Tecnologia premiada retira trabalhadores de cima do esgoto
Uma tecnologia apresentada na Nova Zelândia pode mudar uma atividade pouco visível, mas crítica na operação de muitas estações de tratamento de esgoto: a medição de lodo em lagoas de ETE. A solução utiliza um drone para levar o sistema de sensoriamento até os pontos de medição, reduzindo a necessidade de colocar equipes e embarcações sobre a lâmina de esgoto.
A BTW Company informou, em 25 de setembro de 2026, que sua solução Aerial Sludge Sensing for Wastewater Pond Management venceu o Innovation Forum Award da Water New Zealand Conference & Expo. A empresa afirma que o sistema permite medições mais seguras, repetíveis e verificáveis, sem que trabalhadores tenham contato direto com o lodo. Antes do evento, a própria Water New Zealand havia listado a proposta entre as finalistas do fórum de inovação.
À primeira vista, pode parecer apenas mais uma aplicação de drones no saneamento. Não é.
O problema que a tecnologia tenta resolver está diretamente ligado à capacidade hidráulica da ETE, eficiência do tratamento, planejamento da dragagem, segurança das equipes e orçamento de manutenção.
E existe uma pergunta que deveria interessar a qualquer gestor responsável por lagoas: quanto da capacidade de tratamento aparentemente disponível já está, na realidade, ocupado por lodo?
O que aconteceu
A inovação faz parte da plataforma Wai Eye, da BTW, que combina UAVs — veículos aéreos não tripulados —, sensoriamento remoto, IoT, ciência ambiental e sistemas de dados para aplicações em infraestrutura hídrica.
Segundo a empresa, o novo sistema utiliza um sensor transportado por drone para avaliar o lodo acumulado em lagoas de tratamento de esgoto. A proposta elimina a necessidade de uma tripulação navegar pela lagoa e pretende produzir medições consistentes e passíveis de repetição e verificação. A BTW informa ainda que as operações são executadas por profissionais de levantamento e pilotos de UAV certificados na Nova Zelândia.
Há, entretanto, uma distinção técnica importante.
O material público consultado não detalha o princípio físico do sensor, sua precisão, faixa de medição, taxa de amostragem, produtividade por hectare ou erro em comparação com métodos convencionais. A fotografia divulgada pela BTW mostra o drone sustentando uma longa sonda vertical sobre a lagoa, mas isso não autoriza concluir qual tecnologia existe dentro do equipamento.
Portanto, não se deve descrever a solução como uma espécie de “radar que enxerga o lodo do alto” sem comprovação. O que está confirmado é o uso de uma plataforma aérea para posicionar o sistema de medição sem colocar pessoas sobre o esgoto.
Essa diferença é relevante para qualquer companhia brasileira interessada em testar a solução.
Por que medir lodo é muito mais importante do que parece
Lagoas de estabilização funcionam utilizando um volume de tratamento previamente projetado. Conforme sólidos se depositam no fundo, parte desse volume deixa de estar disponível para o esgoto.
Em termos simplificados:
mais lodo acumulado = menor volume líquido efetivo = alteração do tempo de detenção hidráulica e da hidrodinâmica da lagoa.
O problema não é apenas a quantidade total de lodo. Sua distribuição pode criar zonas preferenciais de escoamento e caminhos hidráulicos que fazem parte do esgoto atravessar a lagoa mais rapidamente que o previsto.
Um estudo publicado no periódico Water Research avaliou lagoas com batimetria de alta resolução obtida por sonar instalado em veículo operado remotamente. Nos cenários modelados pelos pesquisadores, a redução do tempo de residência chegou a aproximadamente 33% com distribuição uniforme de lodo e a até 60% em situações com escoamento fortemente canalizado.
Isso muda completamente a discussão.
Uma lagoa pode parecer operacionalmente normal na superfície enquanto seu comportamento hidráulico se deteriora lentamente no fundo.
Por isso, medição de lodo em lagoas de ETE é gestão de capacidade instalada, e não apenas uma atividade eventual de manutenção.
O Brasil já conhece esse problema
A literatura brasileira oferece exemplos importantes.
