A engenheira brasileira Mara Ramos, gerente executiva de Segurança e Resiliência Hídrica da Sabesp, foi nomeada IWA Fellow 2026, uma das distinções concedidas pela International Water Association (IWA) a profissionais com contribuições relevantes e continuadas para o setor de água e saneamento.
O reconhecimento, anunciado oficialmente em 9 de outubro de 2026, colocou Mara Ramos como a única representante brasileira entre os 22 novos Fellows selecionados para a edição. Outros seis profissionais receberam a distinção de Distinguished Fellow, totalizando 28 reconhecimentos internacionais.
A nomeação representa um marco na trajetória de uma profissional que acumula mais de três décadas de experiência, com atuação em planejamento, recursos hídricos, sustentabilidade, gestão pública e cooperação internacional. Mas o significado ultrapassa a homenagem individual.
O reconhecimento ocorre quando as companhias precisam enfrentar mudanças climáticas, crises hídricas, ampliação de infraestrutura, redução de perdas e investimentos em resiliência, além da pressão pela universalização dos serviços. Como transformar experiência técnica em decisões que efetivamente ampliem a segurança do abastecimento?
Mara Ramos é reconhecida pela IWA em seleção internacional
A International Water Association anunciou a nomeação de 22 novos IWA Fellows e seis Distinguished Fellows para 2026, reunindo especialistas de países como Brasil, Estados Unidos, China, Austrália, Espanha, Singapura e África do Sul. A relação foi aprovada pelo Conselho de Administração da associação, organização que conecta operadores, profissionais, instituições de pesquisa e empresas de água.
Entre os novos Fellows figuram Enrique Cabrera, da Espanha; Mary Ann Dickinson, dos Estados Unidos; Rita Henderson, da Austrália; e Robert Nerenberg, dos Estados Unidos. O Brasil aparece na relação por meio de Mara Ramos.
A IWA considera contribuições relevantes e sustentadas para o setor da água em âmbito nacional ou regional, bem como o envolvimento com a própria associação. A nomeação como Fellow tem prazo inicial de cinco anos. Já a categoria Distinguished Fellow é uma distinção diferente, concedida em reconhecimento a contribuições extraordinárias de longo prazo e com caráter vitalício.
Os homenageados de 2026 foram associados ao IWA World Water Congress & Exhibition, realizado em Glasgow, na Escócia, de 4 a 8 de outubro. Para o saneamento brasileiro, a seleção amplia a visibilidade da experiência nacional nos debates internacionais sobre gestão da água.
Quem é Mara Ramos? Uma trajetória construída no saneamento

A trajetória de Mara Ramos na Sabesp começou em 1992. Desde então, sua atuação passou por diferentes dimensões do setor, com destaque para o planejamento de recursos hídricos, a gestão ambiental, a sustentabilidade e a articulação institucional.
Sua formação reúne conhecimentos técnicos e gerenciais. É tecnóloga em Construção Civil, com especialização em Obras Hidráulicas pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo, formação concluída em 1998. Em 2001, graduou-se em Engenharia Civil pela Universidade Anhembi Morumbi.
Posteriormente, especializou-se em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Em 2005, concluiu mestrado em Gestão de Recursos Hídricos no UNESCO-IHE Institute for Water Education, em Delft, nos Países Baixos. Também possui MBA em Saneamento Ambiental pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, concluído em 2020.
Essa combinação ajuda a compreender um diferencial da trajetória: a integração entre engenharia, recursos hídricos, políticas públicas e planejamento institucional. Decisões sobre captação de água, por exemplo, exigem considerar disponibilidade hídrica, outorga, demanda futura, impactos ambientais, custos operacionais e mudanças climáticas. A formação multidisciplinar torna-se especialmente importante em posições de liderança.
Da Sabesp ao DAEE: experiência em operação e gestão pública
Na Sabesp, Mara Ramos exerceu, entre outras funções, a gerência de recursos hídricos metropolitanos entre 2016 e 2020, conforme seu histórico profissional divulgado em apresentações do setor. Em janeiro de 2023, assumiu a superintendência do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) do Estado de São Paulo, função que exerceu até 2024.
