Uma fumaça não tóxica percorrendo tubulações subterrâneas está ajudando técnicos a enfrentar um problema que frequentemente permanece invisível até aparecer no córrego, na estação elevatória ou em uma rede extravasando.
Em Barra do Garças, Mato Grosso, a concessionária Águas de Barra do Garças e órgãos municipais realizaram em 22 de setembro de 2026 uma operação no bairro São Sebastião utilizando teste de fumaça em rede de esgoto para identificar conexões não autorizadas e lançamentos irregulares próximos ao Córrego São Sebastião.
A técnica chama atenção pela simplicidade, mas a principal lição para o setor está além da fumaça: redes novas, redes existentes, cadastro comercial, fiscalização, drenagem urbana, operação e comunicação com os clientes precisam funcionar como partes de um mesmo sistema.
E existe outra questão estratégica: quantas companhias investem milhões de reais em coletores, elevatórias e estações de tratamento, mas ainda conhecem pouco sobre o que realmente está entrando em cada trecho da rede?
É justamente nesse ponto que o caso de Barra do Garças oferece um aprendizado replicável.
O que aconteceu em Barra do Garças
A Águas de Barra do Garças, concessionária administrada pela Aegea, realizou a fiscalização em conjunto com a Prefeitura, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Vigilância Sanitária e AGIRF — Agência de Regulação e Fiscalização.
A operação começou em uma Estação Elevatória de Esgoto localizada na Rua 15 de Novembro e avançou por pontos do bairro São Sebastião.
Segundo a comunicação oficial da concessionária, a região vinha apresentando ocorrências relacionadas ao uso inadequado do sistema. A preocupação incluía imóveis utilizando a infraestrutura de esgotamento sanitário antes da liberação oficial da rede para operação. (Aegeamt)
Esse detalhe é particularmente importante.
Não se trata apenas de procurar um tubo clandestino. Uma ligação realizada antes do comissionamento e da liberação de determinada rede pode introduzir vazões em uma infraestrutura que ainda não está integralmente preparada para recebê-las.
Dependendo da configuração hidráulica existente, isso pode contribuir para extravasamentos, lançamento inadequado, problemas em elevatórias e riscos ambientais.
A concessionária informou ainda que a fiscalização estava concentrada nas proximidades do Córrego São Sebastião com o objetivo de evitar que usos irregulares contribuíssem para sua contaminação. (Aegeamt)
As fontes consultadas, entretanto, não divulgaram o número de imóveis identificados, volume de esgoto irregular encontrado ou carga poluidora retirada do córrego. Portanto, esses resultados não podem ser inferidos.
A fumaça não “procura esgoto”: ela revela caminhos
O título popular de uma ação desse tipo pode dar a impressão de que a empresa simplesmente “joga fumaça nas canaletas”.
Tecnicamente, o processo é mais interessante.
No teste de fumaça em rede de esgoto, uma máquina ou termonebulizador introduz fumaça ou vapor de teste dentro de determinado trecho da rede, normalmente a partir de poços de visita ou outros pontos de acesso.
O sistema é então pressurizado em baixa intensidade.
A fumaça percorre os caminhos disponíveis. Se aparecer em uma boca de lobo, calha, ralo externo, caixa, fissura, terreno, ligação predial ou outro ponto inesperado, surge uma evidência de que existe comunicação hidráulica entre aquele ponto e a tubulação que está sendo testada.
É como transformar temporariamente uma rede subterrânea invisível em um mapa que pode ser observado na superfície.
A Sanepar, por exemplo, informou em setembro de 2026 que utiliza termonebulizadores em poços de visita e ramais para localizar rompimentos, fissuras, infiltrações e ligações irregulares de águas pluviais. A companhia descreve o procedimento como uma atividade rotineira de diagnóstico. (Sanepar)
Por que uma ligação errada causa tantos problemas
Grande parte dos sistemas brasileiros utiliza o chamado sistema separador absoluto.