Pesquisa envolvendo Universidade Federal de Minas Gerais e Universidade de Liège acompanhou duas lagoas rasas de polimento após reator UASB durante 11 anos. Uma delas chegou a apresentar sedimentos correspondentes a cerca de 40% do volume líquido, enquanto a segunda apresentou aproximadamente 8%. Os pesquisadores também verificaram que a distribuição do material não era uniforme.
Outro estudo brasileiro comparou duas lagoas equivalentes, uma delas com aproximadamente 40% do volume ocupado por lodo. Curiosamente, nem todos os parâmetros de desempenho apresentaram diferença significativa entre as lagoas, embora a remoção de nitrogênio tenha sido melhor naquela sem o acúmulo. Isso traz uma lição relevante: não se deve transformar volume de lodo isoladamente em diagnóstico automático de falha de tratamento. Medição hidráulica, desempenho laboratorial e condições operacionais precisam ser interpretados conjuntamente.
Pesquisas anteriores realizadas no país mostram ainda como a batimetria tradicional pode exigir embarcação, demarcação de seções e introdução de hastes ou dispositivos diretamente na lagoa. Em um trabalho brasileiro, as leituras foram realizadas com barco e réguas ou hastes mergulhadas ao longo de seções previamente estabelecidas.
É justamente aí que a tecnologia aérea da Nova Zelândia ganha interesse.
Da haste e do barco ao drone
Durante décadas, determinar a interface entre líquido e lodo significou percorrer a lagoa e realizar medições em uma malha de pontos.
Ainda existem métodos extremamente simples e úteis. Entretanto, quanto maior a lagoa e maior a quantidade necessária de pontos, maior tende a ser o trabalho operacional.
A North Carolina State University descreve métodos com disco suspenso por corda, tubos transparentes, sensores infravermelhos e sonar. A própria publicação alerta que determinar a interface simplesmente pela “sensação” de resistência da haste pode gerar resultados variáveis. Também recomenda validar sistemas de sonar em relação a outro método até que sua resposta seja suficientemente conhecida.
Esse detalhe é essencial para analisar a inovação da BTW.
O verdadeiro avanço potencial não está apenas em substituir um barco por um drone. Está na possibilidade de padronizar localização, aumentar repetibilidade, associar cada medição a coordenadas, reconstruir mapas ao longo do tempo e comparar campanhas sucessivas.
Assim, a medição de lodo em lagoas de ETE deixa de produzir apenas uma fotografia operacional e pode começar a formar uma série histórica do ativo.
A Austrália já mostrou o valor de tirar pessoas da lagoa
Um benchmarking diretamente relacionado vem da SA Water, companhia de saneamento da Austrália do Sul.
Em 2018, a empresa colocou em operação barcos remotamente controlados, com cerca de um metro de comprimento e 10 kg, equipados com sonar para mapear lodo em lagoas de tratamento. O equipamento registra as informações e permite representar espacialmente as profundidades de lodo.
Cinco anos depois, a SA Water informou que seus dois barcos já haviam levantado mais de 770 mil metros quadrados de lagoas em instalações regionais. Os dados eram utilizados para priorizar a retirada de lodo e auxiliar o gerenciamento de odores.
O paralelo é interessante.
A Austrália retirou operadores do centro da lagoa utilizando uma plataforma na água. A solução apresentada pela BTW avança para uma plataforma aérea.
Ambas seguem a mesma lógica de gestão: o trabalhador não precisa estar onde o risco está para que o dado seja coletado.
O custo da incerteza pode ser alto
No Brasil, a retirada de lodo pode representar contratos relevantes.
Em contratação da Sanepar para remoção e desaguamento de lodo das lagoas da ETE Cambará, o valor máximo foi de aproximadamente R$ 608 mil e o contrato vencedor ficou em R$ 450 mil. Em outro processo para dragagem, desaguamento, transporte e descarregamento de lodo em quatro ETEs, o valor máximo informado foi de cerca de R$ 7,72 milhões, com contratação por R$ 4,5 milhões.
Em processo referente à ETE CIC Xisto, outra licitação para dragagem e desaguamento apresentava valor máximo superior a R$ 10,5 milhões e acabou registrada como fracassada porque as propostas ultrapassaram o limite estabelecido.
Esses números não demonstram que sensores por drone reduziriam esses valores. Seria incorreto afirmar isso sem estudo econômico.