A passagem pelo DAEE ampliou sua atuação na gestão pública dos recursos hídricos, envolvendo disponibilidade de água, infraestrutura hidráulica, planejamento e gestão de riscos em um estado marcado pela concentração populacional e pela complexidade dos sistemas produtores.
Uma experiência documentada desse período envolve o Programa Rios Vivos. Em outubro de 2023, o governo paulista divulgou informações sobre desassoreamento e revitalização de cursos d’água. Mara Ramos informou que o programa havia atuado, entre março de 2022 e maio de 2023, em 140 cursos d’água, beneficiando 97 municípios.
O período começou antes de sua nomeação ao DAEE e, portanto, o resultado não pode ser atribuído exclusivamente à sua administração. Para o ciclo seguinte, de 2023 a 2024, havia previsão de investimento de R$ 172 milhões; trata-se de planejamento anunciado na ocasião, não de comprovação de execução integral posterior.
O caso ilustra uma característica da gestão hídrica: resultados dependem de planejamento contínuo, cooperação entre instituições, licenciamento, adesão de municípios e responsabilidades bem definidas. Projetos dessa natureza raramente dependem de uma única empresa ou profissional.
A atuação internacional vai além do reconhecimento
A relação de Mara Ramos com a IWA não começou com a nomeação de 2026. A profissional participa de atividades técnicas e estratégicas da associação, especialmente em discussões sobre segurança hídrica. Seu histórico inclui participação no Conselho Estratégico da entidade e envolvimento em debates especializados sobre água.
Também mantém atuação em ambientes de formação e associações profissionais, como a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES) e o Conselho Mundial da Água. Em 2026, seu nome constou no comitê de programação do Utility Leaders Forum da IWA, ao lado de representantes de outras operadoras internacionais.
O fórum tratou de adaptação climática, financiamento da infraestrutura, transformação digital, inteligência artificial, cultura organizacional e preparação da força de trabalho. Essa atuação aproxima a experiência brasileira das discussões internacionais sobre o futuro dos serviços. Mara também atua como docente em MBA de Saneamento Ambiental da FESP-SP.
O reconhecimento da IWA valoriza uma carreira, mas também evidencia a importância de profissionais capazes de conectar conhecimentos produzidos em diferentes ambientes.
Segurança hídrica e resiliência: a contribuição técnica de Mara Ramos
Um trabalho que ajuda a compreender a atuação da engenheira é o artigo publicado em janeiro de 2025 na plataforma Saneas Online, da AESabesp, em coautoria com o especialista Jerson Kelman. O texto explica as diferenças entre segurança hídrica e resiliência hídrica, conceitos frequentemente tratados como sinônimos, embora tenham consequências distintas para a gestão.
Segurança hídrica envolve garantir disponibilidade de água em quantidade e qualidade adequadas, consideradas as necessidades humanas, econômicas e ambientais, além dos riscos. Resiliência refere-se à capacidade de um sistema resistir, adaptar-se e recuperar-se diante de eventos adversos.
Uma estação de tratamento pode possuir capacidade de produção suficiente em situações normais, mas apresentar baixa resiliência se depender de uma única captação, sem alternativas operacionais. Por outro lado, dispor de captações alternativas não resolve automaticamente problemas de distribuição ou de qualidade da água.
Companhias precisam avaliar esses dois conceitos de maneira integrada e revisar seus modelos de risco periodicamente.
O que significa elevar a segurança hidrológica de 95% para 98%?
No artigo assinado por Mara Ramos e Jerson Kelman, há um dado particularmente relevante para os gestores: antes da crise hídrica de 2014 e 2015, a Sabesp adotava, para fins de planejamento, uma referência de segurança hídrica de 95%. Depois daquele episódio, passou a considerar 98%.
Na modelagem descrita pelos autores, 98% corresponde a uma probabilidade anual de 2% de falha por insuficiência hidrológica. Isso não significa que a distribuição funcionará exatamente durante 98% das horas do ano nem que todo tipo de interrupção esteja incluído no cálculo.
A diferença entre 95% e 98% parece pequena, mas equivale, nesse indicador, a uma redução relativa de 60% da probabilidade anual modelada de falha, de 5% para 2%. Trata-se de uma interpretação matemática do modelo, e não de uma medição da continuidade efetiva do serviço.