A Lei nº 11.445/2007, modificada pelo Marco Legal do Saneamento, define esse sistema como aquele destinado a coletar e encaminhar exclusivamente esgoto sanitário, separadamente das águas pluviais. (Presidência da República)
Quando essa separação deixa de existir na prática, surgem dois problemas diferentes.
O primeiro ocorre quando água de chuva entra na rede de esgoto. Calhas, pátios, drenos e bocas de lobo ligados incorretamente podem despejar grandes volumes de água durante tempestades em tubulações projetadas para transportar essencialmente esgoto sanitário.
Consequentemente, aumentam as vazões instantâneas, o tempo de funcionamento de bombas, o risco de sobrecarga de elevatórias e a possibilidade de extravasamentos.
O segundo problema ocorre na direção contrária: esgoto chegando à drenagem pluvial ou diretamente a córregos.
Nesse caso, o impacto ambiental pode ser imediato.
Por isso, diagnosticar corretamente qual dessas situações está ocorrendo é fundamental. A presença de fumaça demonstra uma conexão ou caminho; não significa automaticamente que aquele ponto é, sozinho, a origem comprovada de determinada contaminação.
Essa diferença é essencial para uma fiscalização tecnicamente robusta.
Como funciona o teste de fumaça em rede de esgoto
O guia de avaliação de sistemas de coleta de esgoto da Environmental Protection Agency dos Estados Unidos classifica o smoke testing como um método relativamente rápido e de baixo custo para detectar fontes pontuais de entrada de água e conexões cruzadas.
A EPA também recomenda que os resultados positivos sejam documentados fotograficamente e que exista procedimento formal de comunicação à população. (EPA Nepis)
Mas há uma característica importante: o método deve fazer parte de uma investigação maior.
Monitoramento de vazões, comparação entre períodos secos e chuvosos, inspeções de poços de visita, testes com corantes, inspeção por câmeras e CCTV podem complementar o diagnóstico.
A própria EPA aponta o teste com água colorida como recurso capaz de confirmar determinados resultados obtidos com a fumaça. (EPA Nepis)
Na prática, portanto, a fumaça funciona muito bem como ferramenta de triagem e localização.
Depois dela vem a confirmação técnica.
O Brasil já usa essa técnica em escala operacional
O caso de Barra do Garças não está isolado.
Em setembro de 2026, poucos dias antes da operação mato-grossense, a Sanepar programou testes em Carambeí, no Paraná, para identificar fissuras, rompimentos, infiltrações e ligações irregulares de águas pluviais.
A empresa informou que a fumaça utilizada é atóxica e que, quando existe uma irregularidade, sua saída permite indicar onde uma ação corretiva pode ser necessária. (Sanepar)
Em publicação de 2025, a companhia também relatou utilizar testes de fumaça em seu sistema de quase 44 mil quilômetros de redes coletoras de esgoto. (Sanepar)
Dentro da própria Aegea existe experiência semelhante. A Ambiental Crato, no Ceará, informou em 2025 a utilização do método para localizar conexões indevidas, especialmente entradas de águas pluviais na rede de esgoto. (Ae Blog)
Portanto, o teste de fumaça em rede de esgoto não deve ser visto apenas como ferramenta para situações excepcionais. Ele pode integrar programas permanentes de avaliação de redes, investigação de reclamações e redução de vazões parasitárias.
Toronto mostra o impacto hidráulico das ligações erradas
A cidade de Toronto, no Canadá, utiliza smoke testing dentro de seu programa de avaliação das redes sanitárias.
A aplicação é direcionada principalmente à identificação de defeitos que permitem a entrada de chuva, água subterrânea e neve derretida na rede de esgoto.
O objetivo operacional é claro: reduzir sobrecarga das tubulações, risco de alagamentos em porões e tratamento desnecessário de águas que não deveriam estar chegando ao sistema sanitário. (City of Toronto)
Há ainda uma boa prática de relacionamento com o usuário.
Antes dos testes, Toronto orienta moradores a colocar água nos sifões e ralos. O fecho hídrico impede que a fumaça proveniente da rede entre normalmente nos imóveis.