Eles mostram outra coisa: decisões sobre lodo movimentam dinheiro suficiente para justificar melhor informação antes de contratar uma intervenção.
Conhecer volume, espessura e distribuição espacial do material pode melhorar quantitativos, escopos, planejamento da mobilização, estratégia de dragagem e fiscalização da execução.
É justamente nesse ponto que a medição de lodo em lagoas de ETE passa da operação para a gestão contratual.
Medir mais pontos pode mudar a decisão
Uma lagoa não acumula lodo necessariamente como uma camada perfeitamente horizontal.
Entradas, condições hidráulicas, geometria, vento, recirculações, sedimentação e características do esgoto podem produzir distribuições diferentes.
Por isso, duas lagoas com igual volume total de sedimentos podem apresentar comportamentos hidráulicos distintos.
O trabalho publicado no Water Research mostrou que levantamentos de alta resolução ajudam a identificar esse comportamento e fornecem melhores dados para modelos hidrodinâmicos. O estudo também concluiu que veículos remotamente operados com sonar podem reduzir exigências de mão de obra e de segurança em comparação com métodos tradicionais.
A oportunidade futura é clara: cruzar a batimetria de lodo com vazão, DBO, DQO, SST, amônia, oxigênio dissolvido, cargas afluentes, idade da lagoa e resultados de efluente.
A empresa deixa de perguntar apenas “quanto lodo existe?” e começa a perguntar “onde ele está, a que velocidade cresce e em que momento começa a comprometer a operação?”
O que muda na prática para uma companhia brasileira
Uma aplicação madura dessa tecnologia não deveria começar comprando drones. Deveria começar definindo o problema operacional.
Um piloto tecnicamente consistente poderia seguir uma única lógica de implantação:
- selecionar lagoas com histórico conhecido e diferentes níveis de acumulação;
- realizar levantamento convencional de referência;
- executar simultaneamente a medição aérea;
- comparar erro, repetibilidade, densidade de pontos, produtividade e exposição ocupacional;
- gerar mapa georreferenciado da espessura do lodo e estimativa volumétrica;
- repetir a campanha meses depois para calcular taxa de acumulação;
- somente então definir critérios corporativos de frequência, contratação, fiscalização e integração dos dados com GIS, manutenção e planejamento de dragagem.
Esse protocolo permitiria avaliar o que realmente importa: qualidade do dado por real investido e por hora de exposição evitada.
Segurança pode ser o maior benefício
A inovação também merece atenção do ponto de vista de segurança do trabalho.
No Brasil, a NR-1 estabelece que os riscos ocupacionais devem ser identificados, avaliados e tratados no âmbito do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e do Programa de Gerenciamento de Riscos. Tecnologias que eliminam ou reduzem a necessidade de expor trabalhadores a uma atividade potencialmente perigosa podem integrar essa lógica preventiva.
Em uma lagoa de esgoto, a preocupação pode envolver acesso à borda, embarcação, queda na água, contato biológico, dificuldades de resgate e condições ambientais da instalação.
Isso não significa que um drone elimina todos os riscos.
Ele cria outros: queda do equipamento, perda de comunicação, interferência, falha de bateria, proximidade de aeradores e estruturas, vento, contaminação da sonda e necessidade de descontaminação após o levantamento.
A tecnologia muda o perfil de risco. Não elimina a necessidade de planejamento.
E existem regras específicas para drones no Brasil
Uma eventual adoção brasileira também precisa considerar a regulamentação aeronáutica.
Em junho de 2026, a ANAC publicou o RBAC nº 100, substituindo o antigo RBAC-E nº 94. O modelo passou a classificar operações de aeronaves não tripuladas conforme o risco, nas categorias Aberta, Específica e Certificada. Entre os parâmetros apresentados pela agência para operações de menor risco estão voo em linha de visada visual e limite de 120 metros, além de outras condições previstas no regulamento.
O DECEA permanece responsável pelas normas e procedimentos relativos ao acesso de drones ao espaço aéreo e pelas autorizações por meio do SARPAS. Além disso, equipamentos com módulos de radiofrequência precisam observar as exigências de homologação da Anatel.
Portanto, um contrato de medição de lodo em lagoas de ETE utilizando UAV deveria tratar tanto dos requisitos de saneamento e levantamento quanto das responsabilidades relacionadas à operação aérea.
