva.

O segundo é reduzir prematuramente medidas de conservação.

O terceiro é planejar a segurança hídrica usando médias históricas como se o comportamento climático permanecesse estável.

O quarto é concentrar investimentos apenas no aumento da oferta e negligenciar perdas, demanda e integração operacional.

Há ainda um aspecto de tratamento de água que merece atenção. Eventos intensos de chuva podem aumentar carreamento de sedimentos e matéria orgânica para os mananciais. Isso exige acompanhamento da qualidade da água bruta, ajustes de coagulação e maior atenção operacional nas ETAs.

Ou seja: chuva intensa pode resolver um problema quantitativo e, temporariamente, criar desafios qualitativos para o tratamento.

Uma oportunidade pouco percebida

Talvez o maior aprendizado do episódio seja perceber que segurança hídrica não deveria ser administrada apenas durante crises.

Os melhores resultados aparecem quando investimentos, modelagem, redução de perdas, automação, telemetria, controle de pressão, interligações e planos de contingência já estão disponíveis quando a chuva falha.

Isso exige profissionais capazes de interpretar dados antes que os problemas apareçam.

Operadores precisam compreender balanço hídrico. Engenheiros precisam pensar em redundância. Equipes comerciais precisam entender comportamento da demanda. Especialistas em perdas precisam enxergar pressão como variável estratégica. Reguladores precisam trabalhar com cenários. Gestores precisam transformar tudo isso em decisões.

É justamente nesses momentos que o conhecimento prático de quem trabalha diariamente no saneamento ganha maior valor.

Conclusão: chuva traz alívio; resiliência traz segurança

A recuperação do Sistema Cantareira em setembro é uma excelente notícia. Ganhar aproximadamente 10 bilhões de litros em 24 horas, registrar mais de 200 mm de chuva em menos de duas semanas e observar forte recuperação das vazões afluentes altera positivamente o cenário de curto prazo.

Mas o dado não deve ser interpretado isoladamente.

O Sistema Cantareira continua em Faixa de Alerta, ainda carrega um déficit acumulado e dependerá do comportamento hidrológico dos próximos meses para construir uma reserva realmente confortável.

A grande mudança em relação às crises anteriores está fora do reservatório.

Está na integração entre sistemas, nas transposições, na gestão de pressão, nas novas fontes, nas curvas de contingência, nos modelos hidrológicos e na capacidade de antecipar decisões.

Melbourne usa dessalinização como seguro contra a variabilidade das chuvas. Curitiba combinou redução de demanda, obras e rodízio diante de uma seca extrema. Cape Town demonstrou até onde uma metrópole pode precisar ir quando oferta e demanda deixam de fechar.

São Paulo está construindo seu próprio modelo.

E o episódio de setembro oferece uma conclusão que vale para qualquer companhia de saneamento: reservatório cheio é uma condição hidrológica; segurança hídrica é uma capacidade de gestão.

Essa diferença será cada vez mais importante em um cenário de clima irregular, cidades maiores e sistemas de abastecimento mais complexos.

Fontes e referências

  • SP Águas — Agência de Águas do Estado de São Paulo. Acompanhamento de precipitação dos sistemas produtores, dados de 12/09/2026. Consultar dados de precipitação da SP Águas⁠Attachment.png
  • SP Águas — Agência de Águas do Estado de São Paulo. Acompanhamento da vazão natural dos sistemas produtores, dados de 12/09/2026. Consultar dados de vazão da SP Águas⁠Attachment.png
  • Cemaden/MCTI. Situação Atual e Projeção Hidrológica para o Sistema Cantareira — Ano 12 nº 120, 10/09/2026. Acessar boletim do Cemaden⁠Attachment.png
  • ANA — Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Sistema Cantareira continuará a operar na Faixa de Alerta em setembro, 31/08/2026. Acessar comunicado da ANA⁠Attachment.png
  • ANA. Resolução Conjunta ANA/DAEE nº 925, de 29 de maio de 2017 — regras de operação do Sistema Cantareira. Consultar Resolução 925/2017⁠Attachment.png
  • Arsesp / SP Águas. Nota Técnica Informativa Conjunta 2026-2027 — metodologia de segurança hídrica e curvas de contingência, junho de 2026. Acessar a nota técnica⁠Attachment.png
  • Giro S/A. “Cantareira ganha 10 bilhões de litros de água em 24 horas”, 12/09/2026. Acessar reportagem do Giro S/A⁠Attachment.png
  • Folha de S.Paulo. “Nível da represa Cantareira volta a subir com chuvas de setembro em SP”, 11/09/2026. Acessar reportagem da Folha⁠Attachment.png
  • Governo do Estado de São Paulo / Agência SP. Interligação Billings–Alto Tietê e investimentos em segurança hídrica, 21/01/2026. Conhecer o projeto Billings–Alto Tietê⁠Attachment.png
  • Sanepar. Gestão da crise hídrica e resultados do rodízio na Região Metropolitana de Curitiba, 2020-2022. Consultar balanço da experiência da Sanepar⁠Attachment.png
  • Melbourne Water. “Melbourne’s Winter Water Storage Report: Desal Powers Melbourne’s Storage Gains”, 08/09/2026. Acessar relatório da Melbourne Water⁠Attachment.png
  • City of Cape Town. Medidas emergenciais e estratégia de gestão da demanda durante a crise hídrica, janeiro de 2018. Acessar documento oficial da Cidade do Cabo⁠Attachment.png