Esse detalhe aparentemente pequeno pode definir a aceitação social de uma operação.
Uma ação tecnicamente correta, mas mal comunicada, pode resultar em moradores ligando para bombeiros, imprensa, defesa civil e centrais de atendimento acreditando que existe incêndio ou vazamento perigoso.
Nos Estados Unidos, investigação começa pela bacia
Outro exemplo interessante vem da WSSC Water, responsável por serviços em Maryland.
No estudo da bacia de esgoto Beaverdam Branch, a utility combinou dados de chuva, vazão de esgoto, condições das tubulações, poços de visita e sistemas de informação geográfica.
A bacia analisada possui mais de 180 milhas — cerca de 290 quilômetros — de redes e transporta aproximadamente 8 milhões de galões de esgoto por dia para a estação Blue Plains, em Washington.
O teste de fumaça aparece nesse programa como uma das ferramentas utilizadas para isolar conexões inadequadas e defeitos nas tubulações. (WSSC Water)
Essa experiência oferece uma importante mudança de abordagem.
Em vez de esperar que apareça um problema para então procurar uma ligação irregular, é possível trabalhar por bacias de esgotamento, identificando trechos com comportamento hidráulico anormal e direcionando a investigação.
A Austrália liga fumaça, sensores e gestão de ativos
Na Austrália, a Yarra Valley Water registrou no desempenho de 2025–2026 a conclusão de smoke testing no sistema Healesville Branch Sewer, acompanhado pela instalação de sensores de nível para investigar problemas de inflow and infiltration — entrada indevida de água na rede.
No mesmo período, a utility informou ter renovado 37,3 quilômetros de tubulações, inspecionado 109 quilômetros de redes e 1.133 ramais de propriedades e renovado 1.034 ramais. (Yarra Valley Water)
A lição é especialmente relevante.
Diagnóstico sem manutenção produz relatório. Diagnóstico integrado à gestão de ativos produz resultado.
O teste de fumaça identifica pistas. Sensores mostram o comportamento hidráulico. Câmeras identificam defeitos internos. O cadastro informa quais usuários estão ligados. E as ordens de serviço fecham o ciclo executando a correção.
O caso também é um problema comercial
Uma rede de esgoto não começa na ETE.
Ela começa no imóvel.
Por isso, ligações irregulares não são responsabilidade exclusiva da área operacional.
Existe uma forte dimensão comercial no problema: cadastro da unidade usuária, solicitação de ligação, vistoria, comunicação da disponibilidade da rede, ativação do serviço e atualização da situação cadastral.
A Norma de Referência nº 11/2024 da ANA estabelece que cabe ao prestador comunicar aos usuários quando as redes estiverem disponíveis para conexão. O usuário, por sua vez, deve adequar suas instalações, e posteriormente cabe ao prestador realizar a ligação conforme as condições aplicáveis. (Serviços e Informações do Brasil)
Isso torna especialmente interessante a informação de Barra do Garças de que havia preocupação com conexões realizadas antes da liberação oficial.
Rede fisicamente implantada não significa necessariamente rede operacionalmente disponível.
Antes da liberação podem existir testes, limpeza, inspeções, conclusão de elevatórias, energização, integração com ETEs, cadastro de ativos, autorizações e outras etapas.
Comunicar de forma inadequada essa transição cria espaço para ligações antecipadas.
O impacto financeiro quase sempre fica escondido
Uma conexão irregular de água pluvial pode parecer pequena quando observada imóvel por imóvel.
O problema aparece quando centenas delas são somadas durante uma chuva intensa.
Uma companhia pode acabar bombeando e tratando água de chuva como se fosse esgoto.
Isso significa consumo adicional de energia, ocupação da capacidade hidráulica de interceptores e elevatórias, maior necessidade de manutenção e aumento do risco de extravasamentos.
Ao mesmo tempo, ligações clandestinas de esgoto podem criar inconsistências comerciais, dificultar o cadastro de usuários e aumentar custos de fiscalização.