O sensor não substitui laboratório
Este talvez seja um dos cuidados mais importantes.
Mapear a posição do lodo não significa caracterizá-lo quimicamente ou microbiologicamente.
A tecnologia pode responder perguntas como volume, espessura, distribuição e evolução temporal, dependendo das capacidades efetivamente validadas do sensor. Entretanto, decisões sobre tratamento, aproveitamento ou destinação do material podem exigir amostragem e análises específicas.
A Resolução CONAMA nº 498/2020, por exemplo, estabelece critérios para produção e aplicação de biossólidos em solos. Já a Resolução CONAMA nº 430/2011 estabelece condições e padrões para lançamento de efluentes. Portanto, um mapa sofisticado de lodo não substitui o controle da qualidade do efluente nem a caracterização necessária para a destinação do material removido.
A melhor arquitetura provavelmente será híbrida: muitos pontos de medição física ou acústica e menos pontos, estrategicamente selecionados, para coleta laboratorial.
O que gestores devem observar antes de contratar
O prêmio recebido pela BTW é um sinal de interesse do setor, mas ainda faltam informações públicas importantes para comparar economicamente a solução.
Uma companhia deveria solicitar, antes de qualquer implantação em escala, dados sobre precisão vertical, repetibilidade, limite de profundidade, desempenho com diferentes concentrações de sólidos, influência de escuma e vegetação, densidade máxima de pontos, produtividade por hectare, autonomia do UAV, método de georreferenciamento, necessidade de calibração, procedimento de descontaminação, exportação dos dados e integração com GIS.
Também seria necessário conhecer o comportamento em lagoas aeradas.
Aeradores, cabos de ancoragem, tubulações e estruturas representam obstáculos. Esse problema já aparece em levantamentos realizados com barcos remotamente controlados: uma empresa australiana descreveu a necessidade de combinar condução manual e planejamento automático devido à presença de aeradores, sensores e cabos dentro das lagoas.
O drone resolve parte dessas limitações, mas pode criar outras.
Uma oportunidade maior: transformar lodo em indicador de ativo
O ponto mais promissor talvez esteja além do equipamento.
Imagine uma companhia com dezenas ou centenas de ETEs mantendo um histórico digital da medição de lodo em lagoas de ETE.
Cada campanha poderia atualizar uma curva de crescimento do material. O sistema poderia estimar quando determinado percentual do volume útil será atingido, antecipar orçamento de dragagem e indicar quais instalações precisam de intervenção primeiro.
O gestor deixaria de trabalhar apenas com uma manutenção calendarizada — “essa lagoa costuma ser limpa a cada tantos anos” — e migraria para manutenção baseada em condição.
Esse conceito já é comum em outros ativos de saneamento.
Bombas podem ser acompanhadas por vibração. Redes de água podem ser monitoradas por pressão e vazão. Hidrômetros podem ser analisados por idade e perfil de consumo.
Por que a capacidade útil de uma lagoa deveria permanecer praticamente invisível durante anos?
A tecnologia também pode melhorar contratos
Existe ainda uma aplicação pouco comentada.
Uma batimetria georreferenciada realizada antes de uma dragagem pode servir como referência técnica do contrato. Outra campanha depois da execução poderia ajudar a verificar quanto material permaneceu e como sua distribuição mudou.
Isso não elimina pesagem, controle de transporte, caracterização ou outros critérios de medição contratual.
Mas pode criar uma camada adicional de evidência.
Para companhias com contratos milionários de dragagem, essa rastreabilidade interessa não apenas à operação, mas também a engenharia, suprimentos, fiscalização, auditoria e controle interno.
Lições para quem trabalha no saneamento
A principal lição do caso neozelandês não é que todo operador de ETE precisa comprar um drone.
É outra: uma atividade perigosa, manual e aparentemente inevitável deve ser constantemente questionada pela engenharia.
Profissionais experientes conhecem onde estão os riscos, onde os dados são frágeis e quais procedimentos consomem tempo sem gerar informação proporcional. É justamente essa experiência prática que permite identificar bons problemas para automatização.
Além disso, inovação em saneamento nem sempre significa construir uma nova ETE ou instalar um processo sofisticado de tratamento.