Os autores também observam que elevar indefinidamente o nível de segurança exigiria investimentos crescentes, com consequências para a tarifa e para a capacidade de pagamento dos consumidores. Além disso, o chamado tempo de recorrência não permite prever a data em que ocorrerá a próxima crise, sobretudo diante de mudanças nas condições climáticas.
Segurança hídrica não é apenas uma questão de engenharia: envolve escolhas econômicas, regulatórias e sociais sobre quais riscos reduzir e a que custo.
O Brasil precisa transformar segurança hídrica em prioridade de gestão
O reconhecimento de Mara Ramos acontece em um contexto de vulnerabilidades que ultrapassam os limites de São Paulo. A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) utiliza o Índice de Segurança Hídrica para avaliar dimensões humana, econômica, ecossistêmica e de resiliência.
O Plano Nacional de Segurança Hídrica, lançado em 2019, estruturou intervenções para enfrentar vulnerabilidades em diferentes regiões. Em publicação de 2026, a ANA mencionou 166 intervenções recomendadas, associadas originalmente a investimentos estimados em R$ 26,9 bilhões. Esse valor é uma referência de planejamento, e não uma medição de execução acumulada.
Outro documento importante é o Atlas Águas, publicado em 2021. O estudo estimou necessidade de R$ 110 bilhões até 2035 em investimentos relacionados ao abastecimento urbano, incluindo produção, distribuição, reposição de ativos, controle de perdas e gestão.
Essas necessidades mostram que segurança hídrica não se resume aos reservatórios. Ela alcança eficiência operacional, integração de redes, financiamento, planejamento de longo prazo e decisões comerciais.
A área de planejamento precisa compreender demandas futuras; a operação identifica limitações dos sistemas; a engenharia avalia alternativas; a gestão comercial acompanha consumos e qualidade dos cadastros; e a regulação considera custos, benefícios e exigências aplicáveis. Quando essas atividades funcionam de forma isolada, a companhia pode investir mais sem alcançar a segurança esperada.
Benchmarking brasileiro: o que a Sabesp ensina
A experiência da Sabesp demonstra como uma crise pode levar à revisão de critérios de planejamento. A mudança da referência de segurança hidrológica mostra que indicadores e hipóteses precisam ser reavaliados diante de eventos críticos.
Outra frente importante é a redução de perdas. A Sabesp distingue perdas reais, associadas à saída física de água do sistema, de perdas aparentes, relacionadas a consumos não contabilizados, submedição e problemas cadastrais.
Reduzir vazamentos pode diminuir o volume que precisa ser captado, tratado e distribuído para atender a determinada demanda. Corrigir perdas aparentes melhora a contabilização e a recuperação de receitas, mas não corresponde necessariamente a redução equivalente de retirada dos mananciais.
É nessa distinção que a gestão comercial se conecta à segurança hídrica. Melhorar a precisão da medição, identificar consumos irregulares e manter cadastros confiáveis permite produzir projeções de demanda mais consistentes.
A Norma de Referência ANA nº 15/2025, aprovada pela Resolução nº 275/2025, estabelece diretrizes para o diagnóstico padronizado e para os planos de gestão, controle e redução de perdas na distribuição. Sua implementação considera as competências das entidades reguladoras infranacionais e os instrumentos aplicáveis.
A lição para outras companhias é que reduzir perdas, melhorar a medição e planejar a oferta são partes complementares da estratégia de segurança hídrica.
Benchmarking internacional: o que Singapura faz de diferente
Singapura é uma referência relevante por enfrentar restrições naturais de disponibilidade de água. Sua agência nacional de águas, PUB, utiliza a estratégia Four National Taps, baseada em quatro fontes: mananciais locais, água importada, NEWater — água de reúso altamente tratada — e dessalinização.
A diversificação reduz a dependência de uma única origem de água e amplia a capacidade de resposta diante de restrições específicas. Durante o congresso mundial da IWA de 2026, a PUB recebeu uma distinção internacional por sua atuação como utility preparada para desafios climáticos.