Há ainda custos potencialmente maiores: recuperação ambiental, atendimento de emergências, sanções regulatórias e ambientais, obras emergenciais e danos reputacionais.
Portanto, programas de identificação de conexões indevidas podem ser analisados não apenas como ações ambientais, mas como projetos de eficiência operacional e econômica.
O que gestores podem aplicar
Uma companhia interessada em estruturar um programa de teste de fumaça em rede de esgoto pode seguir uma lógica integrada:
- Priorizar bacias críticas, cruzando reclamações, extravasamentos, dados de chuva, qualidade de córregos e comportamento das elevatórias; integrar cadastro técnico, GIS e cadastro comercial; comunicar previamente moradores, bombeiros, fiscalização e central de atendimento; executar os testes com registro georreferenciado e fotografias; classificar cada ocorrência por tipo de anomalia; confirmar situações críticas com corante, CCTV, inspeção ou monitoramento; gerar automaticamente ordem de serviço, notificação ou ação de fiscalização e acompanhar o problema até sua efetiva correção.
O maior erro seria considerar a operação concluída quando a fumaça aparece.
O indicador realmente relevante é outro: quantas irregularidades foram corrigidas e quanto de vazão indevida deixou de entrar ou sair do sistema?
O que pode dar errado
O primeiro risco é interpretar a fumaça como prova definitiva de responsabilidade ambiental.
Ela demonstra uma comunicação física que precisa ser analisada dentro da configuração da rede.
Outro problema é testar áreas sem comunicação adequada. Mesmo quando o produto utilizado é classificado como não tóxico, fumaça dentro de um imóvel pode provocar preocupação legítima.
Toronto orienta previamente os usuários a manterem água nos sifões justamente para reduzir essa possibilidade. (City of Toronto)
Há ainda o risco de produzir centenas de registros sem capacidade operacional para corrigi-los.
Nesse cenário, o teste de fumaça em rede de esgoto apenas converte um problema desconhecido em uma carteira conhecida de passivos.
Por isso, orçamento, equipes, contratos de manutenção e capacidade de fiscalização precisam acompanhar o programa.
Regulação ambiental aumenta a importância do controle
O contexto regulatório também está evoluindo.
Em setembro de 2026, o Ministério do Meio Ambiente informou que o Conama aprovou uma atualização das regras nacionais para lançamento de efluentes, com mudanças no controle de matéria orgânica e nutrientes e maior atenção às águas pluviais urbanas. A comunicação oficial indicou que a nova norma substituirá a Resolução Conama nº 430/2011. (Serviços e Informações do Brasil)
Entretanto, nos registros consultados do processo normativo, ainda havia tramitação ativa e documentos de minuta sem numeração definitiva. Assim, a situação de vigência e o texto publicado em Diário Oficial devem ser verificados pelas áreas ambiental e jurídica antes de qualquer aplicação regulatória concreta. (Conama)
Independentemente dessa atualização, a direção regulatória é clara: controle do que efetivamente chega aos corpos hídricos tende a exigir cada vez mais informação, rastreabilidade e monitoramento.
Uma oportunidade para digitalizar a fiscalização
A próxima evolução dessa técnica provavelmente não estará na fumaça propriamente dita.
Estará nos dados.
Imagine uma equipe realizando o teste e registrando cada ocorrência em aplicativo móvel. A fotografia já recebe coordenada geográfica. O ponto aparece no GIS. O sistema consulta automaticamente o cadastro comercial e identifica a matrícula. Uma ordem de inspeção é aberta.
Ao mesmo tempo, sensores de nível mostram se aquela bacia apresenta aumento anormal de vazão durante chuvas.
CCTV verifica a estrutura interna.
Depois da correção, os dados de vazão mostram se a intervenção produziu resultado.
É justamente a integração observada em práticas internacionais de gestão de redes que transforma uma técnica simples em inteligência operacional.
Lições para profissionais de saneamento
O caso de Barra do Garças oferece uma mensagem importante para engenheiros, operadores, agentes comerciais, fiscais, reguladores e gestores.