Às vezes, significa medir melhor um ativo que já existe.
O ganho pode surgir na segurança, na qualidade dos dados, na previsão de manutenção, na elaboração do orçamento ou na qualidade de uma contratação futura.
O que ainda precisa ser comprovado
A tecnologia da BTW é promissora, mas a avaliação profissional precisa ir além do entusiasmo causado por um prêmio.
Nos materiais públicos consultados, não foram encontrados números de custo por levantamento, produtividade, precisão, quantidade de pontos por hectare, comparação estatística contra batimetria convencional, economia obtida ou número de lagoas já pesquisadas comercialmente pela solução.
Esses indicadores são fundamentais.
Sem eles, pode-se afirmar que existe uma abordagem inovadora de medição de lodo em lagoas de ETE que reduz a necessidade de pessoas sobre a água. Ainda não é possível afirmar que ela seja mais barata ou mais precisa em qualquer cenário.
Isso precisará ser demonstrado por dados de campo.
Conclusão: o fundo da lagoa precisa entrar na gestão digital
O lodo acumulado no fundo de uma lagoa representa capacidade ocupada, comportamento hidráulico alterado e uma intervenção futura que pode exigir contratos de centenas de milhares ou milhões de reais.
Enquanto isso, muitas empresas acompanham vazões, energia, qualidade do efluente e indicadores laboratoriais continuamente, mas observam o lodo apenas em campanhas espaçadas.
A tecnologia premiada na Nova Zelândia aponta para uma mudança interessante: transformar a medição de lodo em lagoas de ETE de uma atividade de campo arriscada e descontínua em um processo digital, georreferenciado, repetível e potencialmente muito mais frequente.
O Brasil já possui conhecimento técnico sobre batimetria, pesquisas acadêmicas robustas e experiência relevante em dragagem de lagoas. O próximo passo pode ser integrar sensoriamento remoto, drones, GIS, modelos hidráulicos e gestão de ativos.
A inovação mais importante, portanto, talvez não seja o drone.
É passar a enxergar o lodo antes que ele se transforme em problema.
Fontes e referências
BTW Company
Award-winning innovation for smarter wastewater management
25 de setembro de 2026
Acessar publicação da BTW
BTW Company — Wai Eye
Water Infrastructure Intelligence
Acessar página da plataforma Wai Eye
Water New Zealand
Innovation Forum 2026
2026
Acessar página oficial do Innovation Forum
Water New Zealand
WSP Innovation Forum Finalists Announced
2026
Acessar anúncio dos finalistas
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Acessar estudo
Water Science & Technology / PubMed
Sludge accumulation in shallow maturation ponds treating UASB reactor effluent: results after 11 years of operation
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Acessar registro científico
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Engenharia Sanitária e Ambiental / SciELO
Influência da estratificação térmica no volume útil e no comportamento hidrodinâmico de lagoa de estabilização
Acessar artigo brasileiro
North Carolina State University Extension
Sludge Survey Methods for Anaerobic Lagoons
Acessar guia técnico
SA Water
SA Water’s new remote boats are in deep ship
29 de novembro de 2018
Acessar caso da SA Water
SA Water
APY Lands milestone for SA Water’s poo patrollers
3 de julho de 2023
Acessar atualização do projeto
Sanepar
Contratação para remoção e desaguamento de lodo — ETE Cambará
Acessar processo da Sanepar
Sanepar
Dragagem, desaguamento, transporte e descarregamento de lodo em ETEs
Acessar processo da Sanepar
Agência Nacional de Aviação Civil — ANAC
Anac apresenta novo regulamento de drones
16 de junho de 2026
Acessar regulamentação e explicações da ANAC
Departamento de Controle do Espaço Aéreo — DECEA
Drone — UAS e acesso ao espaço aéreo brasileiro
Acessar orientações do DECEA
Ministério do Trabalho e Emprego
NR-1 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
Atualizada em 2026
Acessar NR-1
Conselho Nacional do Meio Ambiente — CONAMA
Resolução nº 498/2020 — Produção e aplicação de biossólido em solos
19 de agosto de 2020
Acessar Resolução CONAMA 498/2020
Ibama / CONAMA
Referência normativa da Resolução CONAMA nº 430/2011 — lançamento de efluentes
Acessar referência oficial