A agência também foi reconhecida por um projeto de inovação em tratamento de águas residuárias. Segundo comunicado oficial, a instalação de validação tecnológica alcançou consumo energético de processo de 0,21 kWh por metro cúbico, comparado pela PUB com 0,5 a 1,5 kWh/m³ em sistemas municipais convencionais de biorreatores com membranas.
Essa comparação corresponde aos limites e às condições de processo informados pela agência e não pode ser generalizada automaticamente para qualquer estação. O exemplo demonstra que resiliência pode ser construída com diversificação de fontes, pesquisa aplicada, testes em condições reais e integração institucional.
Para o Brasil, a lição não é simplesmente replicar dessalinização ou reúso de Singapura. É adotar um método de avaliação: identificar vulnerabilidades, estudar alternativas, comparar custos, testar tecnologias e aplicar soluções compatíveis com as condições locais.
Impactos do reconhecimento para empresas e profissionais
A nomeação internacional não altera diretamente contratos, tarifas, indicadores operacionais nem obrigações legais de concessionárias. Seu impacto é principalmente profissional, institucional e estratégico.
Primeiro, demonstra que a experiência construída dentro de uma companhia operadora pode alcançar reconhecimento internacional. Segundo, reforça a importância de sistematizar e divulgar conhecimento técnico. Terceiro, evidencia o papel das redes profissionais na circulação de experiências entre operadores, pesquisadores e reguladores.
Há também uma questão de desenvolvimento profissional: quantos especialistas dentro de companhias possuem conhecimentos capazes de contribuir para o setor, mas poucas oportunidades de documentar, publicar ou compartilhar suas experiências?
Uma metodologia para elevar a eficiência de uma estação, reduzir vazamentos ou melhorar o planejamento de contingências pode ser útil em outras empresas. Para isso, é necessário registrar contexto, método, resultados mensuráveis e limitações. A simples divulgação de uma experiência, sem essas informações, oferece aprendizado restrito.
Cinco lições da trajetória de Mara Ramos
- Atualização técnica é permanente. Experiência operacional é fundamental, mas clima, tecnologia, regulação e novas exigências demandam formação continuada.
- Carreiras técnicas podem evoluir para liderança. Conhecimentos especializados, combinados com gestão, podem sustentar funções de planejamento, articulação e tomada de decisão.
- Associações ampliam as redes de aprendizado. A participação efetiva em grupos técnicos ajuda a conhecer metodologias e experiências de outras organizações, mesmo sem resultar em premiações.
- Conhecimento compartilhado fortalece equipes. Artigos, congressos e estudos de caso bem documentados transformam aprendizados individuais em referências disponíveis para outros profissionais.
- Contribuições consistentes são construídas ao longo do tempo. A nomeação como IWA Fellow reconhece uma trajetória sustentada, não apenas um projeto ou resultado pontual.
Como aplicar os aprendizados dentro das companhias
Há uma oportunidade concreta de transformar essa reflexão em iniciativas de gestão do conhecimento. Uma companhia pode começar identificando competências críticas concentradas em profissionais de operação, manutenção eletromecânica, controle de perdas, micromedição, tratamento, segurança hídrica e relacionamento com os clientes.
Um programa simples de valorização técnica pode seguir cinco passos:
- Mapear especialistas internos, com experiência comprovada e participação em projetos relevantes.
- Documentar experiências, descrevendo problemas, metodologias, investimentos, resultados e limitações.
- Promover compartilhamento por encontros técnicos, mentorias, publicações e intercâmbio entre unidades.
- Apoiar participação externa, conforme critérios transparentes, em congressos, grupos especializados e associações.
- Avaliar resultados por melhorias operacionais, adoção de boas práticas, capacitação das equipes e desempenho de projetos.
Essas iniciativas não exigem necessariamente a criação de estruturas administrativas complexas. Podem começar com encontros periódicos e estudos de caso. O cuidado é diferenciar reconhecimento técnico de popularidade interna: contribuições precisam ser avaliadas por evidências, relevância e resultados.
Riscos: quando a valorização não se converte em desempenho
Reconhecimento e desempenho organizacional não são equivalentes. Uma companhia pode reunir especialistas altamente qualificados e ainda enfrentar dificuldades de execução, governança ou investimento. Uma premiação individual tampouco comprova desempenho superior de determinada operadora.