Um sistema de esgotamento sanitário não pode ser gerenciado somente pela extensão de rede implantada ou pela capacidade nominal da estação de tratamento.
É necessário conhecer como a rede realmente está conectada.
Uma única ligação irregular pode parecer irrelevante. Centenas delas transformam o comportamento hidráulico de uma bacia.
Ao mesmo tempo, encontrar irregularidades exige profissionais capazes de interpretar cadastro, hidráulica, drenagem, instalações prediais e comportamento operacional.
É nesse encontro entre experiência de campo e informação técnica que muitos problemas invisíveis são descobertos.
Conclusão: a fumaça revela um problema maior
O caso de Barra do Garças mostra como uma tecnologia relativamente simples pode revelar um dos desafios mais complexos do esgotamento sanitário: aquilo que acontece entre o imóvel e a rede pública.
O teste de fumaça em rede de esgoto pode localizar conexões indevidas, apontar defeitos e direcionar fiscalizações com muito mais precisão. Mas seu verdadeiro potencial aparece quando os resultados são combinados com dados de vazão, GIS, cadastro comercial, inspeção por câmera, fiscalização e manutenção.
Toronto demonstra a relação entre conexões irregulares e sobrecarga hidráulica. A WSSC trabalha o diagnóstico em escala de bacia. A Yarra Valley Water combina fumaça com sensores e gestão de ativos. A Sanepar já incorpora o método à rotina brasileira.
Para companhias de saneamento, portanto, a pergunta estratégica deixa de ser “vale a pena comprar um termonebulizador?”.
A pergunta mais importante passa a ser:
a empresa sabe exatamente o que está entrando em sua rede — e para onde está indo o esgoto que deveria estar nela?
Descobrir essa resposta pode proteger córregos, reduzir extravasamentos, economizar capacidade de tratamento e transformar uma simples nuvem de fumaça em uma poderosa ferramenta de gestão.
Fontes e referências
Águas de Barra do Garças / Aegea MT
Ação conjunta fiscaliza ligações clandestinas de esgoto em Barra do Garças
24 de setembro de 2026.
Acessar a publicação oficial da Aegea MT
O Interior
Empresa joga fumaça nas canaletas de esgoto para achar quem está poluindo o córrego em Barra do Garças
24 de setembro de 2026.
Acessar a reportagem original
Sanepar — Companhia de Saneamento do Paraná
Sanepar realiza testes de fumaça na rede de esgoto em Carambeí
14 de setembro de 2026.
Acessar a publicação da Sanepar
Aegea / Ambiental Crato
Teste de fumaça identifica irregularidades na rede de esgoto no Crato (CE)
23 de abril de 2025.
Acessar o caso da Ambiental Crato
Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico — ANA
Resolução ANA nº 230/2024 — Norma de Referência nº 11/2024: condições gerais para prestação dos serviços públicos de água e esgoto
18 de dezembro de 2024.
Acessar a Norma de Referência nº 11/2024
Presidência da República
Lei nº 11.445/2007 — Diretrizes nacionais para o saneamento básico, texto compilado
Atualizada pela Lei nº 14.026/2020.
Acessar a Lei nº 11.445/2007
United States Environmental Protection Agency — EPA
Guide for Evaluating Capacity, Management, Operation, and Maintenance (CMOM) Programs at Sanitary Sewer Collection Systems — EPA 305-B-05-002
Janeiro de 2005.
Acessar o guia técnico da EPA
City of Toronto
Smoke Testing Sanitary Sewer Systems
Página técnica consultada em setembro de 2026.
Acessar a orientação da cidade de Toronto
WSSC Water
Beaverdam Branch Sewer Basin Study
Página atualizada em 27 de fevereiro de 2025.
Acessar o estudo da WSSC Water
Yarra Valley Water — Austrália
Our performance 2025–26
2026.
Acessar os resultados da Yarra Valley Water
Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima / Conama
Conama aprova normas sobre reúso de água, aquicultura e lançamento de efluentes
11 de setembro de 2026.
Acessar a publicação do Ministério do Meio Ambiente