No caso de Mara Ramos, a nomeação confirma a avaliação positiva feita pela IWA sobre sua contribuição profissional e institucional. Não representa certificação de indicadores operacionais da Sabesp ou avaliação independente de todos os projetos em que participou.
Outro risco está na concentração de conhecimento. Quando informações críticas dependem de poucos especialistas, aposentadorias, transferências ou mudanças organizacionais podem comprometer a continuidade dos processos. Planejamento sucessório, documentação e formação de novos profissionais ajudam a reduzir essa vulnerabilidade.
O futuro do saneamento exige decisões cada vez mais complexas
A segurança hídrica deverá depender da capacidade de antecipar riscos, acompanhar indicadores e adaptar infraestruturas. Telemetria, sensoriamento remoto, modelagem hidráulica, previsão hidrológica e inteligência artificial podem ampliar a capacidade de planejamento e resposta das empresas.
Entretanto, ferramentas não substituem critérios técnicos. Modelos dependem de dados confiáveis, compreensão de limitações e validação nas condições reais de operação. O planejamento também exigirá aproximação entre prestadores, órgãos gestores de recursos hídricos, reguladores e governos.
Nesse ambiente, profissionais que conectam diferentes disciplinas tendem a desempenhar papel central. A trajetória de Mara Ramos ilustra a aproximação entre especialização técnica, gestão e cooperação institucional.
Conclusão: Mara Ramos e a valorização de quem faz o saneamento
A nomeação de Mara Ramos como IWA Fellow 2026 reconhece uma trajetória construída ao longo de mais de três décadas no saneamento brasileiro. Sua experiência na Sabesp, a passagem pela superintendência do DAEE, a participação em organismos técnicos e o debate sobre segurança e resiliência hídrica demonstram a abrangência de sua atuação profissional.
O reconhecimento também aponta uma questão para as empresas: como desenvolver, preservar e valorizar o conhecimento de quem sustenta suas operações e decisões? Universalização, redução de perdas, eficiência financeira e segurança hídrica dependem de infraestrutura e investimentos, mas também de pessoas capazes de compreender problemas, construir soluções e decidir com fundamento técnico.
A experiência brasileira pode contribuir mais amplamente para a evolução internacional do setor quando é documentada, avaliada e compartilhada. Valorizar profissionais de saneamento significa reconhecer resultados, estimular conhecimento e preparar organizações para os desafios futuros.
Fontes e referências
- International Water Association (IWA) — IWA Announces 2026 Fellows and Distinguished Fellows, 9 de outubro de 2026. Consultar publicação oficial.
- ABES / Brazil Water Week — Mara Ramos — Perfil da palestrante, consultado em outubro de 2026. Consultar perfil profissional.
- AESabesp — Associadas da AESabesp assumem Subsecretaria de Recursos Hídricos e Saneamento de SP e Superintendência do DAEE, 4 de janeiro de 2023. Consultar publicação.
- AESabesp / Saneas Online — Qual a diferença entre segurança hídrica e resiliência hídrica?, Mara Ramos e Jerson Kelman, 14 de janeiro de 2025. Consultar artigo técnico.
- Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo — Programa Rios Vivos inicia desassoreamento e revitalização de 85 cursos d’água em SP, 18 de outubro de 2023. Consultar publicação oficial.
- International Water Association (IWA) — 2026 Utility Leaders Forum, programação institucional de 2026. Consultar programação e comitê.
- Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) — Água e segurança hídrica: integração entre infraestrutura, gestão e proteção dos ecossistemas, outubro de 2026. Consultar publicação.
- ANA — ANA aponta ações e investimentos necessários em todas as cidades brasileiras para garantir abastecimento de água até 2035, 18 de outubro de 2021. Consultar Atlas Águas.
- ANA — Resolução nº 275/2025 — Norma de Referência nº 15/2025, 18 de dezembro de 2025. Consultar resolução e norma.
- Sabesp — Controle de Perdas, material técnico consultado em outubro de 2026. Consultar material técnico.
- PUB — Agência Nacional de Águas de Singapura — PUB earns international accolades for climate-smart water management and innovation, 9 de outubro de 2026. Consultar comunicado oficial.



